capítulo 11

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. Aisha Scott Riddle.


Acordei na minha cama, com Hermione me chamando, Hope deitada quentinha nós meus pés, isso me irritou, teria que levantar e largar os travesseiros, assim como o pelo macio de Hope esquentando meus pés; como nada além de raiva me enfiei no banheiro e quase morri congelada quando liguei o cheiro demais e a água ficou fria, tirando isso eu estava bem, o dia não teve como ser melhor, cheio de brincadeiras e risadas, mesmo que escondidas.

E antes de ir pra comunal quis ver o céu e a sua lua, então fui pro jardim, ela estava linda e o fato de estar cheia me fez lembrar de Lupin, nunca retornou minhas cartas, quer dizer, as poucas que eu consegui mandar sem que Magona vesse, acho que quando elas chegaram, fazia questão de jogar tudo na lareira e ver pegar fogo com um sorriso enorme em seu rosto.

Magona: Menina, você é apenas um estorvo que jogaram pra mim, eles não te amavam, apenas te empurrar para longe...

Era sempre isso que falava quando eu perguntava dos Weasley, ou de Severus e Remus, ela foi da Sonserina, Megan também, mas Gisele White Scott foi da Lufa-Lufa, como Gerônimo, marido de Magona, que não tive o prazer de conhecer.
Provavelmente também me culparia pela morte de suas filhas, mesmo eu sendo fruto de uma delas.
Paro de viajar e começo a entrar no castelo, está muito tarde e concertesa vai dar problema se me pegarem aqui fora, e eu não quero que a Grifinória perca pontos apenas pro mim não me contentar em ver as estrelas pelas janelas do quarto, entro e começo a caminhar pelos corredores para as escadas que mudam, e ir para meu tão sonhado sonho, mas assim que viro o corredor me deparo com uma coisa estranha.

A capa preta cobria seu corpo inteiro, consegui ver sua boca com uma coisa prateada, parei olhando aquilo com curiosidade, e, aí, o negócio se virou a cabeça pra mim, e parou me encarando, eu sabia que ele iria correr atrás de mim, mais foi tão espontâneo.

Ele apenas saio correndo em minha direção, e eu ainda fiquei dois segundos parada o olhando assustada, mais sai correndo como nunca, foi gando uma magia explodiu do meu lado, e olhei pra trás, ele estava uma varinha, UMA VARINHA.

Não é uma criatura, é um bruxo, não conheço criaturas que usam varinhas, não existem, ou existem?

Solto um pequeno grito quando escuto uma outra passar do lado de minha cabeça, pego minha varinha no bolso da saia e continuo correndo, me viro rapidamente.

Aisha: Expelliarmus- ele desvia e taca outro, me arrependo amargamente de não ter muita concentração para lançar um feitiço no vocal.- Estupore.- nada.- MEU MERLIN.

Aumentou a frequência que ele atirava os feitiços, eu não vou conseguir passar, ele vai me pegar, aí eu bati com a cara em alguma coisa e cai no chão, fecho os olhos e é aí que eu percebo que estou chorando.

Snape: Aisha?!- abro os olhos e me vejo Severus em seu manto preto, não demora muito pra estar em seus braços chorando compulsivamente.- O que está fazendo fora da cama? O que aconteceu ?- ele pega em meus ombros e me separa dele.- Me fala criança!

Aisha: Tinha um... Ele tava me seguindo, Severus, ele tava de preto ele quase me pegou, eu fiquei com tanto medo!!!- falo olhando pra todos os lados possíveis meu coração provavelmente não batia mais.

Snape: Venha, vamos pra sua comunal.- ele me entregou um lenço e segurou em meus ombros.- da próxima vez que estiver fora da cama depois do toque de recolher iara para sala de McGonagall!!!.

A Filha Do LordOnde histórias criam vida. Descubra agora