Após receber um convite do chá revelação da prima Vívian de ver doida ao ter que reencontrar a família após anos do pior acontecimento de sua vida, ao se ver num beco sem saída ela não tem outra escolher a não ser levar seu vizinho o apresentando co...
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Saí cedo para resolver assuntos relacionados ao meu carro e aproveitei para renovar minha carteira de identidade, que não poderia permanecer vencida por muito tempo, visto que não sou brasileiro. Retornei para casa já bem tarde, encontrando Vívian deitada, absorta na leitura de um livro.
— Gabriel: Te amo, tá? — disse baixinho. Ela deu um meio sorriso e passou a mão pelos meus cabelos. — Não se esqueça disso.
— Vívian: Eu também te amo. Você é importante para mim. — beijou meu rosto com delicadeza. — Espero que eu seja para você. — Puxei-a pela nuca e a beijei.
Não desejava prolongar a tensão que havia entre nós; o encontro íntimo parecia a melhor forma de restaurar nossa harmonia.
— Vívian: Gabriel! — gemeu assim que me entreguei a ela.
Deitei-me sobre seu corpo, envolvendo-lhe o pescoço com firmeza enquanto penetrava com intensidade. Quanto mais seus gemidos aumentavam, mais apertava seu pescoço e lhe dava leves tapas na cintura. Beijei-lhe o pescoço, mordiscando seus seios com cuidado. Ela entrelaçou as pernas nas minhas costas, cravando as unhas em minha pele e suspirando. Saí dela, derramando-me em sua barriga.
Ajoelhei-me na cama, fitando seus olhos, enquanto acariciava seu cabelo que caía suavemente sobre o travesseiro, já entregue ao sono.
Na manhã seguinte, despertei cedo para manter minha rotina de corrida. Corri um pouco além do habitual, mentalizando as metas do dia de trabalho. Ao chegar, encontrei a mesa posta para o café e Vívian lendo atentamente.
— Vívian: Fiz bolo de laranja para você! — levantou-se, sorrindo. — Quer que eu coloque algo no seu prato?
— Gabriel: Vou tomar banho e já volto! — respondi, ainda ofegante. Ela concordou silenciosa.
Após o banho, retornei à mesa, onde Vívian tinha preparado tapioca com frango para mim, acompanhada de um pedaço do bolo de laranja e café preto.
— Gabriel: Obrigado — disse, sorrindo para ela.
— Vívian: Quer mais alguma coisa? Vou passar no Pilates e, quando voltar, faço salmão com aspargos, que você gosta.
— Gabriel: Não vou querer mais nada, obrigado.
— Vívian: Queria tomar café com você, mas demora tanto... — disse com certa melancolia. — Nos últimos dias, não temos mais feito nossas refeições juntos como antes.
— Gabriel: Minha agenda está um pouco corrida — respondi, olhando para o relógio.
— Vívian: Então, vou indo. — Tirou o roupão e pegou a bolsa. — Qualquer coisa, me liga. — Deu-me um selinho breve.
Após o café, retirei a mesa, escovei os dentes e parti para o trabalho.
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