O telefone toca insistentemente no criado mudo.
Três dias haviam se passado desde a última conversa com Avril. Ele tentou entrar em contato com a garota de olhos azuis gelo com fios dourados do mais polido ouro sendo sugados pelas pupilas negras. Avril havia simplesmente sumido do mapa. Ela não estava no apartamento, no galpão ou nas boates sentada na sala vip. Havia simplesmente sumido.
Henry rosna pegando o telefone com raiva e atende com sua voz rouca sonolenta.
— Eu sabia. _ Jennie diz em tom de doboche. _ Pobre coração do caçulinha. E pelo jeito ela nem mesmo foi piedosa nas palavras... Ja gosto dessa garota.
— O que você quer otária?
— Estamos em Nova York. Surgiu uma missão chatinha. E como eu pensei, você estaria decompondo deprimido em um quarto de hotel.
— Como você...
Batidas na porta ecoam e Henry apluma o corpo.
— Porque eu sou sua irmã! Abra a porta para Ísis.
Jennie desliga e Henry levanta sem animação, esfrega o rosto e alisa os cabelos, abrindo a porta para a irmã.
Isis sorri ladino, vestida impecável no uniforme diário e um coque baixo. Ela estende o uniforme do irmão.
— Vou te explicar a missão no caminho.
***
— O primeiro-ministro vai dar uma festinha do chá hoje a tarde. Vai ser uma reunião privada, mas aparentemente nomes de grande influência do país estarão presentes. Vamos fazer a segurança durante o evento.
— Eu não acredito que vocês me tiraram das minhas férias para isso. _ Henry murmura esfregando o rosto.
Isis ri baixo, olhando pelo retrovisor o trânsito.
— Foi tão feio assim? Ela realmente te botou pra fora a ponta pés.
— Ela não quer me ver nem pintado de ouro...
— As vezes as mulheres só querem ouvir que estavam certas. Não um pedido de desculpas..._ Ísis comenta e troca a marcha. _ Ela ao menos te escutou?
— Escutou. Mas não cedeu.
— Uau... Uma mulher de caráter forte e decidida o suficiente para não ceder ao charme de Henry Willians Evans.
Isis dirige por mais algum tempo. Estaciona em uma chácara paradisíaca, com campos vastos gramados bem aparados. Retira o cinto, sai do carro sem pressa me Simon lhe entrega o fuzil.
— Pelo menos foi um pé na bunda e não um chifre. _ o ruivo diz dando leves batidas no ombro do amigo. Henry revirou os olhos e recebeu de Any sua arma.
— Esqueçam minha vida! _ o rapaz avalia rapidamente o cartucho e a mira. _ Vamos trabalhar...
Henry coloca os óculos escuros pela forte claridade do dia ensolarado. Ele olha para a vastidão do gramado intensamente verde bem cuidado, a tenda posta em um ponto estratégico perto de uma árvore cuja as folhas pareciam pétalas rosas. A mesa posta para um belo chá da tarde, com tanta comida que poderia servir 20 pessoas tranquilamente.
Risadas ecoaram, três homens acompanhados de suas senhoras saíram de dentro da mansão, todos vestidos de maneira relaxada para uma bela tarde, mas sem perder a elegância.
Os militares que faziam a segurança se mantinham sérios ao extremo, posicionados estrategicamente um pouco distantes.
O primeiro- ministro acena para Jennie que retribui, ele carrega um saco de golfe em suas costas e sua esposa apreciou o chá de jasmin.
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AléatoireLivro 4 - Assumindo por fim sua responsabilidade com a máfia, Avril, filha de Marco e Ashley, terá que lidar com assuntos de "gente grande". Ela foi treinada para ser uma mulher forte e inteligente, capacitada para lidar com a máfia e com qualquer s...
