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20 comentários.

Gavião:

Parecia que, quanto mais eu ficava perto daquela desaforada, menos eu conseguia me controlar, papo reto.

Não tem como, pô. Fiquei perdido nas curvas dela. Gostosa pra caramba. Eu não sabia se sentia ódio da cara daquela mandada ou tesão.

Ela saiu do quarto emburrada, virando as costas para mim. Só não reclamei porque fiquei perdido na bunda dela naquela calcinha pequena.

Falei a verdade mesmo; ainda vou pegar ela, se liga só. Maluca ainda vem com o papo de que não vai ficar comigo nem que neve.

Rum. Vou logo fazer nevar, se liga só.

Depois, saí com a Heloísa para resolver os últimos bagulhos da ONG. Depois de resolver, deixei ela em casa e mandei um menor deixar um dos meus carros na porta da casa dela, já que ela tinha dito que iria para o baile.

Perguntei se as amigas delas iriam, e ela disse que sim. Mas só perguntei mais na intenção da outra lá, não que as outras não fossem gostosas, mas ela tem um bagulho diferente. Que me estima. Me deixa bolado e com vontade de foder ela ao mesmo tempo.

Mandada do caralho, menor. Mas também só vai ser pente e rala. Pegar e ir embora.

Jessica: Tô só vendo você me enrolando para me colocar para ser sua fiel - soltei a fumaça do meu baseado e encarei ela de canto. - Meu sonho.

Gavião: Continue sonhando, porque para se tornar realidade é mais quinhentos. - Falei sério, e ela me olhou sem jeito.

Jessica: Não sei por que você é assim - cruzou os braços - nós daríamos um belo casal, sabia? Ainda por cima, somos padrinhos do Guilherme.

Gavião: E o que isso tem a ver, caralho? - Levantei sério - quero nada contigo, não. É só uma foda e pronto, para de querer se emocionar no bagulho. Tá feio.

Jessica: Acho incrível como você é arrogante. Quando quer transar, sabe chamar sem esse jeito grosso, mas depois que consegue o que quer, trata a pessoa desse jeito.

Gavião: Tu mesmo já deu a resposta - terminei de fumar - quando consigo o que quero, não quero mais saber de nada. E agora é a hora de tu meter o pé. - Fui até minha carteira e peguei umas notas, jogando na sua direção. - Se eu precisar, eu chamo.

Jessica: Você é ridículo - se levantou pegando as roupas que estavam no chão e encarei ela - não venho mais nunca aqui.

Gavião: Mete o pé - falei sério e ela olhou, como se não acreditasse - aproveita que eu tô calmo nesse caralho. - Falei, perdendo a paciência, e isso só fez ela começar com o showzinho.

Jessica: Você ainda vai ver a mulher incrível que está perdendo - dei risada.

Gavião: A única mulher incrível que eu conheço é minha irmã, pô. Tu só é mais uma puta qualquer que ainda pegou o marido da melhor amiga. - Me aproximei dela.- Agora mete o pé da minha casa. Quer fazer seus shows de puta? Vai pra porra de um teatro. - Apertei o braço dela, encarando seu rosto.

Odeio quando essas porras vêm com papo de querer ser fiel. Nem postura para isso têm nesse caralho. Ainda mais colocar marmita, que nem ela.

Burros são esses cuzões que colocam mulher que já passou pela mão de geral do morro e do asfalto para ser fiel. Pior ainda, colocando GP.

Fim dos tempos mesmo.

Chamei essa daí para aliviar minha vontade, já que a cena daquela mandada não saía da minha mente, mas não adiantou quase porra de nada.

Lágrimas de ilusão. Histórias para pegar e não largar. Descubra agora