Depois de te fugido de lá com bastante facilidade. Eu estava em um beco escuro e molhado de água de esgoto, tampava a boca de um garoto da minha idade para ele não gritar enquanto apertava minha mandíbula no seu pescoço arrancando pedaços da sua pele bem devagar. O sangue escorria pela minha garganta e eu tentava não me sujar muito, ele lutou bastante, mas não foi o suficiente. Eu aproveitei esse momento sem pressa porque a garotinha que eu prendi na lata de lixo não iria sair de lá agora. Então eu continuei me divertindo com ele mordendo o outro lado do seu pescoço mastigando sua pele dessa vez engolindo sangue sem eu perceber. Cuspir e o mordi de novo com mais força arrancando um pedaço para o sangue sair mais rápido e ele morrer de uma vez. Estava deitada em cima dele fazendo isso com pressa agora, a garotinha irritante começou a gritar e eu tive que largar o garoto para ir matar ela de uma vez senão ia chamar atenção com esses berros finos de menina.
-cala essa boca sua cadelinha!
Sussurrei pra ela mas depois a tirei de lá pelos cabelos a jogando em cima do corpo do garoto duro e frio no chão. Ela se assustou é claro, é apenas uma criança. E também foi se afastando de mim arrastando seu corpo frágil e pequeno até a parede nojenta do beco. Ao seu lado tinha duas garrafas de vidro, e infelizmente ela foi esperta o suficiente para quebrar uma e apontar pra mim em uma forma de se proteger. Eu sorri aceitando isso e partir pra cima dela pegando seu braço, mas ela foi rápida e conseguiu fazer a garrafa cortar minha perna direita me arrancando um grito alto e que com certeza tinha chamado atenção de alguém por perto. Eu engoli um rosnado agressivo e a encarei com ódio e ela formou uma expressão assustada e eu conseguir tirar a garrafa quebrada da sua mão. Fui na sua garganta fazendo ela gritar mais alto ainda e eu tentei fazer um ferimento bem profundo ali para mata-la de uma vez pra parar de gritar desse jeito.
Quando acabei, me levantei de cima dela caindo para o lado porque me dei conta do corte na minha perna, estava sangrando demais e escorria até meu pé. Não podia ficar aqui nesse beco então eu fui me apoiando na parede gelada de tijolos até a entrada, verifiquei se não tinha ninguém por perto e continuei andando com dificuldade cambaleando sem nada para me apoiar, eu tentava me manter de pé. Mas cair no chão batendo meu ombro, meu cotovelo e minha cabeça com força, minha perna já estava me deixando com nojo ficando pegajosa.
-precisa de ajuda?
Perguntou alguém de longe, fiquei no chão sem me mover ainda ouvindo os passos se aproximando de mim. Virei meu rosto para ver quem era, mas não conheci. Só sentir braços me envolvendo e depois meu corpo sendo suspenso do chão, estava sendo carregada para dentro de uma loja pequena e iluminada. Essa pessoa me colocou sentada numa cadeira lá dentro e foi para algum lugar me deixando sozinha. Pisquei algumas vezes observando o lugar curiosa e um pouco incomodada com o escuro, só tinha uma luz vermelha iluminando uma palavra estranha "EXIT" em cima de uma porta que tinha uma barra no lugar de maçaneta no fundo da pequena sala que estava. Tinha várias caixas de papelão em armário altos dos meus dois lados e eu percebi também que estava sobre uma maior e confortável. Ela era bem grande e eu acabei me pegando com vontade de deitar e fiz isso sem perceber. Minha perna já estava com o sangue seco e eu não vi mais a pessoa que me trouxe aqui tentando me ajudar. Coloquei um braço sobre os olhos e adormeci alguns minutos depois.
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Acordei sentindo algo molhado na minha perna, acho que era algodão. Estava deslizando devagar ao redor do meu ferimento e aquilo logo começou a arder e eu me levantei rápido já mostrando meus dentes a pessoa que na hora me deixou assustada e surpresa. Ele sorriu pra mim e eu retribuir uma expressão zangada porque me lembrei de tudo que aconteceu no campus da escola, mas deixei ele terminar enfaixando minha perna com atadura e prendendo com um adesivo branco estranho. Me sentei passando minha mão na cabeça com um pouco de tontura e um pouco enjoada.
-podemos fingir que nada daquilo aconteceu?
Apenas concordei com a cabeça ainda tonta ignorando ele do meu lado me olhando. Comecei a perceber que não era só uma tontura estranha, era um enjôo que depois comecei a sentir minha boca se enchendo de saliva e eu fiquei desesperada me levantando dali cambaleando de novo me apoiando nos armários até chegar a uma lixeira abrindo a tampa dela e colocando tudo que engoli ontem para fora. Fiquei ali vomitando durante dois minutos inteiro, ele me ajudou massageando minhas costas e eu tentei parar sentindo nojo da massa vermelha e gosmenta que eu colocava pra fora. Até que finalmente conseguir parar e depois me apoie nele pedindo para me levar até aquela caixa de novo.
-isso é normal?
Perguntou me deixando com raiva, virei minha cabeça devagar e o encarei fazendo ele erguer as sombrancelhas se defendendo dos insultos que eu estava jogando pra ele em pensamento. Voltei a massagear minha testa e soltei sua mão que estava apertando demais. Ficamos alguns minutos em silêncio e eu notei ele bater nas suas pernas e se levantar dali parecendo animado com alguma coisa se virando na minha direção abrindo um sorriso estranho.
-quer comer alguma coisa? Isso é uma lanchonete, tem várias coisas legais aqui
Unir as sombrancelhas e olhei envolta confusa, aqui só tem caixas e armários, mas acho que é um tipo de depósito onde deixam as... Coisas?
-vem eu te ajudo
Pegou meu braço rápido sem nenhuma delicadeza me puxando dali. Eu estava mole e por isso fui sem reclamar ainda tonta me apoiando nele o tempo todo. Passamos por um porta pequena que me obrigou a ficar mais junto a ele para passar por ela. Só aí percebi que o lugar era mesmo semelhante a uma lanchonete, tinha um balcão e cadeiras na frente, já era de manhã mais a porta estava protegida com uma espécie de parede cinza parecendo uma grade. Não dava pra ver lá fora mas assim era melhor, ele me deixou em uma das cadeiras e acendeu as luzes indo mexer em alguma coisa atrás do balcão.
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Uma garota sozinha na floresta
FantasyEu não tenho nome e nem sei direito oque sou. Eu tenho a forma de um ser humano, mas meu pai diz que não sou um. Meu "pai" porque ele quem cuida de mim. Eu quase não tenho muito contato com ele, vivo quase sempre sozinha andando pela floresta tentan...
