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Ágata.

6 meses depois.

O tempo voou, várias coisas acontecendo, e eu vivendo, graças a Deus.

Estávamos esperando uma menina. O nome ainda estava em análise, que loucura.

Ingrid e Freitas estavam tentando dar certo, porque errado já deram mesmo.

Eric foi pra Europa, viado sem compaixão pela minha saudade.

Eu e Vargas estávamos indo bem, até.

Lembra da tal garota que parou ele dentro da padaria? Pois é, uma pedra no sapato.

Já fui pra pegar ela umas 3 vezes, mas ninguém deixa.

Antes de parir, vou dá uma massagem maneira nela. Pra aprender a não mexer com macho comprometido.

Tody: toma, chefa. - encarei ele, pegando a garrafinha com caldo de cana.

Eu: cadê aquele ordinário? - ergui a sobrancelha.

Tody: foi vê uns armamentos com o Freitas. - disse despreocupado.

Eu: espero. - resmunguei.

Ele riu negando e logo vi Ingrid se aproximando.

Tody: isso que é obra prima. - falou olhando Ingrid caminhando.

Eu: deixa Freitas ouvir um trem desse. - falei divertida.

Tody: aquilo ali é um vacilão. - falou pensativo e me olhou assustado. - oxe.

Eu: o que tu tá sabendo? - ele negou.

Tody: oxe rapa, sei de nada não. - fez careta. - mas se eu tivesse uma chance era lapada dento. - fiz cara de nojo e gargalhei.

Eu: sai daqui, escrotinho. - ele riu, sacudindo os ombros.

Didi: que calor é esse, gente? - respirou fundo. - ainda bem que dona Rosa me trocou de cargo, não ia aguentar ficar dentro daquele fogaréu. - riu, se sentando do meu lado.

Eu: como tu tá? - encarei ela.

Didi: ótima. - relaxou na cadeira. - e nossa princesa? - colocou a mão na minha barriga.

Eu: eiiii, eu existo viu? - fiz drama e a mesma bufou. - pra ela estar bem, eu preciso estar bem. - sorri debochada.

Didi: mas e aí? - disse sem se importar.

Eu: diabo mesmo. - bati na mão dela devagar. - ela tá bem.

Ingrid riu, me abraçando de lado.

[..]

Já estava anoitecendo, e nem sinal daquele infeliz. O ódio que habitava em mim, era surreal. Se ele tá achando que as coisas vão se repetir, tá muito enganado.

Passou uns minutos, vejo o mesmo passando pela porta.

O blusa e calça suja de sangue. Ergui a sobrancelha, ficando calada, só observando aquela cena.

Ele ainda nao tinha me visto, tava pensativo.

Eu: aonde você tava? - falei séria, olhando minhas unhas.

Vargas: oxe mulher. - falou rouco, assustado. - achei que tava deitada. - sorriu sem mostrar os dentes.

Eu: responde. - respirei fundo.

Vargas: fui ver os armamentos. - encarei o mesmo, desconfiada. - bagulho deu ruim, teve trocação, um caralho mermo. - disse estressado. - perdi mó grana por causa desses rato do inferno.

Eu: não podia ter avisado? - ele me olhou.

Vargas: até parece que aquele bocudo não te falou né. - falou irônico e eu lembrei do tody falando. Respirei fundo.

Eu: você tá sabendo de alguma coisa do Freitas? - ele me olhou, curioso.

Vargas: tipo? - ergueu a sobrancelha.

Eu: sei lá, se ele tá sacaneando Ingrid de novo. - Vargas me olhou, pensativo.

Vargas: pô minha gata, fica de fora. - ergui a sobrancelha. - eles são grandes, tá ligado? Eles que se entendem.

Eu: tem essa não, Renan. - falei me estressando. - aquele vagabundo tá achando que tá no circo é? Tá achando que minha amiga é algum tipo de palhaço? Se ele tá achando que vai ficar sacaneando ela, tá muito enganado.

Vargas: amor, calma. - falou se aproximando e eu neguei. - olha nossa princesa aí pô, relaxa.

Encarei ele, respirando fundo. Que ódio da Bixiga.

__

Oi mores. Podemos entrar na reta final ? 🥳🥳🥳🥳 Acredito eu, que talvez tenha 2° temporada em!!!!

Comentem muito pra eu saber o que vocês querem que aconteça nesse final de história 🫨

𝒰𝓂 𝒷𝓇𝒾𝓃𝒹ℯ 𝒶 𝓃ℴ𝓈.Onde histórias criam vida. Descubra agora