CÓPIA E PLÁGIO É CRIME!!!
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Uma garota com tendências suicidas
cruza o caminho de um
Assassino em série.
Oque pode dar errado?
TUDO.
Rafael foi diágnosticado com psicopatia aos treze anos de idade,
e entendeu o motiv...
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Eu estava ali, naquela sorveteria, tomando meu milkshake de chocolate enquanto pensava naquela garota que havia esbarrado em mim. Na verdade, eu estava a observando desde quando ela se levantou para atender seu telefone, ela parecia assustada, suas mãos tremiam e ela correu para o banheiro para atender, e, depois de alguns minutos saiu dali em prantos. Ela chorava tanto que sequer me viu em sua frente, e acabou esbarrando comigo ali... Que porra estava acontecendo com essa garota? E o olhar dela me intrigou mais do que qualquer coisa que já vi, em toda a minha vida. Era frio, sem brilho algum, parecia um abismo... Cacete... E mesmo expressando um olhar tão vazio e perdido, sua aparência era doce e angelical, quase pura, ainda mais usando branco... E mesmo não a conhecendo, não pude deixar de evitar olhar para seu corpo, e caralho... Que garota gostosa. Quem é essa filha da puta? Que parece um anjo que veio diretamente do céu? E ao mesmo tempo, um ser corrompido por algo, ou alguém. Uh... É, parece que nunca vou me distrair, nem por um segundo. Só entrei aqui pra tomar um sorvete, e acabei me interessando por uma garota aleatória que nunca vi na minha vida. Caralho... E quando ela esbarrou comigo, naquela hora... Rapidamente a agarrei, a apertando firme em meus braços, evitando sua queda, e colei seu corpo ao meu. Ela estava fria, parecia nervosa, e também estava chorando. Pude ver discretamente suas lágrimas caindo de seus olhos, e ela estava tão envergonhada que nem me olhava nos olhos, apenas me pediu desculpas e me disse que queria pagar pelo estrago que fizera. E foi ai que ouvi sua doce voz angelical. Tão baixa e agradável aos ouvidos... Mas ao mesmo tempo, parecia também carregada de uma tristeza pesada e infinita. Então eu neguei, e falei pra ela que eu mesmo pagaria, e que ela só tinha que ser mais cuidadosa. Que poderia cair e a porra toda. Foi então que ela se descolou dos meus braços, disse que precisava ir e me pediu desculpas novamente, me deixando ali, com a mente a mil, interessado como nunca me senti antes, por uma garota que literalmente eu havia acabado de conhecer. Mas que se foda, se acabei de conhecê-la ou não. Ela me deixou louco. Parecia até o contrário de mim, eu era um monstro, o diabo em pessoa, um assassino impiedoso e com o peso de muito sangue inocente nas costas. Já ela... Parecia um anjo, que foi expulso do céu sem nenhum motivo, e agora só quer voltar pra casa. Seu olhar era triste e distante, e eu via isso mesmo em pouco tempo. Ela era um ser puro e inocente, sem noção do mal, do pecado... E sua roupa em tom de branco gelo só destacava ainda mais sua inocência. E então, enquanto eu estava pensando nela, na garota que tanto me intrigou, como ironia do destino, ela passou bem ao meu lado e me olhou, pedindo desculpas novamente em um tom baixo e envergonhado, enquanto se retirava da sorveteria. Eu sequer tive tempo de respondê-la ou de dizer algo, já que ela não demorou a sair do lugar, e tudo oque eu fiz, foi continuar a olhando de longe, até que ela saisse do meu campo de visão. Puta merda. Isso só deve ser tesão. Assim que eu bater uma ou foder alguma puta por ai, eu vou parar de pensar nessa garota, vou esquecer essa loirinha maldita. Com certeza vou. Suspirei fundo, terminando oque restava do meu sorvete, e, como já havia pago a conta, apenas sai pela porta da sorveteria, andando pela rua fria e escura, procurando por qualquer presa fácil que pudesse me distrair ali. E então, no canto de um beco escuro e sujo, cheio de pichações e mofo, havia um homem beijando uma prostituta. Olhei para o homem e a mulher ali, meros idiotas que seriam apenas vítimas. E, ainda escondido atrás de um grande muro desgastado, peguei meu celular e vi as horas. Merda, estava quase na hora do meu red room. Sorri de canto, as cobaias da minha tortura estavam me esperando em minha casa. Mas enquanto isso, eu poderia matar esses insetos inúteis apenas por diversão. Seria uma noite perfeita, quatro vítimas. Era um colírio para meus olhos doentios de assassino em série. Guardei meu celular e empunhei minha pistola nas mãos, a tirando do bolso de meu sobretudo. Sorri de canto, já imaginando o sangue daquele bêbado e daquela puta sujando as paredes do beco sujo e vazio, e ficando ali por dias, já que eram seres insignificantes para a sociedade. Caminhei até eles sem enrolação, e apontei a arma para os dois. - Uh... parece que hoje a noite está boa, não é mesmo? Falei, dando uma leve risada grave logo em seguida, vendo os rostos assustados dos dois. A prostituta então começou a chorar e a tirar algumas notas de sua bolsa. - A-aqui, leve tudo, mas não me mate por favor! Disse a mesma, que patético. Eu me divertia ainda mais quando esses inúteis imploravam por suas vidas. Mesmo não adiantando coisa alguma. Essa era a melhor parte de ser um assassino. - interessante, mas eu posso ter muito mais que isso, se eu levar vocês para minha sala de tortura. O homem bêbado, mesmo com pouca consciência, estava com medo da minha arma, e seu rosto foi perdendo a cor. - Oh, garoto... não atira não... te pago uma breja gelada daqui a pouco... Falou o velho detestável e inútil, sorrindo e soltando aquele bafo nojento de cerveja que a maioria dos bêbados tinham. Dei risada e o olhei, com superioridade - Diferente de você, um fodido, a bebida que eu tomo é boa, enfim, quem quer morrer primeiro? Falei em sarcasmo, com um sorriso de canto, e apontei a arma para um e depois para o outro. - Não... porfavor... Disse a mulher, trêmula, estava com medo... ah, que divertido ver o horror em seus olhos. O pânico, o desespero... me aproximei dela. - Porfavor oquê? Perguntei, a olhando profundamente com meus olhos azuis perversos. Ela engoliu em seco, e disse ainda com o medo da morte em seus olhos. - Porfavor... não me mate. Ela disse, com os olhos marejados enquanto suava frio. Dei uma risada grave e perversa e apontei a arma para ela, que congelou na hora em que fiz tal coisa - Ah... então você não quer morrer, é? Porque? Perguntei, ainda a olhando. A prostituta parecia ter uma feição triste à dominando, ao invés do medo. - Porque... Ela começou e não terminou oque havia começado a dizer, se acabando em lágrimas, e o velho bêbado apenas nos olhava, suando frio também. - Isso mesmo... Não há porra de motivo nenhum pra você continuar viva. Você é apenas uma puta descartável, que serve apenas pra fins sexuais e mais nada, quer mesmo continuar vivendo essa vida de merda? Uhm? A olhei nos olhos, com toda perversidade que havia em mim, e sorri de canto ao ver uma lágrima cair de seus olhos. - V-Você tem razão... Mas então, antes que ela terminasse oque iria dizer, atirei em sua cabeça várias vezes. O sangue respingou na parede, no velho que agora estava perdendo a cor de tanto medo, e em mim. Sorri enquanto movimentava meu pescoço pra frente e para trás, melhorando meu estar e limpei o sangue da vadia, que tinha pingado em meu rosto. - Que bom que você concordou comigo. Falei, em tom ameaçador e demoníaco, para a puta já morta. O velho bêbado, já chapado e após presenciar um assassinato em sua frente, Começou a gorfar e vomitou vendo a mulher morta e agonizando na calçada do beco. - Que nojento. Falei baixo e grave. Coloquei o dedo no gatilho e apontei a arma para ele. - P-porfav... Um. Dois. Três. Quatro. Cinco. Seis. Sete tiros no crânio e peito do bêbado idiota. Que caiu de joelhos aos meus pés, cuspindo sangue e com seus olhos arregalados sentindo a dor das balas penetrando seus órgãos. Aquilo era uma completa satisfação pra mim. Sangue para todos os lados. Com toda certeza matar era meu hobbie favorito. E foi pra isso que fui feito.