Capítulo 17
Christopher acordou com o barulho do despertador, levou apenas um dos braços até a pequena mesa de cabeceira e pegou o celular, silenciando-o em seguida.
Então soltou o aparelho e voltou-se para a morena, vendo-a tão confortável em seus braços, apenas com a camisa branca que ela havia escolhido na noite passada. Sorriu de forma boba ao mirá-la e lembrar-se de tudo o que haviam vivido: brincadeiras com a Alexa, momentos intensos de amor na sala, no quarto e no chuveiro. O fim de noite com o cappuccino que ele preparara, deitados na cama e ouvindo blues; fora tão natural adormecer com ela, que aquela já parecia uma rotina consolidada em sua vida.
Dulce= No que está pensando? – beijou o peito nu dele, fazendo-o despertar outra vez.
Christopher= Bom dia, pequena. – o sorriso ampliou-se em seus lábios.
Dulce= Bom dia. – aconchegou-se melhor em seus braços. – Está tudo bem?
Christopher= Sim, na verdade eu não estava pensando. – cobriu ambos os corpos. – Eu estava lembrando. De ontem à noite, para ser mais específico.
Dulce= Fizemos muitas coisas ontem à noite. – sentiu a perna dele deslizar entre as suas.
Christopher= Eu me lembrava de tudo. – puxou-a e a deixou sobre si. – De cada momento contigo, de como você torna tudo especial.
Dulce= Hm. – sentou-se sobre ele e levantou o tronco para olhá-lo. – E esse carinho logo cedo é o que?
Christopher= É consequência do quanto gosto de você. – levou as mãos à coxa dela, apertando a região.
Dulce= Sei. – olhou- com desconfiança. – Precisamos trabalhar.
Christopher= Daqui a pouco, vai. – pediu. – Depois que eu te der uma prévia do que teremos pelo resto da vida.
Dulce= Pelo resto da vida, hm? – abriu os primeiros botões da camisa. – Posso gostar disso.
Christopher= María... – sentia o corpo corresponder involuntariamente a cada botão que ela abria.
Dulce= Pode descrever? – abriu todos os botões, mas não tirou a camisa. – Detalhadamente. Tudo o que quer fazer.
Christopher= E você vai... aceitar? – subiu as mãos até a calcinha dela.
Dulce= Pode ser que... – deixou a camisa deslizar por seus braços. – Sim.
Ele sorriu ao vê-la, e ela lhe devolveu o mesmo sorriso bobo. Começar o dia daquela forma, de fato, já parecia natural para ambos.
Perderam mais de meia hora na cama, amando-se até que os corpos estivessem satisfeitos e pudessem realmente iniciar o dia.
Tomaram banho juntos, arrumaram-se em meio a beijos e risadas, e quando desceram para a sala, Samay já terminava de arrumar a mesa de café da manhã.
Christopher= Sama! – sorriu para a senhora. – O cheiro está chegando lá em cima, sabia?
Samay= Fiz para apressá-los, assim vocês não se atrasam. – ganhou um beijo do menino e outro da morena. – É bom vê-los juntos!
Christopher= Demorou, eu sei, mas agora essa garota não sai mais daqui. – piscou e puxou a cadeira para a morena.
Dulce= Ele está incontrolável hoje, Samay. – sentou-se à mesa, visivelmente sem graça.
Christopher= Estou feliz, Sama. – sentou-se ao lado dela. – Pode me ajudar a convencê-la disso?
Samay= Não é preciso convencer, meu filho. – serviu o café para ambos. – É notável só de olhar para vocês dois.
Dulce= Obrigada por tudo, Samay. – a senhora lhe sorriu. – E por mais um incrível café da manhã!
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Jogada Perfeita
RomanceEle quer o senado. Ela é o caminho. Ela busca justiça. Ele tem os meios. São dependentes e atraídos como imã. Amor para alguns. Pesadelos para outros. O consenso? A jogada perfeita. Segundo livro da série disponível aqui: Jogada Paralela https://w...
