Capítulo Cinquenta e três: Continuação.

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Aviso: descrições fortes de tortura e assassinato

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Aviso: descrições fortes de tortura e assassinato.🔞

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Eu estava suado, de tanto cortar pedaços do médico desgraçado, dedos, pernas, mãos... a porra toda.
Não sou bonzinho por ter o deixado vivo, ele só vai ficar pra sentir mais dor.
Quero fazer ele sofrer e implorar pra morrer, quero que ele pague por cada criança que sofreu, que perdeu uma vida, uma infância, vou acabar com esse lixo de pouco à pouco.
E sobre isso, eu tive um plano foda pra porra.
E vou colocar em prática assim que esse filho de uma puta sair dos efeitos das substâncias que injetei nele.
Mas, enquanto ele não sai, vou fazendo a mais importante parte do plano.
Me abaixei novamente, e peguei o facão já sujo de sangue e um pouco falhado do tanto que cortei sua carne.
Rasguei sua calça, que era um tecido bem vagabundo, e sua cueca também.
Segurei uma risada que sairia de minha boca, e comecei a cortar aquela miséria de pau que ele tinha.
Logo, eu já tinha capado aquele merdinha.
Joguei seu membro no chão, e fui até a sala pegar um prato branco e um garfo e faca que estavam em cima da mesa de frente pro sofá.
Os levei pra minha sala de tortura, e  coloquei em cima da mesa onde eu deixava minhas ferramentas.
Mas as tirei de lá de cima, e cobri a mesa de madeira fosca com uma toalha vermelha, e coloquei o prato em cima.
Peguei o membro arrancado, e o coloquei em cima do prato.
Tudo estava saindo como imaginei, uma vingança doce e sádica, torturando esse idiota até ele vomitar seus órgãos pra fora enquanto acabo com ele.
Fiquei parado por um tempo, pensando em como ele irá reagir ao ver que está sem braços e pernas, e sem pau.
Dei uma risada perversa, e tirei minha máscara de pássaro um pouco, pra que o calor cessasse.
Eu estava suado, devido à minha roupa da peste negra ser bem coberta e toda em preto.
Passei a mão pelo meu rosto, e novamente coloquei a minha máscara de pássaro, pronto pra continuar com aquele espetáculo de sangue e Sádismo.
Ajeitei meu sobretudo e chapéu, ficando apresentável, pois agora eu queria que todos, absolutamente TODOS vessem oque um pedofilo desse nível baixo merece.
Principalmente, eu iria enviar convites pros outros velhos Pedofilos daquele fórum, pra que eles vejam um da raça deles levar o troco pelas merdas que fez com crianças inocentes.
Fui até meu computador e o liguei, era um bom setup, tinha iluminação boa e três monitores.
Era perfeito pra fazer minhas lives.
Entrei no navegador e digitei os códigos de sempre.
Logo, eu estava criando minha sala e adicionando todos do fórum de pedofilia na live, pra esses lixos verem oque estava perto de acontecer com cada um deles.
Assim que vi a quantidade de expectadores, percebi que todos do fórum estavam presentes, e alguns maníacos de fora, que queriam ver sangue e morte, e então me preparei pra iniciar.
- Olá meus sanguinários, uma boa noite à todos.
Andei um pouco pela sala de tortura, em frente á câmera, enquanto via que o filho da puta estava acordando.
- Fico lisonjeado por a presença de cada um aqui, inclusive dos participantes do fórum Kids is cute.
Olhei pra câmera, por trás da máscara, e cada vez mais pessoas entravam, já que dessa vez eu tinha deixado a live livre, e não paga.
Pois ver um pedofilo desgraçado recebendo oque merece é gratuito.
Todos têm que ver.
Inclusive os outros merdas que são como ele.
- E pra hoje, adivinhem oque temos aqui?
O médico então estava acordando aos poucos, e logo abriu os olhos.
Provavelmente estava enxergando tudo de forma embaçada e rodando, grunhia de dor como o inútil que é.
- Um pedofilo! Isso, um merda que machuca crianças, mas... Eu tenho uma surpresinha pra ele. Estão vendo? Todos os membros principais estão perfeitamente cortados, mãos, pernas...
Ele então logo acordou de vez, e sua visão começou a limpar de pouco a pouco.
Ele olhou pros lados, tonteando e viu que estava sem pernas.
- MEU DEUS!!! MINHAS PERNAS!!! OQUE VOCÊ FEZ COM ELAS???
gritou desesperado, suando frio e com lágrimas nos olhos, movimentando os tocos que haviam restado dos membros que arranquei.
Dei risada, uma risada grave e perversa, e puxei um pouco mais as luvas pretas de látex, pra se ajustar melhor as minhas mãos.
- Fiz o mesmo que você fez com as crianças, filho da puta.
Falei olhando em seus olhos, por trás daquela grande e medonha máscara de pássaro.
- MERDA!!! SOCORRO!!!
O ouvi gritar, implorando por ajuda, e logo notei que ele havia conseguido tirar a mordaça de tanto se mexer.
Mas, ele logo precisaria tirá-la, então só adiantou as coisas.
- Bom, já que você tirou a mordaça, vamos jantar! O cardápio é: Pau pequeno regado ao sangue fresco.
Sai da frente do prato, e quando o idiota viu seu membro cortado ali no prato, começou a gritar de desespero, as lágrimas caiam de seus olhos, era um prazeroso misto de dor e medo.
Eu estava sádico e louco pra ver aquela cena acontecer.
O cara comer o próprio membro, seria satisfatório pra um Caralho.
Isso é o mínimo de sofrimento que ele merece.
Mas vi as horas, já eram quase 23h da noite, e eu precisava me apressar pois iria ver a minha vítima mais misteriosa e intrigante.
Claire.
Então, pensei em uma maneira rápida, mas cruel pra acabar com a vida dele.
Eu já havia levado tempo demais só pra desmembrar o filho da puta, mas é claro que eu não estava completamente satisfeito com aquela punição.
Eu queria mais.
Mas o máximo que eu encontrei pra fazer, foi isso.
Fazê-lo comer suas próprias partes, sentindo a dor de estar com vários membros amputados, Enquanto milhares de pessoas assistem seu desespero.
Sai de meus pensamentos malignos enquanto o via se debater e sacudir oque era suas pernas, suando frio e sua pele sem cor, de tanto medo.
- PORQUE VOCÊ FEZ ISSO COMIGO???
Gritou ele, com sua expressão tomada pelo horror e dor, e quanto mais ele se batia tentando se soltar, mais sangue ele perdia.
Andei pra perto e fiquei à frente dele.
- Ainda pergunta porra? Você é burro ou oque?
O homem então se encolheu na cadeira, e parou de tentar resistir naquele momento, quando percebeu que a cada minuto perdia ainda mais sangue.
Me virei de frente pra câmera e apontei pra mesa forrada com um pano vermelho, e seu membro ali no prato, coberto de sangue.
- E então? Quem quer ver esse merda comendo o próprio pau? Não acham que ele merece?
Falei com minha voz grave e soando em tom maníaco, logo, minha tela
Se encheu de comentários concordando com oque eu havia dito, mas um deles...
Um dos comentários um homem disse que iria me encontrar onde quer que eu estivesse, que iria me matar.
Dei risada, ele de fato não sabe com quem está se metendo.
- E quem estiver contra, me aguarde, que logo estarei aí na porta da casa de vocês, pra "conversar".
Meu sistema hacker já estava ativado, e procurando os dados de todos que estavam a favor do médico desgraçado.
Eles também estão fodidos.
Ainda pude ver o tanto de comentários em minha live, todos pedindo pra ver tortura, mais sangue, morte...
Um assassinato ao vivo, era Oque queriam ver.
E eu também.
Então peguei o Machado grande e bem amolado, seu corte era preciso e rápido, Mas muito doloroso.
- Vamos começar o jantar, coma.
Falei, um pouco baixo e ameaçador, olhando pra ele o tempo inteiro.
O otário então se contorceu mais com aqueles ossos cortados, e gritou, chorando como um bebezão.
Dei risada daquele espetáculo todo, e ele me olhou, com pânico e terror no olhar, uma expressão congelada de sofrimento, e puxou ar pra falar.
- me deixe ir... Eu consigo viver desse jeito... só n-não me mate, porfavor!
Mas que inútil.
Oque o faz pensar que vou perdoar um crime tão nojento como desmembrar crianças pra vender?
Peguei o Machado grande, e o levantei, passando sua lâmina na mesa, fazendo um leve barulho de corte.
A lâmina tinha cortado a toalha vermelha, mostrando o quão afiada estava.
Sorri perversamente por trás da máscara, vendo o desespero em seus olhos.
- Porquê eu te deixaria viver, se você não deixa crianças viverem?
Falei, curto e verdadeiro.
Ele então, não teve argumento algum pra se defender.
E é claro, mesmo que ele dissesse alguma merda eu o mataria de qualquer forma.
- Agora seu filho de uma puta desgraçado, COME ESSA PORRA OU EU TE DECAPITO AGORA!
Gritei com minha voz grave e ameaçadora enquanto o Machado continuava em cima da mesa.
O merdinha do Caralho então tremeu de pavor e nojo, comer o próprio membro...
- S-Se eu comer... você vai... me deixar v-vivo? Eu sei que oque eu fiz foi mal! J-já aprendi a lição! E-eu...
Respirei fundo, enquanto virava um pouco o pescoço pros lados pra melhorar meu estar.
- Estou perdendo minha paciência...
Eu disse um pouco baixo, já puto com a demora.
Olhei discretamente na tela do computador, eram onze horas em ponto.
Porra, eu preciso acabar logo com esse otário.
Ele então, ouvindo oque eu disse, achando que eu iria libertá-lo depois de comer o próprio pau, abaixou a cabeça, e com lágrimas nos olhos enquanto tremia, ficando cada vez mais sem cor devido à todo sangue que estava perdendo e ao medo que estava passando, ele o mordeu.
Choramingava e suava de medo enquanto mastigava seu membro cortado, seu choro era agudo e fino, me irritava.
Mas aquela cena era prazerosa, esse merda está recebendo o troco por ter feito aquelas atrocidades com as criancinhas.
Os comentários estavam aparecendo cada vez mais rápido, os espectadores estavam amando.
Quanto ao cara que me ameaçou, havia saído da live, mas já estava na palma da minha mão.
Meu sistema hacker já havia localizado todas as informações necessárias.
E oque fiz com esse médico desgraçado, Vou fazer o mesmo com aquele lixo.
Ele então vomitou, ainda chorando, E quase vomitando de novo,e eu fui até ele.
- ENGOLE O VÔMITO! SE VOMITAR FAÇO VOCÊ COMER SEUS DEDOS TODOS!
Ele então engoliu e o vômito cessou, ele fez uma careta de nojo e dor, estava tão assustado quanto não sei oque, e continuou comendo.
Enquanto ele acabava de comer a última parte, seus olhos estufaram, sua pele amarelou e ele forçou vomitar de novo.
Mas antes que ele jogasse os restos moídos de seu pau fora, posicionei o Machado sob sua cabeça.
- PORFAVOR N-NA...
Finquei a lâmina em seu pescoço e sua cabeça foi arrancada com brutalidade por mim,voando e caindo batendo no chão como uma bola de basquete.
O sangue respingou em todo lugar, sujando até meus monitores, e os comentários de satisfação apareciam na tela.
Sorri por trás da máscara, a primeira parte da vingança foi concluída, agora só faltam os outros merdas.
Me virei pra câmera, e coloquei o Machado apoiado em meu ombro.
- Espero que tenham se saciado loucamente está noite, até a próxima meus sanguinários.
Finalizei a live e desloguei o computador, desligando o mesmo é desconectando os monitores.
Eu não iria limpar essa sala agora, nem fodendo.
Tenho que ir até Claire.
Passei a mão por minha roupa, apenas pra não sair sujando a casa toda de sangue, e sai de lá.
Deixando o filho da puta morto, com seus membros todos arrancados.
Tranquei a porta da minha sala de tortura, e passei um bom ar pela casa, pro cheiro de sangue e morte não ser tão perceptível.
Fui até meu quarto e tirei minha máscara de pássaro, a colocando no chão, e fui até a suíte.
Tirei meu sobretudo, camisa, calça, luvas pretas e sapatos, e entrei no box.
Liguei o chuveiro, sentindo a água lavar meu corpo suado, levando embora o sangue e me deixando mais relaxado.
Passei a mão pelo cabelo, que já estava grudento de suor, e o lavei com um shampoo que era bem cheiroso.
De erva doce e mel, se não me engano.
Ele deixava meu cabelo ainda mais brilhoso e bonito.
Respirei fundo, enquanto novamente sentia os pensamentos me dominarem.
Comecei a pensar em como tudo mudou tão rápido, e se eu não tivesse sido torturado naquele maldito dia? E se eu tivesse saído mais cedo ou não ido pra aula naquele dia?
Tudo seria diferente...
Pensar nisso me deixava ainda mais insano.
Tudo mudou agora Rafael, você não pode voltar no passado pra mudar seu futuro.
Entenda de uma vez, porra!

Respirei fundo, e evitei continuar pensando nisso tudo.
Pois iria me foder ainda mais no psicológico.
Fechei o chuveiro, e sai do box, me enrolando no meu roupão preto.
Agora eu teria que viver apenas pro meu presente, que era torturar, matar, e apenas isso.
Fui até meu quarto, e peguei meu celular.
Havia uma mensagem no Whatsapp.

Acerá: Oi gatinho

Acerá: nossa noite de diversão ainda está de pé?

Acerá: como você está?

Que saco.
Essa noite eu iria descobrir tudo sobre Claire, nada vai me impedir de saber os segredos mais sombrios daquela vadiazinha loira.
Revirei  os olhos, e sequei meus dedos molhados pra responder.

Rafael: Oi

Rafael: não melhorei porra nenhuma.

Rafael: vou dormir, até amanhã eu acho.

Desliguei meu celular e o joguei na cama.
Claire hoje estaria como uma rosa vermelha, eu a vi com aquele vestido e ela estava perfeita.
Então, Tenho que ficar apresentável também.
A noite hoje será interessante.
Abri meu guarda roupa, e peguei uma calça social que ia um pouco à baixo da cintura, e um suéter preto um pouco justo de mangas compridas coladas, e o coloquei por dentro da calça.
Coloquei um cinto preto, e meu sapato social preto também, com meias brancas que ficavam pouco visíveis.
Coloquei uma corrente em prata pura no pescoço, e uma de ouro, que brilhavam na luz forte do meu quarto.
Eu quase nunca usava meu cabelo todo penteado pra trás, então hoje inovei um pouco.
O penteei pra trás e passei um pouco de gel pra mantê-lo assim, e me olhei no espelho.
Estava bom.
Peguei as chaves do meu opala preto, e fui até a garagem.
Já eram quase meia noite.
E se Claire não estiver pronta assim que eu chegar, está fodida...
Muito, muito fodida.
Eu posso ser bem cruel.
Abri a porta do carro e entrei, girando a chave e saindo logo em seguida.
Passei pela trilha de chão e grama em frente á minha casa e logo já estava na estrada.
Dirigindo Enquanto apreciava o luar dourado majestoso no céu, pronto pra iniciar a noite com a minha vítima mais misteriosa.

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