Henry espreguiça e olha de relance Avril dormir encolhida bem próximo ao seu corpo.
Boceja e esfrega os olhos, sua cara estava levemente inchada pelo sono e cabelos bagunçados.
Havia barulho no apartamento, indicando que alguém ja estava de pé. Ele suspira e acaricia os cabelos da garota puxando algumas mechas e jogando no rosto dela.
— Bom dia, princesa. – Ele diz com a voz rouca. Avril apenas protesta escondendo a cabeça com o cobertor.
Henry desliza para fora da cama e espreguiça mais uma vez. Ele pega a dog tag que deixou no criado mudo e coloca no pescoço. Avril ouve o barulho metálico e levanta a cabeça com os olhos estreitos e inchados.
— Henry... – Ela o chama com a voz sonolenta e o rapaz arqueia a sobrancelha e se aproxima se inclinando na cama com os braços ao redor do corpo de Avril.
— O que foi? Quer um beijinho de bom dia? – Ele sussurra e ela tateia a cara dele, descendo para o pescoço. Quando ela toca na dog tag, Henry segura sua mão com firmeza. – Não senhorita!
— Me da ela aqui! _ murmura manhosa e sonolenta.
— Não! – Henry nega sério e Avril avança abruptamente contra ele. O abraçando com força com seus braços ao redor do pescoço dele.
Henry se levanta, levando Avril dependurada em seu pescoço.
— Me dá logo! – Ela rosna o encarando.
— Eu ja disse que não! – Henry tenta se livrar dela, mas a garota aperta ainda mais e enlaça suas pernas ao redor das dele. Ele acaba por desequilibrar caindo na cama, onde Avril ficou por cima, e retirou a identificação.
Henry tentou toma-la, mas a garota estendeu o braço para cima.
— Isso fica comigo por enquanto! – Ela rosna. Uma de suas mãos firmes no peitoral do rapaz o mantendo deitado. Enquanto estava sentada em cima do quadril do mesmo.
Henry cerra os olhos, e agarra o quadril da garota e a impulsiona para frente, a fazendo desequilibrar e cair com a barriga em sua cara. Ele a abraça com uma mão, enquanto a outra tenta tomar de volta o objeto que acabou por cair no chão.
Avril agarra os cabelos de Henry, a respiração dele fazia cócegas em sua barriga e ela começou a rir, e se reconrou a seriedade rapidamente. Ela usa suas pernas contra o corpo do mesmo para se impulsionar para frente. Mas o braço do rapaz a impedia de se mexer livremente.
Ela arfa cansada e deixa o corpo cair em repouso em cima de Henry que também desiste.
— Eu desisto...– Ela murmura.
— Por que não posso usar minha identificação? – Henry resmunga contra a barriga de Avril.
— Eu gosto dela. Sempre quis uma. – Avril tenta engatinhar sutilmente mas Henry a abraça de novo com os dois braços e rola a levando junto. Ele se impulsiona sobre o corpo da garota, e agora o peitoral dele estava no rosto dela.
— Mentirosa! – Ele rosna e Avril enlaça as pernas no quadril do rapaz. O mantém tão preso que ele não pode se mover sem leva-la junto. Ele rosna e Avril tem uma ideia, ela usa suas unhas , arranhando as costas e ergue a cabeça, passando seus dentes contra o gominho definido do quadril.
Henry se enrijece imediatamente, a olha de relance com um olhar faiscante e devido a proximidade dos seus corpos não da para esconder sua ereção imediata. Avril arqueia a sobrancelha e sorri maliciosa.
— Você gostou, não da pra esconder. Me dê sua identificação ou eu vou fazer você ficar louco! – ela ameaça e Henry rosna.
— Vá em frente...– Henry sussurra estreitando os olhos em ameaça. – Garanto que não vou achar ruim.
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Decodificação
RandomLivro 4 - Assumindo por fim sua responsabilidade com a máfia, Avril, filha de Marco e Ashley, terá que lidar com assuntos de "gente grande". Ela foi treinada para ser uma mulher forte e inteligente, capacitada para lidar com a máfia e com qualquer s...
