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— Hey! Cara onde você está? Daisy está com uma cara...

— Eu ja estou indo. Vanessa ja chegou?

— Ja sim! E você não faz ideia de como essa mulher se transforma de secretaria para uma rainha..._ George riu folgoso.

Henry rosnou desligando o telefone. Saindo do quarto encontrou Jennie subindo ainda lendo, a irmã apenas desviou em silêncio e saiu.

— Descanse!

Jennie abaixou o livro e o encarou.

— Acha que Avril tem descansado? Sinceramente, se nem ao menos ela está, que direito eu tenho de o fazer?

— Você gosta da Avril?

— No início não. Eu achava que ela traria problemas para nós, mas... Ve-la se dedicar tanto, e respeitar os limites máfia e exército... Sabe, isso me fez crêr que estava a julgando errado. Eu gosto dela. Seria bom a ter como cunhada, se você não agisse de maneira tão ridícula perto dela...

— O que está dizendo? Eu tento a tratar do melhor jeito possível...

— Você a subestima o tempo todo! Você não mudou Henry, continua se achando o todo poderoso. Você fazia isso na base e perto dela não é diferente também...._ Jennie voltou a abrir o livro e ir para o quarto.

Henry suspirou pesadamente e alisou o rosto impaciente. Saiu rápido, pegando o capacete e as chaves da moto.

***

Ele olhava para a mulher a sua frente friamente, não era Avril, mas ele tinha a sensação que ja a viu, e sabia de onde. Elas pareciam, ou era o que Avril queria fazer parecer.

Vanessa realmente era seu nome, agora ela tinha os cabelos escovados, maquiagem marcante e um vestido colado. Era uma mulher bonita, e estava realmente se divertindo com George.

— Você está bem?_ Daisy perguntou dando um gole em sua bebida, o encarando de solaio.

— Sim. Só... Preocupado com algumas coisas...

— Quer desabafar?_ Daisy colocou sua mão sobre a perna de Henry e ele olhou áspero para o toque.

— Não! Eu lido com isso sozinho.

***

Avril jantou sozinha na sala vip do restaurante. Ela murmurava enquanto balançava a taça de vinho.

— Fala sério, estou com ciúmes de uma mulher daquela com ele? _ Balbuciou irritada, bufando e tomando mais um gole de vinho.

O garçom abriu a porta desinquieto, e acenou para o homem entrar. Avril mudou seu olhar rapidamente para um mortal, o vinho parou de sacudir.

  Diante dela, ajeitou o terno, puxando uma cadeira para si. Com um jesto do homem, o garçom se retirou apressado e fechando a porta.

— Desculpe interromper sua preciosa refeição, senhorita Bradson. Mas eu poderia lhe fazer companhia?

— Senhor Vancowisck... É um desprazer te-lo aqui! _ Avril sussurrou friamente, o encarando áspera nos olhos.

Edgar sorriu ladino sarcástico e ajeitou o guardanapo no colo.

— Ainda ressentida pelo que vejo...

— Imagina! Você não fez nada de mais, além de..._ Deixou a taça delicadamente na mesa enquanto o sarcasmo era cuspido juntwmehte de tais palavras_ Matar meu tio, minha irmã, e meu futuro cunhado.

— Bom, você precisava de uma lição... _ Edgar disse sério sem humor repentino, ele parecia em desagrado por se lembrar das mortes das três pessoas. _ Estou aqui por um bom motivo.

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