– Katsuki.- Gemi quando ele penetrou fortemente dois dedos em mim.- Não estamos sozinhos em casa.
– Me esqueci dessa parte.- Resmungou e me deu um beijo rápido.- Não vou passar disso.
Foi então que ele começou a fazer diversos movimentos com seus dedos, fazendo eu ter morder meus lábios e às vezes o próprio homem para segurar os meus gemidos.
Olhei para o fundo dos olhos dele, sentindo o meu corpo arrepiar com a malícia e desejo totalmente evidente neles, deixando bem claro que ,se pudesse, iria mais longe nisso.
Com isso, aumentou a velocidade que botava e tirava seus dedos de mim, fazendo eu delirar a cada minutos que ficava sentindo essa maravilhosa sensação.
Sentia que não iria conseguir segurar por muito tempo os meus gemidos, até…
– Eu tô com fome!- Kota gritou batendo na porta do banheiro, fazendo eu e Katsuki levarmos um susto.
– Você não tinha pedido?- Perguntei em um sussurro para o homem irritado à minha frente.
– Na verdade, eu ia pedir depois que a gente terminasse isso.- Resmungou baixinho.
Soltei um risinho fraco e deitei a minha cabeça no peito do homem, o qual soltou a minha perna antes de começar a resmungar diversos palavrões enquanto tirava sua cueca.
– Eu vou tomar banho e já vou!- Respondi ao comentário do menino, e Katsuki ligou o chuveiro
– Tá bom!- Gritou pela última vez.
Abracei Katsuki por trás, ainda segurando o riso, e me arrepiei ao sentir a água gelada começar a pingar e escorrer pelo meu corpo.
Mesmo assim, tomamos nosso banho normalmente e de forma silenciosa, às vezes trocando um pouco de carícias, mas nada parecido com o que foi antes.
Até que terminamos de nos lavar e ele deu um beijo na minha testa, em seguida sorrindo de canto antes de me puxar para um abraço e aproximar sua boca do meu ouvido.
– Outro dia a gente vai terminar isso.- Deu um tapinha leve na minha bunda e me soltou.
– Pode crer.- Lhe mandei uma piscadela.
Saímos do box, nos secamos e Katsuki ficou esperando eu vestir o meu pijama, o qual era o que eu queria mostrar para o loiro, de pé e com os braços cruzados.
Quando fiquei pronta, coloquei as mãos na minha cintura e sorri alegremente, obedecendo quando ele fez um sinal com o dedo para que eu desse um giro.
O loiro riu da minha animação e ansiedade enquanto esperava a sua resposta, então fingiu uma cara de pensativo e sorriu de forma simples.
– Ficou extremamente linda assim como é todos os dias.- Afirmou.- Agora preciso que você pegue a minha roupa.
– É mesmo.- Falei me lembrando, em seguida destrancando e abrindo a porta antes de sair.
Mas foi bem rápida a minha ida e volta, já que fui correndo para o quarto, peguei a roupa em cima da cama e voltei correndo para o banheiro.
Entreguei a roupa para o homem, me sentei na cama e fiquei esperando ele sair do cômodo enquanto começava a pensar sobre a festa da família de Katsuki.
Nisso, ele saiu vestindo a camisa e se aproximou de mim, segurou o meu queixo com o dedo indicador e polegar fazendo eu olhar profundamente para seus olhos vermelhos.
Foi então que nossos começaram a se aproximar e logo eu já conseguia sentir a respiração dele na minha pele.
Os meus olhos estavam completamente vidrados nos dele, os quais também estavam fixados e, mesmo no escuro do quarto, eles ainda pareciam brilhar fortemente.
Assim que nossos lábios se encostaram, coloquei as minhas mãos nos seus ombros e cedi quando ele fiz a típica permissão para o uso da língua.
O nosso beijo era lento como o primeiro que tivemos, mas era extremamente quente e gostoso ao mesmo tempo.
Contudo, toda essa maravilha durou pouco tempo, já que escutamos Kota resmungar e começar a bater na porta até levarmos nossa atenção para ele.
– Estou com fome.- Disse ele irritado e saiu do quarto.
Eu e Katsuki nos entreolhamos e começamos um beijo selvagem, apenas para podermos pagar pelo tempo que ficamos gastando naquele de anteriormente.
Mas logo paramos, pois tínhamos que alimentar o nosso pequeno elefante do bucho grande.
Katsuki foi pegar o seu celular, o qual vi que estava no criado-mudo ao lado da cama, e começou a mexer no mesmo, logo colocando o mesmo perto do ouvido.
Como sabia para quem ele estava ligando, falei o tipo de pizza que provavelmente Kota iria querer, além de outros gostos para nós dois, e saí do quarto.
Quando cheguei na sala de estar, vi Kota sentado no sofá, com uma cara emburrada e assistindo seriamente um desenho na televisão.
– Katsuki está pedindo pizza para nós.- Falei enquanto ia até o garoto.- Tudo bem?- Me sentei ao seu lado.
– Sim, só não acho legal vocês ficarem se beijando comigo em casa.- Bufou.
– Desculpa, Kota.- Passei as mãos pelos seus cabelos.- Mas quem sentiu interesse de ir lá para ver foi você.
– Fica quieta, deixa essa parte de lado.- Cruzou os braços e manteve a mesma cara.
Então, eu soltei um suspiro, sorri de canto e comecei a fazer cócegas no menino, o qual começou a rir de forma desesperada e tentou escapar de mim, falhando de forma miserável.
Marley ficou todo animado com a risada do garoto e pulou em cima do sofá, começando a dar mordidinhas de brincadeira em Kota como ajuda para as minhas cócegas.
Ficamos nisso até ele ficar sem ar, todo suado, com as bochechas extremamente vermelhas e quase perto de começar a chorar de tanto rir.
Então, Marley pulou do sofá e foi até um canto da sala de estar, onde tinha uma cama de cachorro, a qual é azulada com ossinhos da cor preta estampados, e potinhos para colocar comida e água.
Esses também eram azul, mas não possuíam estampa e pareciam já estar cheios.
Além de tudo isso, também havia percebido uma coleira no cachorro durante a brincadeira, a qual tinha o seu nome escrito no ossinho de ouro pendurado nela.
Franzi o cenho tentando entender como aquelas coisas surgiram, então Katsuki surgiu, ficou parado me olhando confusa por um tempo e sorriu, dando na cara dura que foi ele quem comprou.
Fechei a minha expressão na brincadeira com ele e fui para a cozinha, no mesmo instante ouvi o interfone que fica do lado da porta tocar, provavelmente sinalizando a chegada do entregador.
Katsuki deve ter atendido, pois depois escutei um barulho na porta do apartamento, e Kota apareceu sorrindo incrivelmente alegre.
O menino me ajudou a levar as coisas para jantarmos para a mesa, em seguida se acomodou na sua cadeira de sempre e ficou esperando o loiro voltar.
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𝔒 𝔇𝔢𝔰𝔱𝔦𝔫𝔬 𝔫𝔬𝔰 𝔰𝔲𝔯𝔭𝔯𝔢𝔢𝔫𝔡𝔢
Fiksi Penggemar🥇#katsuki 🥇#bakugou 🥇#katsukibakugou Narrado pela própria protagonista. {Nome}, uma mulher que sempre foi dedicada ao seu trabalho, mas após um tempo as coisas começaram a sair fora do controle. Não conseguia mais acordar cedo e acabava se atra...
