ALERTA HOT! 🔥
A atmosfera estava carregada de desejo quando Antônio e Irene se encontraram novamente naquele sofá. A luz suave iluminava seus rostos, criando um ambiente perfeito para a paixão que se acumulava entre eles. O cheiro do perfume dela misturava-se com o cheiro dele e o de seus desejos, que começavam a aflorar, tornando o momento ainda mais sedutor.
- Irene, você não tem ideia do quanto eu esperei por isso. - Os olhos fixos nos dela, cheios de paixão.
- Então me mostre o quanto você me deseja. - Provocou, um sorriso malicioso nos lábios. - Cala a boca e tira a minha roupa. - Ordenou entre os beijos. - Eu quero dar pra você. - O enlouqueceu.
IRENE ON:
Eu quero enlouquecer o meu homem. Quero que ele se lembre dessa noite pra sempre. Não quero nada arroz com feijão. Sei o quanto Antônio esperou ansiosamente pelo momento em que pudesse me comer outra vez. Ele não fazia questão de esconder. Os olhares devoradores enquanto me preparava para dormir, a demora no banheiro, o cheiro de gozo no box... Era evidente que meu marido não pulou a cerca mas, se masturbou todo esse tempo enquanto pensava em mim, no meu corpo, e na loucura que é essa cama assim, pegando fogo.
Os dois se beijavam enlouquecidamente. Antônio acatava o pedido da esposa, livrando-se da camisola que ela vestia. E se perguntarem, sequer sabe onde a colocou. O fato é que depois da loucura que foi ter sua camisa completamente arrancada, enquanto tinha o pescoço chupado e as costas arranhadas por ela, encarar o corpo quase nu da mulher que agora subia sobre ele, era a visão mais privilegiada que ele já tinha visto.
ANTÔNIO ON:
Eu quase pude me esquecer do jeito devorador com que a minha mulher me levava para a cama. Gosto da Irene em todos as suas formas. Mas, assim, de calcinha fio dental e seios fartos, em cima de mim, enquanto tenho acesso livre a toda a extensão de sua pele, é de longe a versão que eu mais adoro. Ela sabe que estou totalmente arriado e vidrado por ela. Sabe que não vejo a hora de vê-la me engolir. Ninguém sabe me dar como ela, nem sentar no meu pau, nem beijar a minha boca, me chupar ou ser chupada. Ninguém sabe nem gemer do jeito que eu gosto e me agrada. Mas, ela sabe. Ela sabe tudo. Na verdade, era nessa Irene que eu pensava cada vez que tentava me controlar diante dela, me provocando prazer em qualquer oportunidade em que estivesse sozinho no banheiro e quarto, enquanto a imaginava totalmente nua em cima de mim.
- Molhadinha e apertadinha. - Sussurrou, ao dedilhar a carne encharcada da mulher, depois de arrastar sua calcinha para o lado. - Do jeitinho que eu gosto.
- Você gosta? - Mordiscou sua orelha, o calor de sua boca envolvendo sua audição. - Então vem, sente o meu gosto. - Pediu, num grito quase audível. - Me chupa, Antônio.
Com um movimento rápido, Irene se posicionou sobre ele. Tirando a minúscula calcinha, se abriu em seu rosto. As pernas de cada lado, dando a visão privilegiada de sua intimidade. O homem observava os grandes lábios se abrirem, depois os pequenos, o clitóris já ressaltado de tamanho, por causa da excitação da mulher e sua abertura. Bem ali, ao alcance de sua boca.
- Me chupa gostoso, Antônio. - Ordenou, enquanto se esfregava loucamente nele, que sugou tudo, sem questionar as ordens da mulher. - Ahhh... Que gostoso. Isso... Assim... - Rebolava em seu rosto, como se estivesse montando um touro mecânico. Se deliciou com a língua dele, enquanto seus dedos começaram a penetrá-la.
O homem intensificou as lambidas, sugando o clitóris da esposa como se o estivesse mamando. Ela ainda se contorcia em seu rosto. As mãos cravadas sobre a cama. Urrava de prazer.
- Você gosta do que está vendo? - Perguntou, sua voz suave e sedutora.
- Mais do que eu consigo descrever. - ele respondeu, seus olhos fixos nos dela, olhando -a de baixo. Ele tinha uma visão privilegiada de Irene totalmente arreganhada e seus seios fartos e pontudos. - Você é muito gostosa. Continua. Joga essa buceta gostosa na minha cara, joga.
Ela começou a se mover com mais intensidade, seu corpo arqueando e se contorcendo enquanto ela o dominava. Até que saiu bruscamente, se abaixando para alcançar o membro duro e enrijecido do homem, encarando seus olhos e lambendo seu entorno.
- Não judia, Irene! - Pediu, estarrecido. - Chupa. Chupa o meu pau. - Sussurrou, o prazer absurdo em seus olhos.
Ela se levantou bruscamente, deitando-se sobre a cama.
O homem a encarou, completamente perdido. Esperava ansioso pelas próximas instruções. Deixava que ela arquitetasse tudo e não se importa em não ser protagonista naquele momento.
- Vem! - Chamou, misteriosa. - Tá esperando o quê? - Sussurrou em seu ouvido, finalmente. - Fode a minha boca.
O mais velho não perdeu tempo, se posicionou sobre ela, na mesma posição em que ela estava há poucos segundos, enfiando toda a sua extensão em sua boca.
- Era isso que você queria? - Começou a estocar, enquanto ela o engolia por completo. - Engole. Engole tudo. - Ordenou. - Engole o meu pau, sua gostosa dos infernos. - Enlouqueceu. - Aí, caralho, que delícia. Que boca deliciosa. Isso... Assim. Chupa gostoso. - Gemeu.
Irene o conhecia bem, sabia que ele fala milhões de palavrões quando está muito excitado. Ela conseguiu o que queria, estava de fato enlouquecendo aquele homem. Enquanto fodia sua boca, ele ia a loucura. Seus corpos suados de prazer, suas mãos grandes e grossas segurando firmemente os seus seios, - esvaziados por ela para alimentar a filha que estava sobre os cuidados de babá e não vazar sobre Antônio -, continuavam grandes, redondos e deliciosos.
Depois de alguns minutos sobre a mulher que lambia todos o entorno da própria boca, sugando cada gota do pré gozo do homem com sensualidade, ele saiu de cima dela, a puxando para a beira da cama, sem cerimônia.
- Devagar. - O encarou, os olhos serrados. - Vai com calma. - Suplicou. - Eu não sei o quão apertado está. - Lembrou. - Aii, caralho.
- Você sempre foi apertadinha. - Se deitou sobre ela, enquanto espalhava sua saliva sobre a abertura, entrando devagar em sua intimidade. - Ahh... - Suspirou. - Que buceta gostosa. - Mordiscou sua orelha e cheirou seu pescoço.
- Isso Antônio. Eu quero que você sinta cada centímetro de mim. - Segurou o rosto do marido, abraçando seu pescoço com as duas mãos.
- Eu sinto tudo - gemeu, suas mãos deslizando pelo corpo dela, explorando suas curvas com avidez. - Você está me levando à loucura, Irene.
Irene sorriu, sentindo-se poderosa.
- E eu vou te fazer sentir ainda mais. - Declarou, sua voz carregada de determinação. - Eu tenho uma surpresa pra você.
- Uma surpresa? - Continuou penetrando a mulher, enquanto conversavam. - Que surpresa?
Ela diminuiu a distância entre eles, puxando o corpo do homem de forma brusca para cima de si. Deliciou-se de seu gosto na boca dele, um beijo quente terminado em uma mordida deliciosa nos lábios.
- Levanta. - Pediu.
O homem a encarou em tom de protesto:
- Levantar? Mas está tão gostoso, Irene. Você não está gostando?
- Está uma delícia. - Encarou, os olhos safados.
- Você sabe me comer gostoso e sabe disso. - Revirou os olhos enquanto o sentia de forma mais profunda.
- Então, porque quer que eu saia de dentro de você? - Falou pausadamente, enquanto beijava sua boca algumas vezes.
- Você já vai entrar de novo. E não vai se arrepender. - O empurrou vagarosamente com mistério, enquanto o homem acatava sua vontade.
- Deita aí. - Ordenou.
- Vai cavalgar? - Mordeu a boca enquanto a obedecia. - Vai cavalgar daquele jeito gostoso que só você faz?
- Xiu... Fica caladinho, fica. - Fez seu dedo indicador repousar sobre sua boca. - Eu vou te dominar. - Revelou. - De um jeito que eu nunca fiz com ninguém antes.
- Posição nova?
- Uhum... E você é o único com quem eu tento isso. - O seduziu. - Eu espero que você goste. - O encarou, chupando o seu pescoço, antes de se afastar.
VOCÊ ESTÁ LENDO
Antorene: The After
FanficE se Irene decidisse fugir da polícia? E se fosse obrigada a deixar Antônio para trás? E se Antônio fosse condenado a pagar por todos os crimes que cometeu, preso dentro de seu próprio império? Sozinho, como sempre temeu estar, até mesmo durante as...
