Capítulo trezentos e setenta e sete.

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Second season:three hundred and seventy-seven
Adoro te ver assim ★

Foi minha deixa. Segurei o rosto dele e o beijei. Não era um beijo calmo, mas cheio de urgência, e ele respondeu à altura, aprofundando o gesto sem hesitar. Em um impulso, subi em seu colo, enquanto ele afastava meu cabelo dos ombros, os lábios agora descendo pelo meu pescoço.

— Ih, tá animadinha, hein? — Ele murmurou contra minha pele, a voz rouca e carregada de humor.

— O que você acha? — Respondi com ironia, tentando soar controlada, mas a maneira como ele beijava minha clavícula deixava claro que eu estava longe disso.

Seus beijos pareciam me excitar cada vez mais e eu arquei as costas enquanto ele descia os beijos. Em meios a sussuros desconexos, procurei sua boca novamente para iniciar outro beijo. Victor correspondeu o beijo e intensificou o aperto em minha cintura. Passei os dedos indelicadamente pelos seus cabelos. Ele passou a mão por toda minha extensão das minhas costas enquanto descia parar acariciar minha nádega direita. Victor sorriu maliciosamente durante o beijo e eu meu tesão apenas aumentou. Nossos corpos se roçavam em urgência enquanto nos beijávamos  sem nenhuma delicadeza quase competindo espaço com nossas línguas.

Era difícil explicar como o meu corpo reagia ao toque do Victor. Meu corpo podia dar choque de tanta eletricidade que soltava. Essa sensação era viciante pra mim. Parecia que quando mais a gente se apaixonava mais a tensão sexual aumentava e mais a gente se desejava.

Remexi o quadril pra frente como se quisesse cessar o espaço entre nossos corpos e ele gemeu pressionado a minha boca. Victor puxou minha bainha do moletom e eu levantei os braços para facilitar. Ele puxou meu cabelo enrolando em sua mão e me forçando a inclinar levemente a cabeça para trás pra ele distribuir os beijos por meu corpo pela parte de cima nua e deixando algumaa marcas roxas pequenas na região da clavícula. Senti meu corpo estremecer levemente. Era quase inacreditável que mesmo depois de tanto tempo ele ainda me causava essas sensações.

Ergui a postura e troquei olhares com ele. Eu particularmente adorava olhar o Victor nos olhos durante esses momentos, seus olhares me causavam arrepios e faziam eu me sentir desejada mais do que eu nunca tinha sentido. Victor voltou às mãos pra minha coxa e eu voltei a remexer a cintura sentindo seu pênis por cima da calça. Era como uma tortura boa e excitante, e seus gemidos aumentavam meu ego e a tensão do quarto.

— Caralho, isso é muito bom. — Ele sussurou e eu sorri analisando cada centímetro do seu rosto. E pressionei com mais força. — Depois você diz que eu te provoco?! — Victor disse com um pouco de dificuldade e eu sorri.

— E você gosta né?

— Shiu. — Ele respondeu e pegou minhas mãos jogando pra trás.

Com o gesto eu Deitei na cama e separamos o beijo pela falta de ar. Ele tirou o moletom fazendo eu fitar seu abdômen.  Victor puxou minha calça e jogou em algum lugar do quarto. Comigo praticamente sem roupa, ele aproveitou para dar beijos mais demorados e mais provocativos pelo corpo todo. Eu adorava a sensação de ser dominada e ter a sensação de prazer depois de um dia estressante. E eu e o Victor nós dávamos bem, e nossos corpos praticamente se entendíam mesmo sem dizer nada.

— Victor... — Gemi necessitada. — Por favor...

Ele sorriu e quando se inclinou para pegar o preservativo eu levantei sentando na cama e puxei a corrente de prata que ele usava fazendo ele virar pra mim.

— Esquece isso. — Sussurei com nossos rostos a centímetros. — Eu tomo anticoncepcional.

— To com os exames em dia. — Ele complementou e eu assenti.

Ele tirou meu sutiã e voltamos pro beijo, com suas mãos apertando meu peito. Em certo momento ele abaixou a cabeça e passou a língua de jeito circular  em meu mamilo o deixando duro e fazendo meu corpo se contrair sobre sua língua quente e em seguida ele abocanhou. Eu não sabia se era porque eu estava tão sensível, mas tudo estava me levando ao um tesão absurdo como se estivesse com hormônios acumulados. Fechei os olhos.

— Porra me fode logo. — Gemi em meio a delírios. Observei o Victor dar seu sorriso convencido.

— Adoro te ver assim.

Ele me deitou na cama e eu ergui o quadril quase em desespero quando ele tirou a última peça de roupa. E logo ele tirou a sua também. Victor fez eu virar de costas e eu segurei os lençóis enquanto meus mamilos doloridos roçavam os lençóis.

Ele fez nossas intimidades desnudas se encaixarem e voltamos para um beijo, dessa vez mais intenso e com os gemidos entre o beijo. A sensação do sexo livre era mil vezes mais prazerosa. Movimentei os quadris agressivamente ao mesmo tempo que os gemidos ficavam mais altos. As mãos do Victor puxaram meu cabelo fazendo eu jogar a cabeça pra trás.

— Eu quero te ouvir gemer meu nome. — Victor sussurou com a voz rouca me fazendo estremecer.

Eu comecei a murmurar algumas palavras de satisfação desconexas ele começou a se mover mais  deixando os movimentos mais rápidos.  Rapidamente o ritmo se intensificou e nos respiravamos de forma descompassada. Ele começou a misturar as estocadas com talas e  eu arfava alto e nem mais tentava conter os gemidos.

Quando seu pau tocou o ponto mais sensível, minhas paredes internas se apertaram contra seu pau e eu atingi o ápice me permitindo gemer alto. Enquanto eu gemia, Victor gozou e eu senti o líquido quente em meu interior.

Ele se jogou ao meu lado e eu esperei um pouco para regular a respiração. Quando cessou eu fui tomar banho gelado rápido para esfriar a temperatura corporal. Quando voltei pro quarto Victor estava vestido de calça de moletom e sem camisa. Eu abri a mala procurando outra roupa s optei por minha calcinha e peguei a camiseta branca do Victor. Voltei pra cama e o abracei seu quadril. Ele me abraçou de volta e beijou minha cabeça.

— Não vai pro seu quarto não é? — Victor disse e eu revirei os olhos.

— Quer que eu vá embora? — Respondi e ele riu.

— Relaxa esquentadinha.

— Sem mão na coxa. — Murmurei mudando de assunto e ele riu e assentiu.

— Eu percebi o quanto você destesta né? — Ele disse sarcástico.

— Tá cheio das piadinhas hoje né?

— Você que se jogou pra cima de mim, e eu que sou o engracadinho? — Ele respondeu e eu resmuguei e ele me abraçou mais forte.

— Está cansada? — Ele perguntou e eu resmuguei em resposta. O que significava sim. — Vou te deixar quieta agora.

Eu concordei e o abracei mais forte.

A gente ainda tinha mais duas semanas pela frente até a festa. Seriam duas longas semanas e a investigação começava no outro dia. Eu precisava mesmo descansar. Em questão de segundos eu adormeci abraçada com o Victor.







case thirty nine:season twoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora