Second season:two hundred and twenty-three
★ Negócios? ★
{Washington D.C}
<Tainá Costa narrando>
Desliguei a chamada com a Lara, jogando o celular na cama com frustração e soltando um grunhido. Desci as escadas em disparada, entrando na sala de jogos com raiva fervendo no peito. Gustavo se assustou com a minha entrada e levantou num pulo.
— Tainá! Que isso, não sabe bater, não?! — Ele exclamou, surpreso.
— Você mandou gente atrás do Victor e da Bárbara?! — Gritei, sem nem pensar.
— Não... — Ele respondeu hesitante, mas o suficiente para eu perceber que ele estava mentindo. Minha raiva explodiu.
— Gustavo! — Peguei o primeiro copo de vidro e arremessei na direção dele. Ele se abaixou a tempo, o copo estourando contra a parede.
— Meu Deus! — Ele exclamou, surpreso com minha fúria.
— Eu mandei você ficar fora disso! Você é burro ou só finge que não entende?! — Peguei outro copo e joguei com força.
— Você acha que manda em alguma coisa? Não sabe nem metade do que está acontecendo! — Ele retrucou, aumentando o tom. — Eu não mandei ninguém atrás do Victor e da Bárbara! Eu mandei atrás da Lara!
— O quê?! — Eu mal conseguia acreditar. Arregalei os olhos. Ele so podia estar ficando louco. — Mandou gente atrás da Lara? Se algo acontecer com ela, eu juro que te caço até o inferno!
— Qual o seu problema? Você está criando sentimentos por ela? — Gustavo rebateu, e meu olhar ficou ainda mais ameaçador. — Era pra vigiar ela, ela pode por tudo por água a baixo. Trabalho.
— Se algo acontecer com a Lara, eu nunca vou te perdoar! — Gritei, minha raiva transbordando e arremesando outro copo. Os pequenos cacos estilhaçaram e um deles voou cortando o braço do meu irmão. — Eu tô cansada de você e dessas suas desculpas de merda!
— Porra. — Ele disse ao colocar a mão por cima de seu braço ferido. — Sem criar sentimentos por ela! Não precisa fingir que se importa, ela não está aqui agora. — Ele soltou com sarcasmo. — Eu não tive escolha tá?
— Pera aí, você foi mandado?Gustavo você tá ouvindo as baboseiras daquele cara?!
— Não são baboseiras, são negócios.
— Negócios?E sou eu que não tenho dimensão do que to acontecendo?
Antes que ele pudesse responder a voz da maeve minha melhor amiga ecoou pela sala.
— Oi gente, o que tá acontecendo? — Ela disse analisando a bagunça.
— Tainá nem sempre as coisas saem do jeito que você quer, você tem que parar de ser tão mimada. — Gustavo disse já de saco cheio da discussão.
Aquelas palavras foram a última gota. Levantei a mão e dei um tapa forte em seu rosto, o som ecoando pela sala. Maeve entrou correndo e me segurou antes que eu fizesse mais.
— Repete isso agora! — Eu gritei, lutando contra Maeve, tentando me soltar.
— Tainá, para! — Maeve me arrastou para fora da sala de jogos, mas eu ainda sentia a fúria queimando dentro de mim.
Eu sabia que aquilo não tinha acabado.
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case thirty nine:season two
FanfictionApós um mês de intensa investigação, a verdade finalmente vem à tona: a misteriosa mafiosa conhecida pelo codinome Ariel é revelada. Mas essa descoberta é apenas o começo de um jogo ainda mais perigoso. Bárbara Sevilla e Victor Jones agora enfrentam...
