CÓPIA E PLÁGIO É CRIME!!!
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Uma garota com tendências suicidas
cruza o caminho de um
Assassino em série.
Oque pode dar errado?
TUDO.
Rafael foi diágnosticado com psicopatia aos treze anos de idade,
e entendeu o motiv...
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Me chame de Diabo. Meu coração é vazio. Me chame de diabo, não adianta tentar me mudar. Eu vou entrar em sua mente, te comer por inteira, não há escapatória. Me chame de diabo. Você deveria ter medo."
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A água morna e borbulhante da grande banheira de hidromassagem, me deixava calmo e relaxado, aquilo era perfeito depois de uma boa foda, e também das torturas que cometi com o desgraçado que me torturou anos atrás. Mas agora a existência dele estava apagada, eu o matei sem piedade alguma, e o gosto do seu coração sangrando ainda estava em meus lábios. A carne humana era algo interessante e saboroso. Eu comia carne animal também, mas não gostava tanto. Mas bem, falando de algo mais importante, toda a lei estadunidense estava atrás de mim, e eu precisava sair de nova York logo. Eu não tinha intenção de matar ninguém aqui pra não chamar atenção, mas eu não poderia olhar certas situações e fingir que não vi. Então eu tive que agir. E não me arrependo, é claro. Não me arrependo de ter assassinado nenhuma das duzentas pessoas que assassinei. Mas bem, pela manhã, eu e Claire vamos até a clínica veterinária pegar Meredith, a gata que estava condenada à morrer nas ruas de frio e fome, e vamos levar pra minha casa. Assim a polícia não virá atrás de mim, por pouco tempo é claro. Aí eu poderia ficar tranquilo por alguns dias até tomar uma decisão concreta sobre isso. Tirando isso, eu estava ótimo. Matei Josh, fodi a minha submissa, e agora estava tomando um banho relaxante com ela. Nua á minha frente, com seus seios enormes na água... essa garota era perfeita. Claire não era totalmente tão inútil, era submissa, me cedeu sua virgindade, se tornou capaz de matar pra me defender, e era como um fantoche, que eu controlo como quero e desejo. Fiquei por um tempo olhando seus enormes seios, me surpreendia o quanto ela era perfeita assim, então eu havia perguntado se ela havia feito plásticas e a porra toda. Claire negou, dizendo que eram naturais. Eu então levei uma mão à aqueles seios grandes e os apertei, vendo ela corar em minha frente, como um pimentão. Olhei nos olhos dela, e disse que se qualquer mão que não fosse a minha a tocasse, eu gostaria um por um dos dedos do filho da puta e comeria seus órgãos enquanto ele ainda estivesse sufocando, assim como eu fiz com Josh. Ela então me olhou docemente, suas bochechas lindas e avermelhadas eram notáveis, e seus olhos brilharam naquele momento em que ela olhou pra mim, sua íris era como um céu estrelado. -Ninguém vai... e-eu te amo... disse ela, novamente aquela porra de frase que me deixava irritado, porque eu não sinto oque ela sente. Não sinto amor, apenas obsessão, vontade de matar e foder. Sem saber oque dizer e pouco me fodendo, apenas sorri meio seco e segurei a mão dela, desviando o olhar para a enorme janela de vidro fumê que havia ali na suíte, exibindo os belos prédios e aranha céus de nova York. Depois voltei a olhá-la, ela parecia triste e desapontada. Algumas lágrimas caíram de seus olhos, e ela me olhou nos olhos novamente. -R-Rafael... Eu... Se você permitir, posso te perguntar algo..? Disse ela, enquanto as lágrimas salgadas caiam em suas bochechas. Que caralho, já imagino oque ela vá falar. Mas quero ouvir pra ter certeza. - diga. Falei, a olhando sem expressão e ela me olhou nos olhos. -P-porque você... nunca diz que também m-me ama? Como eu imaginava. Simplesmente, minha ingênua garotinha, porque não amo. Não sinto essa porra, não me interessa se você me ama ou não. Eu não ligo. Pensei um pouco antes de dizer oque estava em minha mente... Mas Se eu falasse isso, ela ia me questionar várias vezes e perguntar porque a pedi em namoro sem amá-la, é claro que eu só fiz isso para que ela se submetesse à mim de uma vez e me obedecesse como um bichinho de estimação. Ela também iria querer ficar longe de mim, mas porra... Se Claire se afastar não vou mais ter a louca obsessão dela de me proteger, não vou mais ter alguém pra torturar e me divertir, então vou inventar qualquer coisa pra que ela cale a boca e ache que estou apaixonado. Assim esse assunto se encerra e ponto. - Que caralho em, eu tenho que ficar falando que te amo o tempo todo agora ? Falei, a olhando. Visivelmente puto. Ela então mordeu os lábios um pouco nervosa, enquanto continuava chorando disfarçadamente. - E-É que... você nunca diz.... Revirei os olhos, pensando no que inventar pra ela parar de encher meu saco. - Você prefere um cara que apenas diga que ama você ou um que prove? Eu matei seus pais que tanto te maltratavam pra você ficar livre, matei a garota que espancava você, graças a mim você agora terá um animal de estimação pra te fazer companhia, fora as outras coisas que fiz. isso não é demonstrar amor, Claire? Falei, olhando pra ela esperando sua resposta. - M-Me desculpe!! Você... faz muito por mim. Você tem razão, você demonstra... E-Eu amo você! Me desculpe por ser tão ingrata... Disse ela, caindo como um patinho na minha armadilha enganosa. E ainda se sentiu culpada, isso é tão divertido. Que garotinha mais burra. Ela então veio até mim, e me abraçou enquanto estava na banheira comigo. Seus seios grandes estavam contra mim, enquanto ela me abraçava forte. Sorri cruelmente enquanto passava a mão por seus cabelos longos, agora molhados. - Tudo bem, gatinha. Ela então, ainda abraçada à mim, me olhou e deu um doce sorriso. Ela levou uma mão até meu queixo e me deu vários beijos pelo rosto todo. Argh... que meloso. Claire é uma garota muito carinhosa, gosta de receber carinho e de quando a elogio, totalmente ao meu contrário. Não gosto de abraços o tempo todo e nem de muitos elogios, isso me irrita. A única coisa que gosto de fazer por muito tempo é foder e torturar. não que abraços e beijos fossem nojentos, insuportáveis ou coisa do tipo, eram até bons por conta do encontro de corpos e da tensão do calor, mas em excesso me deixava entediado. - Eu te amo tanto... m-meu psicopata. Disse ela, enquanto me abraçava forte mais uma vez. A abracei de volta e beijei sua testa. - Vamos lá dormir, amanhã temos de voltar pra nova Jersey. Falei, interrompendo uma inúmera vez o eu te amo dela. Mas estava pouco me fodendo. Ela então não pareceu tão triste dessa vez, e apenas assentiu, me obedecendo. Maravilha. Tomamos um banho rápido, ela lavou o cabelo , e então vestimos roupão e fomos até o quarto. - Quer ajuda pra se secar, gatinha? Falei em um tom safado, mas ela surpreendentemente negou com a cabeça. - E-Estou cansada... E já fizemos aquela...c-coisa. Disse ela, tão ingênua e inocente. Sequer conseguia falar a palavra transar. Nunca ouvi ela falando nenhum palavrão também. Tão doce como um morango fresco, essa garota me deixa intrigado. - já trepamos, você quer dizer. Falei, enquanto tirava meu roupão na frente dela, e vestia uma roupa que estava na minha mala. Uma camiseta preta e uma bermuda moletom cinza. Pude ver que ela estava me olhando envergonhada, enquanto eu me vestia. - ainda quer ajuda pra se secar? Falei, enquanto passava a mão pelo cabelo. - N-Não... obrigada... Disse ela, se abaixando pra pegar um pijama em sua mochila. Era um pequeno short de pano fino e uma blusa de mangá cumprida de algodão. Ela então tirou seu roupão, e colocou o pijama. Parte de suas nádegas estavam à mostra devido à seu short ser curto, a deixando ainda mais sexy. - Pronta pra dormir, docinho? Falei enquanto a abraçava por trás, e a vi negar com a cabeça. - Ainda preciso pentear meu cabelo, ou ele estará indomável amanhã de manhã. Disse ela, com uma leve risada, me olhando levantando um pouco a cabeça, ainda de costas. - Quer ajuda pra pentear? Falei e ela assentiu, os cabelos de Claire eram perfeitos, dourados como o sol, e longos. Então resolvi me oferecer pra ajudá-la a pentear. - Sim... O-Obrigada! Disse ela e eu apenas assenti, pegando sua escova de cabelo que estava na suíte. Me sentei na cama e fiz um gesto para que ela se aproximasse. - Senta no meu colo. Falei, e ela rapidamente me obedeceu, se sentando devagar. Aquilo era bom, isso eu tinha que admitir. O corpo dela contra o meu... Essa garota vai ser minha até depois que eu matá-la. Com ela Em cima de mim, peguei a escova e passei entre seus longos fios loiros, os penteando por inteiro. Depois sequei seus cabelos com o roupão, e ela já estava pronta pra dormir. - Pronto. Não sou tão bom com cabelos longos. Falei a olhando, e ela passou os dedos entre seus cabelos. - ficou perfeito! e-eu amo você... Disse ela novamente, me abraçando apertado. - que bom, agora vamos dormir, já está bem tarde. Falei, a abraçando de volta e dando um beijo rápido em seus lábios. Ela assentiu, e nós nos deitamos na cama. - posso te abraçar? Disse ela, de um jeito carinhoso e doce. Assenti, dando um sorriso seco. - pode. Vem. A puxei pra perto e ela colocou sua coxa sob meu abdômen, deitando em meu peito. Passei a mão por sua coxa farta e suas nádegas acariciando as mesmas, e então ela me abraçou. - I-Isso... é tão bom... ficar abraçada à você... Ela disse com a voz sonolenta enquanto me sentia a acariciando. - Sim. Concordei, realmente era. - V-Você É o homem da minha vida.... Disse ela enquanto levava uma mão até a minha, a entrelaçando com seus dedos. Porra, essa garota está cada dia mais louca por mim. E isso é ótimo. Assim ela pode fazer tudo oque eu quiser e desejar, sem hesitar. Tudo isso pra agradar á mim. - Uh, que bom... Boa noite, gatinha. Falei, enquanto beijava suas bochechas avermelhadas. Ela então acariciou meu rosto, e disse baixinho. - Boa noite...m-meu Blacktide. E então, naquela cama macia e com o frio de nova York, totalmente colados na tensão dos nossos corpos, apagamos, aguardando o sol nascer, para o tratamento de Meredith ser finalizado e voltarmos para nova Jersey.