~Oie
~Tudo bem?
~Vou levar Kota aí um pouco depois das 16:20, pode ser?
Oi, estou bem-
E você?-
Claro, por mim tanto faz-
Então, fui no de Midoriya, vendo que ele só havia mandado mensagens de agradecimentos e agora se sentia mais aliviado.
Passei as mãos pelos meus cabelos, desliguei o celular e me virei, levando um susto ao dar de cara com Katsuki atrás de mim e com seu rosto extremamente perto do meu.
– O que foi?- Arqueei uma sobrancelha.
– Então não poderemos sair hoje, né?- Fez bico; com certeza ele havia visto a mensagem de sua mãe.
– Pois é, mas podemos aproveitar em casa mesmo.- Sorri e dei a volta por ele.- Quer que eu esquente a lasanha?
– Pode ser.- Deu de ombros.- Comi demais ontem, aí agora não estou com tanta fome.
Olhei para ele por cima do ombro, rindo quando o mesmo me mandou uma piscadela e mexeu suas sobrancelhas em forma de malícia.
Aproveitando que a lasanha já estava em dentro, liguei o forno e coloquei em uma temperatura meio baixa, porque eu também não estava com muita fome e, sendo assim, não precisava ter pressa.
Nisso, Katsuki abriu uma das portas dos armários de cima da pia, onde normalmente teria coisas para comer de lanche, e passou seu olhar pelas comidas.
– Tenho que comprar uns chocolates, só temos salgados nessa porra.- Fechou o armário.
– Segunda na hora do almoço eu compro e trago para casa.- Afirmei e dei uma olhada rápida na lasanha.- Temos que pedir para alguém ajeitar o nosso quintal, está feio.
– É verdade, vai saber se não tem mais alguma cobra ou até um escorpião lá.- Comentou, então engolimos em seco.
– Vê com o Kirishima ou o Kaminari se eles conseguem.- Falei o segundo com o olhar enquanto ele ia até o microondas.
– Pode deixar.- Discou alguns números e ligou.
Foi então que Marley entrou no cômodo, passou olhando torto por Katsuki enquanto vinha até mim e sentou bem em cima dos meus pés.
A partir disso, comecei a fazer carinho nele, em seguida começando a rir da expressão de indignação e desentendimento de Katsuki.
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☦︎༄14:23.
– Estou saindo para comprar algumas coisas, logo eu volto.- Falou descendo as escadas.
Franzi o cenho, pausei a série que estava assistindo e olhei para ele, o qual estava se aproximando do sofá enquanto digitava alguma coisa no seu celular.
Quando desligou o celular, guardou no bolso e levou sua atenção para mim, arqueando a sobrancelha com uma cara de confuso ao me ver irritada.
– Você não ia passar o dia comigo?- Perguntei brava.
– Sim, só que eu tenho que comprar os chocolates e outras coisas.- Explicou, mas eu não me senti convencida.
– Katsuki, o que você está aprontando?- Me levantei.
– Amor, eu só vou no mercado e já volto.- Chegou mais perto e colocou a mão na minha nuca.- Temos amanhã também para ficarmos juntos.
– Mas não sozinhos, Kota vai estar em casa e vai querer a minha atenção.- Tirei a mão dele da minha nuca.- E eu disse que segunda vou ir comprar as coisas.
– Não precisa, deixa eu ir hoje e não teremos que fazer um monte de coisas segunda.- Insistiu, e eu soltei um suspiro.
Eu até queria forçar mais para ele mudar de ideia, mas desisti e apenas sentei de volta no sofá, liguei a série e mantive a minha atenção na mesma enquanto ele ia para a garagem.
Contudo, alguns minutos depois - como eu já esperava -, a porta da garagem se abriu de novo, Katsuki veio até mim tirando a sua camisa e se sentou ao meu lado.
– Tá, eu fico.- Resmungou, e eu ri.
A partir disso, me deitei, e ele se acomodou em cima de mim, ficando entre as minhas pernas e com a cabeça no meu peito, inspirando profundamente e expirando com calma apenas uma vez.
Isso me lembrou o ano seguinte após a morte de seu pai, pois ele chorou como se fosse exatamente o dia no qual o perdeu, me mostrando que que ainda não tinha superado.
Fiquei horas tentando acalmar ele, procurando as palavras certas para não fazer seu choro aumentar, além de me esforçar pra caralho para não ter começado a chorar com ele.
Dei um beijo na sua cabeça, recebendo em troca uma mordida nada carinhosa em um lugar muito evidente do meu pescoço - ele sempre faz isso depois de contratar um cara novo.
– Quem é?- Arqueei uma sobrancelha.
– O nome dele é Hideo, trabalhou em duas empresas e ele mesmo pediu demissão.
Ele levantou a parte superior do seu corpo para me olhar, se apoiando em suas mãos - uma em cada lado do meu corpo.
– Ele vai ficar no lugar da Mina para eu ver sua determinação e capacidade. Enquanto ela vai no lugar da Hajime na sala de administração.- Afirmou.
– A Hajime não era gerente dessa sala?
– Sim, só que como eu preciso de uma secretária, escolhi ela.- Deu de ombros.- Ela ficou nessa empresa por mais de 30 anos e meus pais não a evoluíram para nada, mas estou fazendo isso agora.
– Mas como você acha que a Mina vai ficar?
– Bom, ela é bastante social, percebi durante o tempo em que passei a faculdade com ela e quando chegou pela primeira vez na empresa.- Começou a se deitar novamente.- Ela é capaz.
– Uau, ainda bem que não coordeno uma empresa, teria feito muita merda.- Ri.- Estou feliz por só controlar a área de impressões.
– Sei que é um negócio pequeno, mas, porra, foi você ficar sumida e tudo começou a ir por água abaixo.
– Claro, eu sempre faço a diferença.- Sorri e dei um beijo na sua cabeça.
Espero não me envolver em encrenca com esse cara, porque a maioria das pessoas novatas me trataram muito mal - pensaram que eu me acho melhor só por ser namorada do chefe.
Toma no cu, né?
Comecei a fazer carinho nos cabelos de Katsuki, rindo quando ele deu uma gemidinha e passou uma de suas mãos por baixo da minha camisa, deixando a mesma no peito.
Nisso, Nijel subiu na cabeceira do sofá e depois pulou para as costas do loiro, começando a "amassar pãozinho" nas mesmas enquanto também recebia um carinho meu.
Foi então que Marley surgiu, sentou ao meu lado e me olhou com sua típica cara de carência, fazendo eu me desesperar para fazer carinho em todos.
– Minha nossa.- Murmurei desesperada.
Toda essa confusão durou até eu me ver sem saída, desistir e olhar para a televisão, me assustando ao ver que havia perdido um capítulo inteiro.
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𝔒 𝔇𝔢𝔰𝔱𝔦𝔫𝔬 𝔫𝔬𝔰 𝔰𝔲𝔯𝔭𝔯𝔢𝔢𝔫𝔡𝔢
Fanfiction🥇#katsuki 🥇#bakugou 🥇#katsukibakugou Narrado pela própria protagonista. {Nome}, uma mulher que sempre foi dedicada ao seu trabalho, mas após um tempo as coisas começaram a sair fora do controle. Não conseguia mais acordar cedo e acabava se atra...
