Capítulo trezentos e cinqueta e dois.

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Second season:three hundred and fifty two
Sentiu saudades é? ★

Recuperei o fôlego e levantei observando seu sorriso de canto no rosto. Me apoiei na cama e sentei na cama sentando nos meus próprios pés e baixando o vestido ainda sem calcinha. Victor se aproximou uma das mãos em minha coxa.

— Eu disse que minha boca é melhor trabalhando em outras coisas. — Ele sussurrou ainda com nossos lábios próximos em uma provocação e eu encarava fixamente seu lábio.

— Cala a boca. — Respondi e ele voltou a me beijar em um beijo casto. Ele afastou meu cabelo do ombro e pós a mão no meu pescoço. Correspondi quase de imediato.

— Sentiu saudades é? — Victor indagou entre o beijo e eu estava quase necessitada do seu beijo. Um mês longe dele, eu não sabia que ia sentir tanta falta do seu beijo, do seu toque, do seu corpo.

— Você acha? — Respondi sarcástica e revirei os olhos, ele veio de encontro a minha boca e dessa vez eu virei o rosto. Ver seu rosto de decepção fez meu ego aumentar.

— Vai se fazer difícil agora Sevilla? — Victor disse e eu ri e ele segurou meu rosto fazendo eu olhar pra ele. E eu analisei cada traço seu, observando o quanto ele é lindo. Suas mãos foram ao redor do meu pescoço, fazendo eu me arrepiar. Ele sabia que aquilo era ponto fraco. — Não brinca comigo, gatinha. Eu te conheço.

— É? — Respondi quase contra seus labios Victor c sorriu em resposta.

Voltamos a nos beijar e ele puxou minhas coxas fazendo eu sentar em seu colo. Suas mãos apertaram minha bunda e em seguida deu um tapa, separei o beijo tirando sua camisa.  Era como se estivéssemos em abstinência um do outro. Eu
arranhei seu abdômen levemente e ele acompanhou os meus movimentos com os olhos. Victor abaixou as alsas finas do meu vestido e distruibiu beijos pela parte nua da minha pele que o sutiã não cobria. Movimentei o quadril em reflexo e pressionei seu pau por cima da calça, em resposta Victor arquejou e perdeu o rumo do que tava fazendo. Continuei remexendo os quadris de forma provocativa, e sentido ele ficar cada mais excitado, assim como eu. Meu quadris iam pra frente e pra trás ou faziam movimentos circulares. Victor jogou a cabeça pra trás

— Porra, isso é tortura. — Ele sussurou e eu puxei sua corrente de prata fazendo nossos rostos ficarem próximos. Por uns segundos ficamos em silêncio. — Você é linda.

Eu sorri em resposta e apertei os olhos. Empurrei seus ombros fazendo ele cair deitado e ele pareceu suspreso com a atitude. Geralmente em nossas ficadas, era ele que fazia todo, controlava a maior parte. E eu não podia negar que eu gostava de ser dominada, mas dessa vez eu ia fazer diferente. Comecei a beijar seu tórax até sua barriga e sentir sua respiração acelerar. Desabotei sua calça e ele antes de tirar a calça por completo ele puxou o preservativo. Ele abriu a embalagem rapidamente e colocou sobre seu pau. Victor segurou meu quadril guiando até ele estar completamente dentro de mim.

Suas mãos percorriam todo o meu corpo o explorando como se estivesse mapeando meu corpo e apertando minha bunda. Eu remexia os quadris rapidamente fazendo seu pau entrar e sair de mim com precisão, a cama batia freneticamente contra a parede, e o quarto era preenchido pelos gemidos incontroláveis de ambos. Remexia a cintura como se fosse uma dança e Victor tinha uma expressão de satisfação na rosto.

— Caralho... não para... — Ele gemeu e eu apoiei as mãos em seu peito.

Eu gemi manhosa quando sua mão deslizou por meu clitóris inchado e pulsante novamente. Ele fazia movimentos circulares e eu fui diminuindo a velocidade em que meus quadris se movimentavam, não conseguindo manter o foco. Como ele sempre sabia como me tirar da zona de conforto?Eu estava mais ofegante. O ritmo ficou mais lento e mais fundo. Entrava lentamente até o fundo e saia lentamente também. As mãos do Victor foram parar em minhas coxas as segurando.

— Porra vou gozar... — Ele gemeu com necessidade.

Recuperei o ritmo e os gemidos ficaram mais altos - se e que isso é possível. A região entre minhas pernas estava pegando fogo e eu estava delirando com aquilo. Quando Victor desferiu um tapa forte em minha bunda foi o suficiente para que o ápice atingisse toma conta do meu corpo pela segunda vez. Eu havia atingido o ápice duas vezes, algo que nunca tinha acontecido antes. Apertei as parentes internas o que foi o suficiente para que o Victor gozasse em seguida. Sexo com paixão e saudades.

Me joguei na cama ao seu lado, sem forças, dominada pelo exaustão e satisfação. Meu corpo praticamente se derreteu e minhas pernas estavam fracas. No final não importa o quanto a gente discuta, e brigue a gente sempre vai acabar assim. Mesmo que não esteja cem porcento resolvido. Esses momentos de alguma forma me traziam esperança de que talvez a gente ainda de certo. Nem que seja sexualmente.

Ficamos ali por um tempo até regular as respirações ofegantes que no momento preenchiam o silêncio do quarto que era iluminado apenas pela luz da lua cheia. Victor foi o primeiro a levantar pra jogar a camisinha usada fora. Coloquei as mãos no rosto, pensando sobre como toda aquela situação. Eu estar apaixonada por ele, o que eu faria daqui pra frente?Eu queria ficar perto dele. Mas será que eu suportaria a pressão de fazer dar certo?A gente tinha maturidade pra ficar junto sem brigar na primeira oportunidade?Podíamos mesmo fazer dar certo sem nós destruir no processo?

Levantei a cama e ajeitei o vestido rapidamente e procurando minha calcinha pelo quarto. Eu vi o Victor recolhendo sua roupa, se vestindo também. Achei a última peça que faltava e vesti e em seguida procurando os saltos.

— O quanto é errado transar na casa dos outros? — Victor disse em tom de oiada me fazendo rir em meio aquele caos que tinha na minha cabeça. Ele é minha calmaria.

— Muitas pessoas fazem isso. — Respondi calçando os sapatos. Tentando afastar os pensamentos que puxavam cada vez mais pro Victor. Aquilo tava ficando muito profundo. Eu sabia que podia confiar nele, ele era a pessoa certa. Mas ele não podia confiar em mim. Eu era muito bagunçada pra ele se entregar e eu magoa-lo.

Levantei com a intenção de ir embora mas o Victor impediu minha passagem e eu cruzei os braços e desviei o olhar. Como ele conseguia fazer eu me sentir tão vulnerável?Senti minhas bochechas vermelhas.

— Você ta vermelha. Tá com vergonha anã gótica? — Ele provocou com sorriso divertido e eu dei de ombros tentando parecer indiferente mesmo que o rubor que crescia em minhas bochechas me entregava.

Então ele me puxou pela cintura seu toque quente familiar me atingindo como uma descarga elétrica. Victor roçou o nariz em minha bochecha de forma carinhosa, como se aquele simples contato fosse o suficiente pra acalmar toda a tensão.

— Não vai se despedir? — Ele falou e eu não pude evitar sorrir.

— Eu disse que só queria te usar. — Murmurei e ele riu e beijou minha bochecha. Separei o contato. — Eu tenho que ir, tá tarde. — Falei e ele assentiu esperando eu ir embora. Mas antes eu beijei sua bochecha, algo que ele sempre fazia, mas eu nunca tinha feito. — Boa noite cosplay de vândalo.

Eu falei e saí deixando o quarto pra trás.

case thirty nine:season twoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora