CÓPIA E PLÁGIO É CRIME!!!
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Uma garota com tendências suicidas
cruza o caminho de um
Assassino em série.
Oque pode dar errado?
TUDO.
Rafael foi diágnosticado com psicopatia aos treze anos de idade,
e entendeu o motiv...
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- Claire, acorda, meu bem.
Senti um toque firme e quente deslizar por meu rosto e ouvi uma voz rouca e grave, já familiar, me chamar. Sim, eu me lembrava. Aquele psicopata insano me torturou, fez meu sangue jorrar como um rio em correnteza. Mas agora, nada disso importava mais. Eu não sentia medo. Eu apenas existia. Abri os olhos lentamente, sem pressa, encarando a cena à minha frente, meio tonta e fraca. Ainda era aquela casa... a casa dele. E lá estava ele, sentado na cama, segurando um copo de whisky, me observando como se estivesse estudando cada detalhe meu, tentando decifrar o que se passava em minha mente. -Uh... Você demorou para acordar. ele comentou, tomando um gole da bebida, os olhos fixos nos meus. - Pensei que tivesse realmente morta. Não respondi. Apenas continuei a encará-lo, impassível, sem medo, sem raiva. Apenas aceitando. Aceitando meu destino. A doce morte que estava tão próxima de mim. Prestes a me dar oque eu tanto desejei por anos... A minha paz... Ele franziu a testa, esperando alguma reação minha. Eu sabia que ele queria me ver reagir, queria que eu sentisse algo... medo, ódio, desespero. Mas eu não tinha nada para oferecer além de indiferença. - Não vai fazer nada? Nenhuma ameaça? Nenhuma tentativa de fuga?Ele inclinou a cabeça de lado, intrigado. - Que decepção. Respirei fundo, sentindo a dor pulsar em meu corpo, mas não tentei me mover. Não importava. Nada importava, apenas continuei deitada ali, sem forças pra me mover, rígida e seca. - S-Se eu quisesse fugir, já teria tentado. minha voz saiu baixa, mas firme. - Mesmo? Ele perguntou, dando um sorriso sarcástico de canto, mostrando suas covinhas na bochechas. Droga... Ele era o próprio diabo. Mas eu não podia negar... Ele era Perfeito. Os olhos dele, pareciam a própria água do mar, frio e profundo. - Sim, mas para quê fugir? Tudo vai acabar... d-do mesmo jeito. Um sorriso lento e curioso se formou em seus lábios. E Ele se levantou da cama onde estava ao meu lado, e ficou de pé a minha frente. - Então você já entendeu... ele se abaixou diante de mim, apoiando os cotovelos nos joelhos, abaixado, seu rosto tão perto do meu que eu podia sentir o cheiro da bebida misturado ao aroma do seu perfume forte e masculino, e algo mais... algo perigoso. - Isso mesmo, O destino já foi traçado, Claire. A única coisa que nos resta é aceitá-lo, você cruzou meu caminho, e agora vai ter que lidar com as consequências. Assenti levemente, sem desviar o olhar dos olhos frios e perversos que me fitavam com uma mistura de fascínio e diversão. - Eu sei. respondi, minha voz calma, sem tremores, apenas... Costume. Ele riu baixo, um som quase satisfeito, arrastando os dedos pelo meu rosto, como se me testasse. Seu toque era quente, firme, ele descia seus dedos grandes pelo meu pescoço, indo lentamente pelo meu corpo, até alcançar minha cintura. Ele se aproximou mais, seu hálito quente e com cheiro de whisky roçando contra minha pele. - Porquê aceitou tão fácil assim seu destino? Óbvio que sei que o fato de morrer ou ser torturada não te incomoda, mas porque? Uhm? sua mão deslizou para minhas costas, os dedos apertando levemente minha pele por cima do tecido fino da minha roupa manchada de sangue. Meu próprio sangue. - por conta do tempo... respondi simplesmente - O tempo e o cansaço, na verdade. Já... lutei demais contra algo que sempre esteve fora do meu controle, a morte me quer de qualquer maneira, então vou deixar ela me tomar. Ele inclinou a cabeça, analisando-me com um brilho sombrio no olhar. Seus dedos subiram de volta até meu pescoço, pressionando de leve, testando minha submissão. Sua outra mão desceu até minha coxa, traçando círculos suaves antes de apertá-la com força, arrancando de mim um pequeno suspiro. - Não estou ouvindo oque quero ouvir, Claire, quero saber se você realmente não sente medo. Me diz. havia um leve traço de curiosidade em sua voz, um desejo subjacente à pergunta. Sorri de canto, um sorriso frio, inexpressivo. - Medo é... para quem ainda se importa, eu não me importo. minha resposta o fez abrir um sorriso mais amplo, quase satisfeito. Então ele assentiu, e se levantou, terminando o whisky em um único gole antes de jogar o copo vazio na mesa com força, o barulho reverberando no quarto silencioso. - É, Você é diferente. Como pensei. ele murmurou, mais para si mesmo do que para mim. - Todas as outras imploravam, gritavam, tentavam fugir. Mas você... você aceita... Dei de ombros. - de qualquer forma o fim chega para todos. O que muda é como cada um lida com isso, ou também há quem antecipe. Que é meu caso... Suspirei fundo, enquanto desviava o olhar dele por um tempo, olhando para o teto. Ele me observou por um longo momento, e então soltou um riso baixo e balançou a cabeça. Aproximou-se de mim novamente, seus dedos deslizando para minha cintura, me segurando com firmeza. A tensão no ar era palpável, algo sombrio e inevitável, assim como seu toque, que me fez estremecer. - Sabe... ele começou, a voz baixa e envolvente - Isso por si só já é interessante, Claire. Mas há algo mais, alguma coisa cativante que me faz querer prolongar essa pequena diversão com você. Abri os olhos, encarando seus olhos frios novamente. Seu olhar estava diferente, oscilava entre o perigo e o desejo, uma obsessão nítida, Ele se aproximou ainda mais, me fazendo sentir seu calor e sua presença dominante. - Não quero que nada seja prolongado, eu já sofro o bastante, e não é porquê me mutilo que tenho que aguentar ainda mais sofrimento... Eu murmurei, com algumas lágrimas inundando minhas iris escuras e opacas. - Eu só quero morrer logo, então porfavor, apenas faça o que tem que fazer... Eu disse enquanto as lágrimas rolavam, e ele segurou meu queixo, me forçando a encará-lo diretamente, seus olhos devorando cada detalhe meu. Seus lábios roçaram levemente os meus, um toque incerto, indireto, muito próximo, testando minha reação. Mas eu continuei imóvel, respirando fundo, desejando que ele apenas fizesse o trabalho dele logo, o mais rápido possível. - Que mente doentia e cheia de sombras... Você me fascina, Claire. sua voz era um sussurro grave, repleto de um poder que eu não sabia explicar. Ele deslizou os dedos por meu pescoço, descendo pelo meu uniforme até alcançar a curva do meu seio, seus olhos analisando cada pequena reação minha, provocando arrepios em minha pele, e ele deu um sorriso sarcástico. - Mas Parece que você não entendeu ainda... ele murmurou, seu nariz roçando contra meu pescoço, sussurrando em meu ouvido. - Você não está aqui para morrer rápido... eu quero sentir cada segundo seu. Seus lábios subiram pouco a pouco, desenhando um caminho lento até minha orelha, seus dedos grandes e sua mão forte apertaram minha cintura com mais força, me mantendo cativa em seus braços. -Se eu quisesse explodir sua cabeça agora com um tiro, eu poderia. Mas não... eu quero te quebrar, Claire. Pedaço por pedaço... ele sussurrou, forte como um trovão. - É ai que está a graça. Ele sorriu de canto, com perversão enquanto me olhava por inteira. Fechei os olhos por um breve segundo, permitindo que seu toque tomasse conta do momento. E agora, estava claro, eu era a vítima dele. Só uma de várias outras. Ele me encarava com aqueles olhos frios e famintos, e eu fechei os meus com força, querendo apagar ele, o quarto, o mundo. "Rápido", pensei, o pedido queimando na minha cabeça. "Por favor, que seja rápido." Meu corpo tremia de dor, mas também de outra coisa, um calor que eu não queria sentir, mas que subia mesmo assim, traidor. - está quieta demais, Claire. ele murmurou, a voz rouca deslizando sobre mim como um toque. Os dedos dele subiram pelo meu pescoço, quentes, apertando de leve, testando até onde eu fosse suportar. - Não vai me dizer nada? Abri os olhos devagar, o corpo pesado, mas algo dentro de mim reagiu ao tom dele. Olhei pra ele, o vazio misturado com uma faísca que eu não conseguia apagar. - Falar não vai mudar os fatos, eu só... sussurrei, a voz rouca, quase um gemido. - Só quero te pedir que... a-acabe comigo. Rápido... Ele logo riu baixo, um som que vibrou no ar e fez minha pele arrepiar. Se inclinou mais perto, o rosto a um suspiro do meu, os lábios tão próximos que eu podia sentir o calor deles, o cheiro de whisky e algo mais selvagem. - Acabar com você de forma rápida? ele sussurrou, em tom sarcastico. - Já disse que não, Claire. morrer rápido não serve pra você. Os dedos dele desceram pelo meu ombro, deslizando pela pele com uma pressão que era ao mesmo tempo cruel e íntima. - Eu quero te explorar por completo, quero te levar ao limite... sentir você se contorcer antes de ceder. De ambos os modos. De ambos os modos?? Droga!? Naquele momento, eu queria gritar que ele estava errado, que eu só queria o fim, mas meu corpo não obedecia. Minha cabeça caiu pra trás, os olhos no teto, enquanto eu pedia em silêncio: "não me explore, só me mate rápido, por favor." Mas o calor dele, o peso do seu olhar frio e doentio, mexiam comigo de um jeito que eu odiava. Soltei um suspiro, fraco, mas com um tremor que me traía. Não dava pra lutar, não quando meu corpo respondia apesar de tudo. Uma raiva quente subiu, misturada com outra coisa que eu não queria nomear. - Por que enrolar tanto? murmurei, a voz saindo mais baixa, quase um desafio. - Se quer me quebrar, me quebra logo. Me consome de uma vez. Ele parou, os olhos brilhando com um desejo sombrio. O sorriso voltou, lento e perigoso. E ele se levantou de repente, eu achei que ele ia me deixar em paz. Mas então ouvi o som de um metal sendo arrastado contra uma superfície de madeira. " Tem uma faca sendo pega..." Pensei naquela hora. Meu peito apertou, não só de alívio, mas de um calor que eu não conseguia ignorar. " É Agora", pensei, o corpo tenso. "Que seja agora!!!" E então ele voltou, a lâmina brilhando na luz fraca e amarela de seu quarto extenso. Se abaixou, encostou a ponta gelada na minha pele, no pescoço, os olhos dele estavam grudados nos meus, cheio de sarcasmo e desdém. - Quer rápido, Claire? Ele sussurrou, a voz grave roçando meu ouvido, minha alma. A faca deslizou, um corte raso, mas ele se inclinou mais, os lábios quase tocando os meus enquanto o sangue quente escorria. - mas eu não, eu quero devagar. Quero sentir você tremer... cada suspiro, cada pedaço seu se rendendo pra mim. de pouco a pouco. A dor veio, mas com ela um arrepio que eu não podia negar. Fechei os olhos, o corpo entregue, pedindo em silêncio pra ele ir mais fundo, seja por morte ou por outra coisa, droga!! Eu conheci ele ontem, como posso estar pensando nisso? Oque ele está fazendo com a minha mente? Eu já não sabia. Só queria que acabasse, rápido, mesmo que ele fizesse oque quisesse antes. - Mas por enquanto, eu vou me contentar em só te fazer umas perguntas. Eu encarei ele, o vazio nos meus olhos contra o fogo nos dele. Ele queria me despedaçar, isso era claro como o sol. Respirei fundo, a dor pulsando, e juntei forças pra falar - Eu respondo. Mas só se você me responder uma... p-pergunta também... Ele parou, os olhos bem abertos por um instante, o sorriso sádico sumindo por um momento, e depois, voltou, mais largo, mais cruel. - É mesmo? Ele rosnou, quase rindo, em tom sarcástico. - e que tipo de pergunta você acha que consegue arrancar de mim, gatinha? - Só... só quero saber seu nome... falei, sem desviar o olhar. - M-Me diz quem você é, O seu nome de verdade, E eu respondo tudo oque quiser... O silêncio caiu como chumbo. Ele me olhou fixo, a faca brilhando na mão dele, como se ele quisesse me furar só por perguntar. e de repente, ele se aproximou de mim, me olhando de cima a baixo, com aquele olhar de diferença que desde o início, ele havia desferido a mim. - Uh... Quer saber meu nome é ? ele perguntou, a voz saindo brutal, como um soco no ar, cheia de um desafio que me fez recuar por dentro. - Rafael Blacktide, ou Rafael Wild, como mais sou conhecido, Isso é familiar para você, Claire? O mesmo Rafael Blacktide que fez o massacre na escola em Nova York, que deixou a cidade em pedaços com assassinatos cruéis e hediondos, O nome que ainda assombra os pesadelos de muita gente por ai... Tá feliz agora, ou quer que eu te mostre o que esse nome significa na prática? Enquanto ele dizia em alto e bom som, as palavras batiam em mim como uma onda, e algo na minha cabeça acendeu. - R-Rafael wild... Eu tinha vagas lembranças desse nome. E elas vieram rápido, pedaços de noticiários que eu tinha visto na TV anos atrás, sentada no sofá de casa, o controle remoto esquecido na mão. "Massacre a sangue frio deixa 12 mortos em Nova York", eles diziam, a voz dos apresentadores trêmula. " um assassino que desapareceu sem deixar rastros." Fotos borradas, testemunhas chorando, manchetes gritando o nome dele, com fogo e dor nos olhos Rafael wild. O serial killer que virou lenda, o monstro que a polícia não pegou. Eu piscava me recordando dos flashes na tela, sem imaginar que um dia ele estaria na minha frente, com uma faca na mão e meu sangue no chão. ele então arqueou uma sobrancelha, girando a faca na mão antes de apontar pra mim, os olhos queimando com uma mistura de orgulho doentio. - Uh, dá pra ver que me conhece pelo nome dos noticiários, não me surpreende. Blacktide foi um nome postiço que eu mesmo acrescentei, enfim, que se foda. Ele pôs com força a faca sob uma penteadeira que ficava ali, ao lado de sua cama. O som ecoando junto com o peso do seu nome no quarto "Rafael wild" era um nome pesado, que ainda ecoava pelas paredes escuras, bruto e desafiador e agora eu sabia exatamente quem ele era. Meu peito apertou, não de medo, mas de uma certeza fria. eu estava cara a cara com o diabo dos noticiários.