Ingrid.
Tody ficou com o corpo rígido, parecia que não tava acreditando no que tava acontecendo.
A real é que nem eu sabia o que tava acontecendo. Eu só tava deixando rolar.
Se ele quer e um lado de mim também tá querendo, porque não?
Assim que ele caiu na realidade, uma de suas mãos foi direto pra minha cintura, apertando a mesma, e a outra mão, foi pra minha nuca.
O beijo era cheio de desejo, vontade.
Realmente, ele esperava muito por esse momento.
Só pelo beijo, já fiquei com a perna bamba.
Coisa de louco.
O beijo encaixava, a saliva com gosto de menta e bem no finalzinho uma pitada de maconha. Ih caralho.
O mesmo me guiou até o sofá, entre os beijos. Só senti nossos corpos se colidindo no macio.
A respiração pedindo por socorro, mas a vontade de continuar beijando era maior.
E eu ainda queria fazer cu doce, vê se pode.
A mão dele passeava por toda extensão do meu corpo, o mesmo parecia estar apreciando aquilo tudo.
Ele parou o beijo com selinho, e me olhou. Os olhos brilhavam, vai saber se era desejo ou felicidade. Tanto faz.
Sorri sem graça, suspirei e me levantei, tirando a blusa dele. Só com o beijo já sentia a buceta piscando, valha minha nossa.
Tody: eu sou difícil. - sussurrou com a voz rouca.
Eu: agora não. - falei manhosa.
Ele sorriu, ajudando a tirar toda a minha roupa.
Assim que fiquei nua, seus olhos passearam por todo o meu corpo. O mesmo engoliu a saliva, negando.
Tody: porra. - passou a mão no rosto.
Eu: o que foi? - segurei o riso.
Tody: não achei que ia passar pra essa fase. Tô despreparado. - falou sério, e eu ri.
Eu: só curte o momento, gato. - sussurrei, me deitando no sofá.
Cada movimento meu, ele olhava atento.
Ergui a sobrancelha e comecei a brincar.
Coloquei uma mão no meu seio, enquanto olhava diretamente pra ele. Comecei a brincar, e fazer cara de safada.
A feição do homem mudou na hora.
Enquanto eu brincava com o bico do peito, desci a outra mão pra minha intimidade.
Comecei a me masturbar. Tody sorriu e foi logo tirando o resto da roupa.
Não foi nem o tempo de piscar, o homem já tava nas preliminares.
Começou a beijar meu pé, minhas panturrilha, minhas coxas, até chegar em minha intimidade.
Tody: tu vai me deixar doido, pô. - sussurrou, olhando pra minha buceta. - hoje eu quero levar é surra de buceta mermo.
O mesmo caiu de boca, começou a chupar toda a extensão, logo chegou no clitóris.
Ele chupava com calma, mas ao mesmo tempo, com desejo, me deixando louca.
Enfiou dois dedos e enquanto chupava, me fodia com os dedos. Puta que pariuuuu!!!
A língua era abençoada. Não é só o beijo que leva na loucura não. Misericórdia.
Não consegui me conter, soltei um gemido alto.
Daí pra frente, foi só pra trás. O bofe sabia fazer um serviço de excelência.
Senti minhas pernas tremer, minha buceta formigar. Meu coração acelerar.
Logo cheguei no meu limite, parecia que tinha anos que eu não recebia um oral tão bom assim.
Ele me olhou cheio de malícia, e eu sorri, tentando recuperar o fôlego.
O clima tava bom, tava quente.
Ele veio beijando minha barriga, beijando meus seios, até chegar na minha boca.
Iniciamos um beijo mais calmo. Meu corpo todo tremendo, mas eu tava ali.
Entre os beijos, senti ele me penetrando. De início incomodou, ardeu, mas logo foi sucesso.
As estocadas eram lentas, conforme nosso beijo. Eu queria era mais.
Eu: me fode gostosinho. - falei entre o beijo. - mas fode rápido e com força. - o mesmo me olhou e sorriu.
Não precisei nem calar a boca. O homem virou uma máquina.
Socava com força, até o talo. Que loucura.
Nossos gemidos já tomaram conta de toda a casa.
VOCÊ ESTÁ LENDO
𝒰𝓂 𝒷𝓇𝒾𝓃𝒹ℯ 𝒶 𝓃ℴ𝓈.
FanfictionNós dois não tem medo de nada Pique boladão, que se foda o mundão, hoje é eu e você Nóis foi do hotel baratinho pra 100K no mês Nóis já foi amante louco, quantas vezes nós virou ex Bota a chave pra girar que se pá chegou nossa vez Tipo Santos na Bel...
