CÓPIA E PLÁGIO É CRIME!!!
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Uma garota com tendências suicidas
cruza o caminho de um
Assassino em série.
Oque pode dar errado?
TUDO.
Rafael foi diágnosticado com psicopatia aos treze anos de idade,
e entendeu o motiv...
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Que noite mais perfeita, mais agradável... Estava chovendo de leve, uma chuva calma e fresca, acompanhada de um luar lindo que era visto por nós através da janela de seu quarto. Deitados na cama fofa e macia dela, enquanto assistíamos um filme juntos. No início ela não estava muito ansiosa pra assistir nada, devido à estar muito triste e decepcionada com seu... agora ex namorado... Droga... Eu queria muito saber oque aconteceu, oque aquele idiota fez à ela pra machucá-la tanto... Mas não vou perturbar a minha princesa com isso, não mesmo. Meu intuito agora é deixá-la feliz e fazer ela esquecer ao menos por um tempo dessa situação. Então eu escolhi o filme, coloquei "a pequena sereia" e esperei pela melhor reação, já que ela amava a disney e filmes de princesas. E pelo jeito... ela gostou bastante. Seus lindos olhos escuros estavam muito focados na televisão de seu quarto, enquanto ela admirava cada detalhe do filme, sentada ao meu lado na cama. - Você sabia que no conto original dos irmãos grimm, a ariel não recebe o beijo que tanto espera e se transforma em bolhas de água? Pobrezinha... o amor é muito traiçoeiro... Ela comentou em tom baixo, e me olhou de relance. - N-não, eu não sabia... caramba... isso é... muito triste. O amor acaba com a gente às vezes. Eu a respondi e logo em seguida engoli em seco, me identificando com oque eu mesmo havia falado. É, as vezes o amor não é o melhor sentimento. Não mesmo. - Sim. Ela disse enquanto assentia com a cabeça, se ajeitando pra se deitar ao meu lado. - Ah, Vou apagar a luz. assim fica melhor para assistirmos. Ela disse, Se inclinando para seu abajur, que era a única luz acesa em seu quarto, e o apagou. Se deitando ao meu lado, de costas pra mim, Enquanto assistia atentamente ao filme. Seu corpo estava quase contra o meu, e aquilo me deixava um pouco nervoso, já que ela estava usando uma saia curta e linda, que poderia levantar a qualquer movimento dela. Droga... É horrível me sentir tão atraído por ela, amá-la tanto, e não poder tocá-la. Tudo que eu queria era colar seu corpo ao meu e abraçá-la forte, sentir seu cheiro doce e sua pele macia e quente... Mas eu não posso. Não posso... Isso me deixa até mesmo irritado com esse sentimento invasivo que vem toda vez que ela está perto de mim... sinto vontade até mesmo de cortar minhas mãos pra não ficar ansiando tocá-lá. Me sinto como um drogado que necessita da droga pra viver... um doente viciado... Eu nem mesmo conseguia prestar atenção no filme, somente nela. Na garota perfeita que estava deitada ao meu lado. Tão linda e tão cheirosa. Usando um suéter fofo e aparentemente quente, com um decote... lindo, E uma saia clara e curta. Que droga... eu... não vou aguentar. - C-Clarinha.... Eu sussurrei baixo, enquanto levantava uma mão pra tocar em seus cabelos longos e lisos, mesmo que essa mão ansiasse tocar em outra coisa, ignorei meus pensamentos e acariciei seus lindos fios dourados levemente. - S-Sim? Ela perguntou enquanto seus olhos ainda estavam na tela de sua televisão. - Eu.... E-eu... p-posso te abraçar? Eu perguntei, sentindo meu rosto esquentar de tanta vergonha... e ansiedade. Eu estava ansioso pra aninhá-la à mim logo. Diga que sim meu anjo, porfavor... Ou eu vou ficar aqui, no canto da cama o resto da noite, apenas desejando seu calor em silêncio... Eu engoli em seco, aguardando sua resposta, e pra minha surpresa... Ela assentiu. - S-Sim... E então, eu rapidamente me encostei nela, sentindo sua... bunda grande abaixo de meu abdômen, e a abracei pela cintura, tocando na macia lã de seu suéter... Eu me senti até mesmo aliviado... sentir seu corpo contra o meu era tudo o que eu mais queria nesse momento.. A admirei por inteira novamente, só que dessa vez com seu corpo colado ao meu, e percebi algo que eu não queria ter percebido. Sua saia... estava levantada. Droga, droga, mil vezes droga... Eu conseguia ver perfeitamente sua calcinha rosa rendada e pequena, toda transparente... Enquanto sua bunda grande estava contra mim... Não!! Preciso parar de pensar essas coisas!! Não sou um tarado! Se ela notar no que estou pensando, ela provavelmente vai ficar chateada e nunca mais vai me deixar tocá-la. Caramba. Como eu queria que ela fosse minha... Isso evitaria tantas coisas... - A-Acho que depois desse,poderíamos ver Cinderella... Ela disse baixinho, ainda sem olhar pra mim, cortando aquele clima tão pesado da minha mente. E graças aos céus sua fofura me distraiu por um momento... Que garota mais perfeita... ela ama filmes de princesa... Como alguém pode cortar o coração de uma garota tão doce? E ainda tão bela... - Podemos sim, mesmo que eu já tenha assistido várias vezes. Dei risada e me encostei no travesseiro, procurando uma posição confortável pra ver a tela da televisão de forma melhor, mas ainda a abraçando. - V-Você já assistiu? Ela disse, em um tom ambiente e sério. - Muitas vezes, o live action da Cinderella me agradou bastante... e eu acho que também vai agradar você. Falei enquanto a abraçava e dei um sorriso. - Então eu quero... assistir. Ela disse e eu assenti. - Eu vou adorar assistir Cinderella com você, anjinha... Falei enquanto me inclinava pra beijar sua bochecha macia e fofa, mas então, ela se desencostou de mim e foi para o canto da cama. - Está ficando frio... vou pegar um cobertor pra nós. Ela disse enquanto se inclinava um pouco pra pegar o cobertor fofo e bem dobrado ao nossos pés, deixando sua calcinha à mostra novamente, me fazendo suar de tanto desejo e nervosismo bem ali ao seu lado, mesmo estando tão frio. Engoli em seco, e assim que ela se deitou ao meu lado novamente, nos cobrindo com aquele cobertor fofo e macio, eu caí na ilusão mais doce de todas... A ilusão de imaginar que meu maior sonho era real, que éramos casados e estávamos em nosso quarto particular juntos, passando um bom tempo como marido e esposa, e que éramos livres pra nos tocarmos como quiséssemos, que éramos um do outro... Que ela era minha, e eu dela. Ah... droga... Como eu queria dizer o quanto a amo, o quanto sou louco por ela... Eu não tenho muito a oferecer, infelizmente. mas amor, respeito e carinho... isso nunca faltaria pra ela. E as outras coisas... Eu me esforçaria dia após dia para consegui-las incansávelmente! e ainda com um sorriso no rosto, já que seria tudo por ela. Pelo amor da minha vida... Eu só queria ter essa chance. Só isso. - Ethan? Sua voz doce e angelical me tirou de meus pensamentos, e eu rapidamente a respondi. - A-Ah desculpe! Eu estava pensando um pouco... Falei, gaguejando mais uma vez. Droga, odeio isso em mim. Esse nervosismo e vergonha que me consome toda vez que nos falamos... Eu geralmente não sinto raiva, mas isso eu odeio. Odeio que na escola, sou o Líder que fala de forma alta e clara, sociável... um jogador nato e esperto, e quando fico perto de Claire... viro um completo bobão, que gagueja o tempo todo e cora por qualquer coisa. Eu queria muito que isso sumisse de vez... - Imaginei, você está tão quieto. Ela disse e se cobriu por quase inteira, até o pescoço. Aparentava mesmo estar com frio. - Às vezes isso acontece, mas não se preocupe minha princesa... está sentindo frio? Perguntei, me encostando no travesseiro de forma que fosse mais fácil olhá-la. Ela então assentiu. - Nova Jersey é bem rude com todos nós toda vez que o tempo frio se aproxima, então... sim, estou com muito frio. Ela deu uma pequena e quase despercebida risada. E então eu ri também, levando minha mão até seus longos e sedosos cabelos loiros angelicais. E de forma tímida, me dirigindo à ela, evitando gaguejar, pra não parecer um bobo na frente dela mais uma vez. - Se... quiser eu posso te abraçar de novo... Falei, agradecendo aos céus mentalmente por não ter gaguejado, e pedi para tê-la novamente em meus braços. E então em resposta, recebi uma risadinha meio... forçada e seus lindos olhos escuros e frios, me olhando de escanteio. - É claro que pode, bobinho. Você já me abraçou, porque não poderia me abraçar de novo? Ela disse enquanto voltava sua atenção para o filme, e eu dei risada também. - Me desculpe... Eu... às vezes penso que posso acabar te deixando desconfortável ou sei lá... Eu disse e me aninhei á ela, me encostando novamente em seu corpo perfeito e a abraçando, a aquecendo embaixo do cobertor, enquanto ouvíamos o som da chuva, e assistiámos ao filme, e ela então riu mais uma vez . - Você é mesmo um doce... tão respeitoso e gentil... só você mesmo pra me afastar desses problemas em que minha mente está... Minha pequena disse de forma triste e séria, acariciando de leve minha mão que estava por cima de sua cintura. - Eu sempre vou dar o meu melhor pra te ver feliz, meu anjo... sempre. Sussurrei próximo ao seu ouvido e a abracei fortemente. - Porquê... E-Eu te amo muito. Muito mesmo... Sussurrei novamente, e nessa hora eu não me controlei e gaguejei, falar oque eu estava sentindo... era tudo o que eu queria... Falar o quanto à amo... O quanto sinto vontade de me entregar pra ela, parte por parte. Mas... Ela apenas respondeu de uma forma fria. - Amor... esse sentimento é um ciclo tão horrível não é? Você está sofrendo por mim, e eu estou sofrendo por ele... Sua voz... mesmo tão meiga e calma, me atingiu como uma faca afiada, certeira em meu peito. Ela foi tão direta... e isso me deixou de certa forma, assustado. E triste também. Mas... Ela tinha razão. Estávamos todos envolvidos em um carrossel de sofrimento e dor, que parecia nunca ter fim. -...É. Foi tudo oque saiu da minha boca, enquanto ela estava em meus braços. - Mas ei...Você sabe que não precisa passar por isso, não é? Você é um bom garoto, há tantas outras meninas por aí que até mesmo matariam pra te ter, e você ai... perdendo tempo com uma pessoa como eu... Ela disse, se virando de frente pra mim, me fazendo ansiar o calor de seu corpo novamente. Mas o rosto dela estava tão próximo ao meu... e isso era ainda melhor. Seus lindos olhos escuros me encaravam friamente, aguardando uma resposta. Que interessante... nós compartilhamos da mesma opinião um sobre a vida do outro. - Eu digo o mesmo pra você... Levei uma mão até seu queixo, a aproximando de mim, quase colando nossos lábios novamente, ignorando cem por cento o filme que estávamos assistindo. Esses lábios... tão doces, tão macios... Me aproximei mais dela, pude ver com mais clareza o rubor quente em suas bochechas, sua respiração se fundindo à minha, e agora o ar condicionado era inútil e já não esfriava o meu corpo quente... - P-para! Ela exclamou e se afastou de mim, com suas mãos em meu rosto, me empurrando pra longe dela. - Porquê você está fazendo isso? Porquê quer estar tão próximo de mim como se fosse.... m-meu namorado? Porquê quer me beijar o tempo todo? E-eu não te amo, Ethan... Ela perguntou, ainda olhando pra mim, de um jeito frio e confuso. Eu então levei uma mão até a sua e a acariciei, olhando em seus olhos profundos e escuros, como o fim de um abismo. - Eu sei que você não me ama, mas eu... eu te amo muito, e mesmo que você não me ame de volta... eu te amo ao ponto de aceitar qualquer coisa que você tiver pra me oferecer... e mesmo que seja somente seus beijos... isso pra mim... j-já é tudo! São como curativos pro meu coração. Então por favor, eu te imploro... m-me dê isso! Uma lágrima escapou de meus olhos marejados e eu nem mesmo percebi, e nem me importava, na verdade. Tudo oque eu queria naquele momento era só que ela aceitasse... Eu sei que eu queria um compromisso sério com ela, eu queria tê-la como esposa, torná-la totalmente minha... Mas como isso não é possível... eu me contento em ao menos beijá-la... Assim eu crio uma bolha de ilusão pra conseguir sobreviver à realidade. Na realidade em que esse amor só vem de mim. - Mas i-isso vai te machucar muito e eu não quero isso... n-não quero fazer você viver de migalhas e... Eu então levantei seu rosto pra me olhar e sorri, um sorriso triste, misturado à lágrimas intensas e salgadas, que pareciam infinitas e não paravam de rolar. - Olha, eu não ligo... É melhor receber migalhas do que nada! Eu me responsabilizo totalmente por isso, porquê é uma escolha minha, então não se preocupe comigo se eu me machucar, porquê eu quero isso... você entende, não entende? Levantei uma mão e acariciei suas bochechas, e deslizei meu dedo polegar em sua boca macia e linda, fazendo ela se assustar um pouco, e então, deu um suspiro fundo. - E-eu preciso pensar sobre isso, Ethan... preciso de tempo pra colocar a mente no lugar, eu não consigo decidir nada agora... Ela disse e se afastou do carinho que eu estava dando à ela, virando de costas pra mim. Droga, eu não deveria estar bombardeando ela com isso... Claire mal acabou de sair do relacionamento abusivo que estava, e eu já estou a perturbando... Eu fui mesmo um idiota e nem pensei nela, ou em como ela estava se sentindo com relação à isso. Mas... eu queria tanto uma resposta... Ficar com ela de vez em quando não seria a solução da minha dor, mas ajudaria a doer menos, eu... acho. - perdão meu anjo, eu fui insensível com você, sei que está passando por uma situação difícil e eu peço desculpas por te perturbar logo agora. leve o tempo que precisar pra me dizer se aceita meu pedido ou não. Eu falei, levando uma mão para acariciar seus cabelos macios, ainda afastado dela, que apenas assentiu. - T-Tudo bem, mas por agora... s-só vamos terminar de assistir o filme. Ela disse, e eu assenti. - Sim, vamos. A respondi me sentando na cama, ainda ao lado dela, e me atentei á tv logo a frente. Na cena, um lindo céu azul se destaca acima de um mar calmo, nos mostrando a pequena sereia saindo do mesmo, agora com pernas, havia sacrificado uma parte de si para encontrar o seu amado príncipe. ... Mas logo, interrompendo minha concentração no filme, um som alto e repetitivo tocou por alguns poucos segundos, era uma notificação do meu celular. E então eu o peguei e desbloqueei o mesmo. Era uma mensagem no Whatsapp de um número desconhecido.