10- Trocado Por Uma Maria-Sem-Vergonha

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Heitor me encurrala contra a parede, podia sentir sua fúria, seu cheiro era embriagante, nos encaramos fixamente.

-Então, parece que você sabe sobre mim, não é mesmo? Então o que acha de uma degustação?- questiona agarrando o colarinho da minha caminha, de forma brutal ele me empurra na direção da mesa dos professores, ao encostar no móvel me desequilibro caindo sobre sua superfície, perco o fôlego.

Heitor abre mim cinto com um sorriso no rosto, então adentra sua mão por dentro de minha cueca agarrando meu membro, já duro com a situação.

Ofegante e sem reação apenas o observo, então sem cerimônia, passando ambas as mãos em minhas roupas descendo-as de uma vez, fazendo com que meu membro fique completamente exposto.

-Sabe de uma coisa, Gabriel? Hoje é o seu dia de sorte, você está aí com a mamadeira cheia e eu estou cheio de fome.- então deslizando as mãos pelas minhas pernas ele se ajoelha.

Sem visão sinto sua respiração fervente sobre minha pele. O tesão e a ansiedade me levavam a loucura de uma forma que nunca havia sentido antes.

Então sem aviso sinto sua língua deslizar sobre meu membro, o prazer é tão intenso que faz minha cabeça se contorcer em prazer...

***

Nesse momento acordo sentindo minha cabeça doer, havia batido minha cabeça contra a parede.

Me sento sobre a cama esfregando os olhos tentando espantar a preguiça, apanho meu telefone no criado-mudo, já passavam das oito da manhã. Além da janela já conseguia ouvir alguns murmúrios indicando que as pessoas já começavam a chegar para o primeiro dia de festa.

Depois de me espreguiçar encaro o volume em minha calça que permanecia rígido e disposto para o que aparecesse.

-É campeão, não foi só você que foi enganado.- digo a ele, mesmo que não fossem de todo ruins ainda não conseguia entender o motivo de todos aqueles sonhos, além do mais, a cada dia aquilo ficava mais frustrante, acordar e descobrir que tudo não passara de uma mentira.

Finalmente​ reúno forças e me levanto, sigo pela casa até a cozinha buscando por meus pais, não há nenhum sinal deles por lá, a única coisa que encontro é um bilhete sobre a mesa.

"Já fomos para o seminário, divirta-se na festa mas lembre-se: Juízo, tenha um bom dia!!!"

Encaro o café da manhã já arrumado sobre a mesa, no fim sabia que seus pedidos para que me comportasse eram quase inúteis, afinal o simples motivo pelo qual estava interessado naquela festa já ia contra suas regras.

Pensando assim começo a sentir a culpa crescer dentro de mim, estava traindo a confiança dos meus pais, se soubessem que estava fazendo tudo aquilo na intenção de possivelmente encontrar outro homem sem dúvidas ficariam muito decepcionados.

Respiro fundo tentando assoprar para longe esses pensamentos, precisava parar de ficar na defensiva, e no mais nem era certo que Heitor viria.

Depois de tomar o café da manhã sigo para o banheiro, escovo os dentes e vou para o chuveiro, a água quente escorria por meu corpo de forma suave e constante, enquanto isso minha mão deslizava pelo meu membro em um movimento de vai e vem que se acelerava com o passar dos minutos, mantinha, me apoiando no box podia sentir o sangue fervendo e pulsando em minhas veias. Com um gemido suprimido finalmente gozo, cansado e satisfeito assisto meu esperma sendo levado pela água.

Meu Demônio (Romance Gay)Onde histórias criam vida. Descubra agora