CÓPIA E PLÁGIO É CRIME!!!
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Uma garota com tendências suicidas
cruza o caminho de um
Assassino em série.
Oque pode dar errado?
TUDO.
Rafael foi diágnosticado com psicopatia aos treze anos de idade,
e entendeu o motiv...
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Depois que matei todos os filhos da puta envenenados, eu fiquei sentado no sofá por um tempo enquanto observava seus corpos mortos e saboreava o refrigerante, sentindo o cheiro de assassinato no ar. O cheiro de vidas ceifadas que logo logo, serão apenas lembranças. E Claire ao meu lado, observava tudo aquilo atônita e em estado de choque. Seus lindos olhos escuros estavam arregalados e ela olhava aquela cena suspirando pesadamente, e suando frio. Ela ficou paralisada por um tempo, mas logo ela respirou fundo e piscou várias vezes voltando à realidade. Ela então me olhou, e se aproximou de mim. Ela me olhou nos olhos e disse que me ama, que ficará comigo sempre e que eu causo nela as melhores sensações. Quando não estou a machucando é claro. A minha garota parecia estar se rendendo ainda mais à mim a cada morte, cada assassinato, cada ameaça e insanidade pela qual passávamos. E eu obviamente, estava adorando tudo aquilo. Estar de camarote vendo enquanto sua mente era corrompida por mim era a mais excitante adrenalina. Ainda mais que hoje ela comeu carne humana, pela primeira vez. Seu primeiro ato de canibalismo, e ela nem sequer desconfia disso. Coitadinha, mas eu ainda vou dizer à ela e fazer algo mais divertido. Sorri perversamente enquanto pensava nas loucuras que eu a manipularia à fazer. Mas, como eu havia dito: vou entrar em sua mente e acabar com ela, até não restar uma gota de sanidade. E assim está sendo feito, estou quase lá. Quase no meu objetivo. Estou perto de matá-la. Mas no momento, eu estava arrastando os corpos dos policiais e jogando todos no mar. Um, dois, três, quatro... cinco e seis. Logo eu vi seus corpos afundarem na Água azul e gelada, desaparecendo pra sempre. E dessa vez eu não os esquartejei. Bom, eu joguei os corpos em uma parte do mar que continha muitos túneis do inferno ou como são mais conhecidos, os sumidouros. ou seja: Esses corpos desaparecerão e nunca mais serão vistos. E o melhor: Eu não tenho muita sujeira pra limpar já que não atirei e nem esfaqueei ninguém. E isso é ótimo. Depois de me certificar de que todos os corpos afundaram, voltei pra dentro da casa de claire e fui até a lavanderia. Peguei um limpa-chão e um desinfetante que por sinal era bem cheiroso, e limpei o piso da sala de estar pra me certificar de que não ficaria uma pista sequer na casa dela. Assim que terminei de limpar tudo, peguei os celulares deles e os quebrei com um martelo que estava em um kit de ferramentas na lavanderia e os quebrei até virarem pó, e por fim joguei as sucatas no mar. Pronto, não restou nada. É como se eles nunca tivessem sequer entrado aqui. Nenhuma pista mais. Olhei para as escadas e como eu estava livre agora, eu iria ver se Claire estava pronta. Passei a mão por meu cabelo o jogando pra trás, estava grudando em minha testa já que eu estava suado e cansado de limpar mais uma cena de crime. Subi as escadas e fui até o quarto dela. Abri a porta do mesmo, e escutei um ronronado. Meredith veio correndo até mim e deitou em cima dos meus pés, rolando de barriga pra cima. Dei risada e me abaixei pra pegá-la. - Como vai a minha bolinha de algodão? A peguei no colo e acariciei seu pelo. - R-Rafael? E-eh... você...poderia bater na porta antes de entrar? Ouvi a voz doce de claire dizer meio baixo, coloquei Meredith no tapete e a procurei. Ela estava em frente à sua penteadeira, usando apenas uma lingerie rosa clara e transparente. Ela estava corada e envergonhada, e tentava se cobrir com um vestido que estava segurando em mãos. como ela pode estar assim depois de tudo que já fiz com ela? Que caralho. - Não. Eu já te vi nua, Claire. Qual o problema de ver você com lingerie? Falei em um tom rígido e irritado, e eu estava. - Uhm... é-é verdade... é só que ainda estou me acostumando, me d-desculpe. Disse ela tirando o vestido da frente de seu corpo e o colocando da cama, Me dando uma melhor visão de seu corpo perfeito. Eu a admirei em cada detalhe, passeando meus olhos sob seu corpo irresistível e perfeito, puta garota gostosa... Ela então se aproximou de mim e me olhou nos olhos, suas bochechas estavam vermelhas e quentes, e ela levou uma mão até minha camiseta, a segurando com suas mãos macias. - V-Você gostou? Perguntou ela, dessa vez abaixando a cabeça. Se eu gostei? Porra, não tem como dizer não. Claire é uma deusa na terra. Então levei uma mão até seu rosto e levantei seu olhar pra mim, enquanto acariciava suas bochechas com meus dedos, descendo até seus lábios. - Acho que isso já diz muita coisa, não é meu bem? Falei baixo, me aproximando de seu ouvido e peguei em sua mão macia e pequena, a descendo de minha camiseta até meu abdômen quente, e desci ainda mais até ela tocar em meu pau duro. Minha garota teve um pequeno espasmo e suspirou fundo dando um gemido leve, ela se afastou um pouco e apertou os olhos. - S-Sim!! Mas... p-preciso me arrumar agora... A puxei pelo pescoço com brutalidade e ela me olhou assustada. - Você só sai daqui quando eu quiser. Falei em tom agressivo e rígido. -Sabe, Claire... desde que te vi pela primeira vez eu jurei pra mim mesmo que iria foder você... Mas não só psicologicamente. Falei baixo me encostando em seu ouvido, e dei uma leve risada sarcástica. - Você não imagina quantas vezes eu me dei prazer sozinho, porque por mais que eu pudesse comer qualquer garota, era você quem eu mais desejava... era você que eu queria. Falei oque ela me causava desde que nossos olhares se cruzaram pela primeira vez, E ao menos isso era verdade. Depois que conheci Claire, eu só pensava nela. Em dominá-la, possuí-la... Me imaginava fodendo ela como nunca fodi com nenhuma outra antes. E eu me tocava quase todas as noites, pensando em como seria passar minhas mãos por seu corpo perfeito, em sua pele clara e delicada, eu imaginava todos os meus maiores fetiches com ela. Ela então suspirou fundo e seus olhos brilharam, mas ela estava envergonhada e de cabeça baixa. - I-Isso é verdade? Perguntou ela, visivelmente feliz. Dessa vez, realmente era. Claire me causava um tesão fodido. Um desejo, uma adrenalina forte pra caralho, como se eu estivesse pulando de um arranha-céu... Assenti que sim e levei uma mão até sua nuca, a acariciando. - Mais do que você pode imaginar, meu bem... Falei enquanto a olhava por inteira com aquela lingerie perfeita, e senti ela se encostar ainda mais em mim. Ela me olhou nos olhos e então suspirou fundo. - Q-Quando te vi pela primeira vez senti medo, raiva... Eu já estava sofrendo muito e você queria me machucar também, eu estava enlouquecendo de tanto ser torturada! M-Mas depois... você cuidou de mim, me defendeu, me fez sentir tantas coisas... E então meu corpo e minha alma gritaram seu nome e eu me declarei pra você... bom, s-sei que você ainda vai me ferir e muito... Mas eu fico feliz quando você cuida de mim, quando recebo seu carinho... e Também porque te amo... e-eu te amo muito! M-meu primeiro... prazer foi com você, e eu quero que seja assim pra sempre. Disse ela, encostando seu rosto um pouco abaixo do meu peito. Isso, minha putinha. Te manipulei de uma forma rápida e perfeita, te fiz cair nas minhas mentiras e nas minhas falsas demonstrações de amor. Agora você é meu brinquedinho favorito e eu estou me aproveitando muito, muito bem. Mas, vamos ver até onde isso vai dar. Mal sabe você que só está sendo usada, e que vai ser jogada fora assim que eu me cansar das nossas brincadeiras. - E-Então porfavor... faça oque quiser e desejar comigo, meu Blacktide. Disse ela, e então se abaixou devagar, me olhando nos olhos. Ela ficou de joelhos à minha frente, e colocou uma mecha de seu cabelo atrás da orelha. - Eu sou toda s-sua... devo obedecer à você e só a você. Exclamou ela enquanto suas lindas bochechas coravam, e eu me surpreendi com sua fala e com aquela posição da qual ela ficou. Ajoelhada diante de mim, como uma cachorrinha adestrada, a melhor visão que eu poderia ter. Aquilo só me deixou com ainda mais tesão como já é de se esperar e eu poderia simplesmente desabotuar minha calça e fazê-la engolir todo meu pau, até eu chegar ao ápice do prazer. Mas já estava tarde, e logo provavelmente o parque fecharia. Então levei uma mão até seu rosto macio, o acariciando e dei um incontrolável suspiro pesado. - É assim que eu gosto de te ver, docinho. Totalmente submissa e obediente. saiba que apenas eu posso fazer você gozar. Entendeu? Falei enquanto a olhava. Ela então assentiu e disse baixinho. - Somente você... Disse ela, me olhando com um sorriso fofo e lindo. Então a puxei pela mão a levantando do chão, e a deixei de pé. -isso... agora vai se arrumar gatinha, vou te esperar aqui na cama. Falei e ela assentiu com um sorriso doce e pegou o vestido que estava em cima da mesma. - Eu não vou demorar. Ela se dirigiu até o closet e fechou a porta. Me sentei na cama e fiquei esperando ela se arrumar, então peguei meu celular pra me distrair e o desbloqueei. Havia uma nova mensagem. Era de Acerá... Que porra ela quer?