Vargas.
Eu: falei pá tu, sua praga. - encarei aquele demônio na minha frente. - bagulho sem noção, falei pá gente não vim nessa porra.
Falei andando de um lado pro outro.
Que porra, mané.
Ninguém escuta meu lado, só eu que sou o errado nesse caralho.
Renata: mais porque você tá nervoso? - cruzou os braços, me olhando. Fuzilei ela com o olhar.
Eu: você é um satanás em forma de gente. - apontei pra ela.
Renata: e tu me ama... não sei pra quê esse estresse todo. A gente não tá fazendo nada de errado. - deu de ombros.
Eu: mais quem tá de fora não sabe, demônia ruim. - falei estressado. A mesma deu de ombros e riu.
Renata: ela é bem mais bonita pessoalmente. - revirei os olhos.
Eu: cala a tua boca, tô só o ódio. - ela resmungou. - vou ter que voltar naquele caralho.
Renata: não precisa disso tudo. - fechou a cara.
Eu: aí Renata, me deixa em paz. - sai da sala, deixando ela sozinha.
Eu tava muito puto, mané.
Avisei que corria o risco de alguém reconhecer, mais alguém escuta? Escuta não pô, só depois que a merda toda acontece.
Catei uma mochila e coloquei umas roupas dentro e desci novamente.
A mesma comia um morango, e assim que me viu, ergueu a sobrancelha.
Renata: o priquito é abençoado mesmo né? - riu. - já vai correndo atrás, porque o love viu com outra. Tá surtado mesmo. Queria que papai tivesse vivo pra ver essa loucura de amor. - encarei a mesma.
Eu: cala sua boca, priquito fedido. - ela mandou dedo. - tu só faz merda mano, porque tu não volta das profundezas que tu saiu? Nojenta.
Ela gargalhou e eu neguei. Bicha escrota.
Eu: vou pegar teu carro, depois mando alguém trazer. - ela me olhou seria.
Renata: pode deixar meu bebê em paz. - se levantou e eu neguei. - Renan, tá doido. Eu não vou ficar socada dentro de casa.
Eu: vai sim, ninguém mandou fazer ceninha. - ela veio correndo atrás de mim.
Nem dei estia, catei o carro mermo.
Dei partida e acelerei pro meu morro.
Ia acertar minhas pendências era hoje pô, tem nem caô.
[..]
Freitas: ela não quer, pô. - falou pela milésima vez, e eu só neguei. - eu te dei o papo de que não foi legal ter feito isso.
Eu: eu tô ligado, Freitas. E eu lá sabia que ela ia tá no shopping? - falei sério. - e eu mandei tu cuidar dela, seu porra.
Freitas: sou babá não, meu parceiro. - cruzou os braços. - tu faz essa história toda e ainda quer jogar teus erro em cima dos outros? Se segura no barquinho aí, que eu tô pulando dele.
Eu: tu é um fuleiro mermo, pô. - neguei, acendendo meu baseado.
Logo o radinho do Freitas começou a apitar. Ergui a sobrancelha e o mesmo atendeu.
Xxx: aí mano, a patroa acabou de sair com o mano da outra comunidade. - levantei na hora.
Freitas: oxe, a Ingrid? - falou confuso. O moleque falou "Não" - a não, a Ágata?
Xxx: é irmão, com o Hugo. O braço lá da comunidade que é aliada nossa. - neguei, dando um murro na mesa.
Freitas: pode crê, fé aí. - o mesmo desligou o radin.
Encarei ele, que me olhava com deboche. Mandei dedo e ele riu.
Eu: só confusão, irmão. - passei a mão pelo cabelo.
Freitas: que você mesmo arruma. - jogou na cara e eu bufei.
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𝒰𝓂 𝒷𝓇𝒾𝓃𝒹ℯ 𝒶 𝓃ℴ𝓈.
FanfictionNós dois não tem medo de nada Pique boladão, que se foda o mundão, hoje é eu e você Nóis foi do hotel baratinho pra 100K no mês Nóis já foi amante louco, quantas vezes nós virou ex Bota a chave pra girar que se pá chegou nossa vez Tipo Santos na Bel...
