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- Você quer uma aulinha de história? Hum? - Levantou as pernas do homem, que a observava atento.
- Quero. - Quase gritou. - Se vier junto com aula de ciências eu tô topando demais. - Estapeou sua bunda quando ela se virou por poucos segundos.
- Vamos lá. - Se posicionou sobre ele. - O nome dessa posição que eu vou fazer é "amazona", na mitologia grega, as amazonas eram mulheres guerreiras que viviam nas regiões costeiras do Mar Negro.
- E o que as Amazonas tem a ver comigo assim, em posição de frango assado? - Protestou.
- Tem a ver que nessa posição, quem domina é a mulher. Como as Amazonas dominavam. É uma posição de empoderamento feminino. - Se ajeitou sobre ele.
- O que isso significa? - Encarou desconfiado.
- Significa que agora quem vai te comer... - Se encaixou nele, o fazendo suspirar de prazer. - Sou eu.
IRENE ON:
Quando decidi que era hora de retomar a nossa vida sexual, sabia exatamente a posição que queria experimentar com Antônio. A variação da cavalgada me parecia perfeita: eu estaria no controle, podendo guiar cada movimento, cada respiração. Assim que ele se deitou com a barriga para cima e levantou as pernas, um frio na barriga tomou conta de mim. A expectativa era palpável.
Irene começou a se agachar lentamente, encaixando-se nele enquanto se sentava. A penetração era profunda e intensa.
- Sente como ainda estou apertada. - Cochichou. - seu corpo arqueando em resposta ao prazer de dominar.
- Desgraça de posição gostosa. - Revirou os olhos. - Dá pra ir até no fundo. - Sentiu. - Que mulher é essa, além de saber dar a buceta como ninguém, ainda sabe comer.
IRENE ON:
Ao me agachar e encaixar seu pênis dentro de mim, uma onda de prazer me envolveu. A sensação de estar tão próxima dele, de poder ver seus olhos enquanto eu me acomodava, era indescritível. Senti o seu tamanho grosso penetrando-me lentamente, e isso me deixava ainda mais excitada. O olhar dele estava cheio de desejo e admiração, e isso me impulsionava a seguir em frente. Controlar o ritmo da nossa cavalgada era uma experiência única. Eu podia variar a intensidade da penetração conforme meu corpo se movia. Cada empurrão, cada ajuste que fazia trazia uma nova onda de prazer, tanto para mim quanto para ele. Ver as reações dele - os suspiros profundos, o brilho nos olhos - era como combustível para minha própria excitação.
- Cala a boca. - Mandou. - Cala a boca porque agora, sou eu que estou no controle. - ela diz com confiança, um brilho provocante nos olhos.
ANTÔNIO ON:
Eu nunca imaginei que uma simples mudança de posição pudesse transformar tanto a experiência entre nós. Quando Irene se posicionou sobre mim, a conexão entre nossos olhares se intensificou. Era como se, através do contato direto, pudéssemos ler os pensamentos e sentimentos um do outro, cada respiração e cada movimento contavam uma história. Ela estava no controle, e isso me deixava em um estado de deslumbramento. Irene guiava nossos corpos com uma confiança que me deixava sem palavras. Eu podia sentir a força dela, a maneira como ela assumia as rédeas da situação, levando-nos a um ritmo que era tanto nosso quanto dela. A tal da posição Amazona não era apenas física, era uma dança íntima onde cada ângulo explorado trazia novos estímulos, novas sensações. O contato do corpo dela com o meu era eletrizante. A forma como o clitóris dela se roçava contra mim criava uma sinfonia de prazer que nos envolvia completamente. Cada movimento dela era uma nova descoberta, uma nova forma de explorar o que significava estarmos juntos. O olhar nos olhos dela me dizia tudo: desejo, entrega e aquela cumplicidade única que só nós dois conhecíamos.
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Antorene: The After
Fiksi PenggemarE se Irene decidisse fugir da polícia? E se fosse obrigada a deixar Antônio para trás? E se Antônio fosse condenado a pagar por todos os crimes que cometeu, preso dentro de seu próprio império? Sozinho, como sempre temeu estar, até mesmo durante as...
