CÓPIA E PLÁGIO É CRIME!!!
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS!
Uma garota com tendências suicidas
cruza o caminho de um
Assassino em série.
Oque pode dar errado?
TUDO.
Rafael foi diágnosticado com psicopatia aos treze anos de idade,
e entendeu o motiv...
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Fiquei atrás de Claire por alguns minutos, observando sua reação, enquanto olhava com atenção os corpos das minhas vítimas espalhados por minha sala de tortura. Sua reação era um terror compreensível, estava assustada, com suas mãos trêmulas e suadas na porta, ele havia segurado a boca pra não gritar de susto. Sorri de canto sem ela perceber, quem sabe, se Claire visse com os próprios olhos por mais de uma vez oque sou capaz de fazer, ela crie obediência total... Pensei naquilo, eu poderia castigá-lá, torturá-la e arrancar seu sangue das veias por meter o nariz onde não deve, como uma gata curiosa, mas talvez oque ela tenha visto agora a faça se tornar inteiramente submissa à mim e tudo que desejo. Por isso, apenas respirei fundo, sentindo o doce cheiro de seu pescoço e cabelo lavados e lisos como seda, e falei baixo, mas em tom claro. - Vem, a comida já está pronta. Ela então, ainda trêmula, se virou pra me olhar, e se esforçou pra assentir. E então, eu peguei em sua mão e a conduzi para descer as escadas. Ela devia estar com fome, e como essa noite ainda iríamos para nova York, Claire precisava estar disposta e bem alimentada. Nunca se sabe quando vou precisar castigá-lá, pode ser no meio da viagem, ou aqui mesmo... Oque importa, é ela ter forças pra aguentar tudo. Descemos até a cozinha, e eu fiz algo simples apenas pra que ela não ficasse com muita fome. Uma simples macarronada ao molho branco e salmão. Eu iria comer também, aliás, um macarrão ficaria ótimo com um pedaço de coxa humana... Pensei naquilo, e senti água na boca. Me lembro quando comi carne humana pela primeira vez, é bom, revigorante, e tão fresco quanto frutas direto do pé. Senti o gosto do sangue esquentar meu corpo, a textura da pele dura, mas que ao cozimento se tornava macia, eu havia me tornado um canibal. Agora eu não só assassinava, torturava e transmitia o sofrimento das minhas vítimas ao vivo. Como também me aproveitava da carne delas. Mas Claire não iria saber disso agora, em Nova York vou contar tudo. Mas se ela espalhar, fofocar ou chamar a polícia... Ela está muito, MUITO FODIDA. Mal sabe ela que posso comê-la de duas formas. - Fiz macarronada ao molho branco e salmão, gosta? Perguntei, disfarçando meus pensamentos e agindo normalmente, como se não tivesse visto Claire entrar em pânico ao olhar aqueles corpos decapitados do quarto vermelho. Ela então respirou fundo e fechou os olhos com força, como se estivesse tentando esquecer oque viu, e assentiu com a cabeça. Ótimo, assim ela ficaria forte pra aguentar situações futuras que irei impor. Já estava tudo na mesa, o macarrão em um lindo recipiente de vidro, com algumas salsas em cima, duas taças sob a mesa, e um vinho mediano direto de uma pequena adega que eu tinha em casa. Puxei a cadeira pra ela se sentar, e ela rapidamente o fez, parecia tonta, como se sua mente estivesse reprisando várias e várias vezes tudo oque viu. Me sentei à sua frente, e coloquei um pouco do vinho em cada taça. Peguei um pouco da macarronada, e coloquei no prato de porcelana à frente dela. - Coma. Falei, e peguei minha taça de vinho, saboreando o álcool quente e o gosto adocicado da uva, enquanto a olhava engolir em seco e segurando o garfo, depois pegou a faca, com suas mãos ainda trêmulas, e me olhou por uns mínimos instantes. Arqueei a sobrancelha, enquanto ela me encarava com um olhar sombrio e sem expressão. Puxei assunto, claro. Eu estava louco pra saber oque levou Claire a surtar de vez e espancar uma das garotas que a infernizava. - Bom...agora me diga,Claire. O bullying se tornou rotina o bastante pra você ter que se livrar dele com suas próprias mãos? Perguntei curioso, a olhando enquanto suas pequenas mãos enrolavam o macarrão no prato, levando-o aos lábios e saboreando um pouco. Tomei mais um gole do vinho, e notei que Claire estava pensando em como responder aquilo. Ela então respirou fundo, e continuou enrolando o macarrão no garfo. - S-Sim, eu só não aguentava mais aquilo se repetindo todos os dias, então explodi... Ela falou em voz baixa, comendo mais um pouco do macarrão. Dei uma garfada, comendo também. Interessante, a loucura tomou conta da mente dela, e com um surto Claire devolveu todo o bullying que sofreu. Pensei, eu matei aquela garota que Claire agrediu, mas ela mencionou que havia mais de uma. - Perfeito, agora só falta as outras. Claire logo arregalou os olhos, e me olhou. - O-Outras? Ela perguntou, aparentando estar nervosa. Assenti, tomando mais um gole do vinho. - Sim, ou foi só aquela da enfermaria que machucou você? A olhei, ela então se estremeceu um pouco, parecia ficar cada vez mais nervosa, e negou com a cabeça. - N-Não... Disse quase que incompreensível de tão baixo. - Então você tem que se vingar das outras que faltam. Falei, em tom grave enquanto a olhava, seu olhar era confuso e inocente demais. Aquilo me excitava e me irritava. Eu sei oque é bullying, sei oque é ser torturado e sofrer com agressões e ser indefeso ao ponto de não poder fazer nada, apenas aceitar a dor e o sofrimento que estavam por vir. e assim como eu me vinguei de quem fez essas coisas comigo, também quero que Claire se vingue. A vingança é o doce mais viciante que alguém pode experimentar. E Claire vai experimentar disso por completo. Não quero que ela simplesmente bata nas outras garotas, deixá-las viver é piedade demais. Elas merecem a morte. Só a morte daquelas vadias poderá pagar tudo que Claire sofreu. Não tenho compaixão por ela, claro. Oque mais sinto é pena, já que passei por isso também. - me V-Vingar? Ela perguntou, meio que em tom de afirmação, e eu dei uma risada sarcástica, tomando o restante do vinho. - Ah, Claire. Você é tão ingênua, tão inocente. Por isso pisam em você. Falei enquanto meu sarcasmo se transformava em um olhar sério, olhando aqueles lábios vermelhos, aqueles olhos escuros sem brilho algum. - Me d-desculpa... Ela disse um pouco nervosa, quando frio. Assenti e me levantei da mesa. - Depois falamos sobre isso, agora vá até o quarto e me espere lá, temos contas a acertar... não é mesmo, gatinha? Falei com um sorriso malicioso, já imaginando qual castigo doloroso aplicar à ela. Essa putinha me fez esperar naquela noite, enquanto se divertia com o "amiguinho", aquele tal de Ethan. - C-Contas? Perguntou mais uma vez enquanto se levantava da mesa também, como a ingênua e boba garota que é. A olhei, meu olhar expressava o tanto que eu fiquei puto ao saber que ela havia se atrasado porque estava com aquele cara, e me aproximei dela cada vez mais. Claire deu alguns passos pra trás, ao perceber meu olhar enfurecido, mas logo a preensei com força na parede, segurando seus pulsos. - Uh, então você pensa que eu esqueci, é? Lembra daquela noite em que ao invés de me obedecer, você preferiu sair com o tal de Ethan? Falei, a prendendo com força, ela então arregalou os olhos e engoliu em seco, seus olhos se encheram de lágrimas. - R-Rafael!porfavor... não faça nada com Ele! Ah, bom saber que ele era importante assim. Talvez eu o mate mais devagar, ou apenas o decapite. Coloquei minha perna entre as de Claire enquanto segurava seus pulsos pra cima, pude ver ela se arrepiar quando meu olhar desceu por seu corpo, do modo malicioso que só eu olhava. Já pensando em como vou punir essa pequena safadinha... A preocupação que ela tinha com aquele cara me irritava. Mas era por pouco tempo. - Não se preocupe, quem vai ser punida aqui é você. Falei me encostando em seu ouvido, sorrindo de canto enquanto a preensava ainda mais. - Vai pro quarto, e se prepara pra aguentar a punição, não quero te ver desmaiando hoje, entendeu? A olhei nos olhos, e ela assentiu, já imaginando oque teria que aguentar.