CÓPIA E PLÁGIO É CRIME!!!
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Uma garota com tendências suicidas
cruza o caminho de um
Assassino em série.
Oque pode dar errado?
TUDO.
Rafael foi diágnosticado com psicopatia aos treze anos de idade,
e entendeu o motiv...
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Eu estava ali, naquele quarto mais uma vez, com o psicopata que tanto me deixava confusa e submissa à ele. Aquilo me trazia medo, eu ficava nervosa e minhas pernas tremiam a cada fala, toque ou riso dele. Aquele beijo dele, na enfermaria, havia me deixado ainda mais nervosa e trêmula, era uma coisa que eu nunca tinha sentido, era diferente. Sim, eu nunca havia beijado ninguém, nunca namorei nem nada, pois não considerava importante, e também não queria dar pra ninguém o fardo pesado e desconfortável que é namorar uma garota problemática como eu, uma suicida deprimida e inútil. Por isso nunca pensei muito em relacionamento. Mas o beijo dele... Mordendo levemente meus lábios avermelhados, com os seus tão quentes e excitantes, enquanto suas mãos subiam meu rosto e cabelo, os acariciando, e eu me sentia arrepiar... Aquela sensação, era boa. Eu me sentia viva ali, naquele beijo tão quente e bom, e Eu me afogava o mais profundo nos braços dele. Depois, meu coração que estava carregado por euforia e fervente de alucinação pelo beijo de Rafael Blacktide, estava dando lugar ao pânico interno e externo, uma crise de choro enquanto eu entrava em choque, eu me arrepiava, enquanto observava arielle ser morta a tiros na minha frente. Seu sangue respingou nas paredes e em meu rosto frio e paralisado com aquela cena de assassinato à sangue frio. Rafael era tão sádico e perverso, que até havia vestido luvas pretas de látex, para que todos, inclusive a polícia, pensassem que arielle cometeu suicídio, já que a arma que ele usou pra matá-la, foi deixada junto ao corpo, banhado de sangue no chão frio da enfermaria. Eu havia entrado em estado de choque, e depois de um tempo de olhos abertos e sem me mexer, desmaiei. Com aquela cena me assombrando. E então, ele me pegou no colo, e despercebidamente saiu da escola, me levando até seu opala preto, e agora, estou na cama dele, olhando para seus olhos azuis cínicos e maldosos, enquanto ele me faz perguntas e fala sobre nossa possível viagem para nova York. Sim. Ele decidiu que iria me contar sobre a vida dele, isso era uma surpresa pra mim. É claro. Mas fico feliz por finalmente ouvir a história desse perverso assassino ao qual pertenço agora. - Nova York... a cidade dos sonhos. Falei oque todos falavam de lá, enquanto pensava em como será quando eu chegar lá, com aquele lindo e insano homem. Ele então, se levantou da cama devagar, e deu uma leve risada, soando em tom de zombaria. - Cidade dos sonhos, é? Bom. Pelo menos pra mim não foi assim. Disse ele enquanto ficava de frente à porta de vidro aberta do terraço, observando o sol do entardecer, e o mar quieto e tranquilo, azul como o céu. O olhei, e me esforcei pra me sentar na cama. - Rafael... se me permite perguntar, porquê temos de ir pra lá? Perguntei, senti minhas mãos tremerem e ficarem suadas, não, Claire. Jamais o desobedeça! Eu nao deveria ter perguntado, céus! Ele vai me punir, vai matar mais alguém! Ele ficou quieto por alguns segundos, e se inclinou pra pegar um copo de whisky, que estava em uma estante preta de livros. Ele colocou uma pequena dose, e se virou pra mim, dando um gole. - Odeio ser interrogado, então, gatinha. Sempre me diga se pode perguntar algo. Ele disse enquanto me olhava atentamente, com aqueles olhos azuis cor de mar, maliciosos e demoníacos. Arregalei meus olhos, eu não podia desobedecê-lo de modo algum! Jamais colocaria meu doce amigo em risco! Nem minha família, por mais péssima e infeliz que seja. - M-me Perdoe! Eu n-não quis... Antes que eu terminasse de me lamentar por ter enfurecido Rafael novamente, ele pôs o copo em cima da mesa do quarto, e continuou me olhando, um olhar mórbido e sem expressão. - Gostei do fato de você ter pedido minha permissão pra fazer uma pergunta, então vou responder... Sim. Temos que ir pra Nova York. O motivo você vai descobrir quando chegarmos lá. Ele disse, e levou suas mãos até os botões de sua linda camisa social branca, a desabotuando. Ah meu Deus!!! Arregalei os olhos, enquanto ele tirava a camisa na minha frente, tentei não corar, mas eu já podia sentir minhas bochechas esquentando, e aquele ar entre nós mudando. Evitei não olhar, mas também era impossível. Ele havia tirado toda a camisa, e céus aquele corpo... Rafael não era aqueles caras musculosos e estranhos, que parecem uma nuvem, ele era um tipo de magro definido. Eu conseguia ver suas veias e as mãos dele eram grandes e fortes, sua barriga era levemente definida. Respirei fundo, era como se me faltasse ar.... Eu não queria pensar nada, nem sentir nada enquanto o via tirar a roupa, ele era um pouco psicótico, ele mata pessoas, é um psicopata de sangue frio! Ele me tortura, e ameaça os que são próximos de mim. Eu deveria parar, parar de me lembrar daquele beijo e parar de encarar aquele corpo quente que era uma perdição. Mas era como se eu estivesse paralisada. E então, ele desceu as mãos até o zíper de sua calça preta, a desabotuando enquanto me olhava de um jeito cínico e perverso. Levei as mãos ao rosto, não... MEU DEUS NÃO! ele não vai fazer isso! - R-Rafael... Você...Vai... Gaguejei e atropelei as palavras, tamanha era minha timidez e vergonha ao vê-lo daquele jeito, e agora ele estava tirando sua calça. Pude ouvi-lo rir levemente, com aquela voz firme e dura. - Relaxa, minha gatinha assustada, não vou te comer. Disse ele em tom sarcástico enquanto eu ouvia seus passos pelo quarto. - Não vou te comer, ao menos que queira.