Quando a cerimônia acabou, fomos com os nossos amigos até uma das mesas grandes e ficamos lá conversando, bebendo água porque ninguém queria me deixar com vontade.
Os noivos e a família dele estavam longe, mas dava de escutar os nossos nomes sendo mencionados diversas vezes lá.
Não sei que fofoca eles têm de nós, já que somos mais decentes do que os mesmos, afinal, quando ainda estávamos em dentro do salão, Mina e Kaminari nos contaram diversos babados deles.
Enfim, Katsuki estava mais tranquilo agora, chegava a rir com os outros machos e nem perdia mais seu tempo em olhar para Midoriya.
Esse que eu conseguia sentir olhar em mim, mas também não lhe dei atenção.
O nosso almoço foi muito divertido, pois estávamos juntos de pessoas que gostamos e nos fazem bem - as quais obviamente iremos convidar para o nosso casamento.
Teve um momento em que ficamos completamente quietos, que foi quando os noivos decidiram dar as suas "sinceras" palavras para nós.
– Bom, primeiramente eu gostaria de agradecer por terem aceitado o convite.- Midoriya começou.- A maioria de vocês fez parte da nossas vidas, alguns deixando uma falta enorme em nós.
Nesse momento, vi os punhos de Katsuki se fecharem em cima da mesma; ele sabia exatamente a quem o esverdeado estava se referindo, assim como eu.
Dei um beijo na bochecha do loiro, não dando mais uma mínima atenção ao que o homem estava falando, apenas me preocupando com o surto de raiva que poderia acontecer em Katsuki.
Contudo, pelas caras dos nossos colegas de mesa, o resto apenas pareceram palavras sendo jogadas fora.
Quando chegou a vez da noiva, ela falou praticamente as mesmas coisas que Midoriya, fazendo todos se olharem sem entender absolutamente nada.
Dava de ver que eles estavam tentando nos provocar; felizmente ou não, só estamos aqui porque em casa não tem quase nada para fazer.
Enfim, no final, a tarde toda foi cheia de babados, isso até sermos levados para o salão, onde havia bebidas e sobremesas para comermos, além de uma música animada para dançarmos.
Foi mais um dos momentos bons daquele dia, porque com a maioria dos homens quase bêbados, as piadas soaram mais engraçadas mesmo com a gente entendendo poucas delas.
Katsuki e eu éramos os únicos sem beber um gole de álcool; ele provavelmente porque não quer me deixar com vontade, algo que achei muito respeitoso.
Houve um momento em que ele passou o braço atrás de mim e deixou sua mão na minha cintura, me puxando para perto e pondo seu queixo no topo da minha cabeça.
Nisso, ele começou a dançar comigo lentamente, dando passos lentos de um lado para o outro, apenas aproveitando o ritmo da música quase abafada por conta das conversas altas.
Estar dançando assim com ele, fez com que a minha mente automaticamente apagasse todos os sons e pessoas ao nosso redor, focando na música e no loiro.
– Quando a gente for se casar, tenho certeza de que será muito melhor do que tudo isso aqui.- Disse ele no meu ouvido, fazendo eu me arrepiar.
Senti um sorriso bobo surgir no meu rosto conforme eu imaginava o nosso casamento, esse que realmente vai superar todos os quais já fui.
Quando a música acabou, começaram a vir outras mais animadas, fazendo a gente parar de dançar e apenas ficar conversando sobre coisas nossas.
No caso, não me refiro a contas para pagar ou serviços que deixamos de fazer, mas sim as nossas lembranças, como estamos indo no nosso relacionamento e tudo mais.
Ou seja, conversando sobre assuntos que muitos casais deixam de lado.
Foi então que tudo começou a ficar mais barulhento, pois começaram a conversar tão alto que foi preciso aumentar a música para algumas pessoas poderem aproveitar a mesma.
Era como se tudo estivesse estourando no meu ouvido, fazendo eu segurar a mão de Katsuki e puxar ele para fora do local, onde tudo pareceu se tranquilizar.
Essa é a festa de casamento mais caída e forçada que eu já participei.
Assim que já estávamos lá fora, Katsuki me levou novamente até aquela mesma ponte, onde ficamos conversando e trocando carícias mais uma vez.
Estava quase anoitecendo, então o céu estava extremamente lindo - e ficava ainda mais lindo quando se via ele pelos olhos de Katsuki.
– Se eu pudesse, ficaria horas e horas olhando para os seus olhos, beijando a sua boca, sentindo o cheiro do seu perfume, aproveitando o seu toque...- Falei me aproximando dele conforme dava uma pausa.
Ele levou suas mãos para a minha cintura e me colocou sentada no corrimão, mantendo seus dedos no mesmo lugar para me segurar.
– Eu te amo, {Nome}.- Afirmou e me beijou.
Ficamos vários minutos se beijando, aproveitando estar em um lugar onde a música estava abafada e os gritos nem existiam mais, ou seja, pura tranquilidade.
Os nossos beijos estavam lentos, fazendo com que eu pudesse sentir a sua língua se movimentando na minha boca de uma forma gostosa.
Poderia ficar muito mais tempo ali, mas um monte de homens bêbados começou a vir até nós, em seguida passando pela ponte antes de irem para o meio da mata.
Não demorou muito para mulheres super animadas também passarem por ali e cada uma ir para os braços de um cara.
Então, eu e Katsuki olhamos um para o outro e começamos a rir, depois saímos em passos rápidos dali até o estacionamento, entrando no nosso carro e indo embora sem avisar ninguém.
Ficamos vários minutos tentando recuperar o nosso fôlego, pois havíamos perdido o resto na nossa crise de riso - não estávamos bêbados, mas pareciamos.
No fim, Katsuki decidiu parar na praia, onde nem perdemos tempo em sair do carro, afinal, a nossa intenção era fingir ver o pôr do sol pela primeira vez.
Ele segurou o meu rosto e fez com que eu olhasse para o mesmo, deixando que me desse o mesmo beijo de minutos atrás, mas dessa vez com toques a mais.
– Vamos no banco de trás?- Arqueou uma sobrancelha, e eu ri.
A partir disso, sem precisar negar ou assentir, tirei o cinto de segurança e fui para o banco de trás, começando a rir de nervoso quando ele tirou a camisa e veio até mim.
– Temos que parar de fazer isso todos os finais de semana.- Murmurei enquanto ele abria as minhas pernas e se posicionava entre as mesmas.
– Cala a boca, sabe que fazemos isso porque não temos tempo durante a semana.- Resmungou tirando a minha calcinha.
Logo, ele começou a lamber a minha intimidade, segurando a minha cintura com firmeza para eu parar de me mexer - afinal, fazia tempo que o loiro não começava o ato assim.
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𝔒 𝔇𝔢𝔰𝔱𝔦𝔫𝔬 𝔫𝔬𝔰 𝔰𝔲𝔯𝔭𝔯𝔢𝔢𝔫𝔡𝔢
Fanfiction🥇#katsuki 🥇#bakugou 🥇#katsukibakugou Narrado pela própria protagonista. {Nome}, uma mulher que sempre foi dedicada ao seu trabalho, mas após um tempo as coisas começaram a sair fora do controle. Não conseguia mais acordar cedo e acabava se atra...
