Capítulo cento e sessenta e seis: Dangerous bunny no RedRoom

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Levei uma mão até o rosto, enxugando meu suor depois de tanto esforço pra carregar um homem gordo como aquele

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Levei uma mão até o rosto, enxugando meu suor depois de tanto esforço pra carregar um homem gordo como aquele.
O arrastei pelos pés, e o joguei no mar sem decapitá-lo nem nada, eu não queria ter que limpar mais sujeira.
Depois fui até um banheiro público que havia no parque, e peguei um balde de água e uma vassoura pra limpar o sangue.
Ainda bem que ele estava em um local afastado, isso facilita muito meu trabalho.
Assim ninguém me verá.
Eram 23h da noite, haviam pouquíssimas pessoas no parque, mas elas nem sequer se aproximaram de onde estou, ainda bem.
Esfreguei o sangue do concreto frio, sem deixar nenhuma marca do mesmo, e logo me dei conta de que eu havia limpado tudo.
Fui até a banca do homem já morto, e olhei procurando por mais sangue.
Nada.
Tudo perfeitamente limpo.
Então joguei fora a água do balde e lavei a vassoura, eu já estava pronto pra ir pra casa.
E Claire estava no meu carro me esperando, descansando após mais um estado de choque.
e falando nela...
Mais uma vez sua mente tentou despertá-la para a realidade, fazendo ela pensar nas minhas atitudes e tentando convencê-la da verdade.
De que não a amo.
Mas, eu nem me preocupei com isso.
Aliás, Qualquer mentira fodida que eu invente muito bem já é capaz de fazê-la mudar de ideia.
E foi oque eu fiz.
Disfarcei uma falsa chateação e disse a ela que meu "Amor" é diferente, mas mesmo assim não deixa de ser amor.
Eu ri por dentro depois de ver o rosto dela, os olhos brilhando, as bochechas levemente adquirindo um tom vermelho e quente, pobrezinha...
É tão tola e inútil ao ponto de cair na minha lábia.
Todas as epifanias que ela tem, eu controlo sem precisar me esforçar e rapidamente ela já cai em meus braços.
Nao me segurei e sorri de canto pensando em como ela é ingênua e idiota, enquanto andava para longe daquela cena de crime, feita por mim mesmo e entrei no banheiro público masculino.
Fui até a pia e lavei o rosto, tirando o sangue do mesmo que estava quase secando.
Depois limpei o máximo que pude a minha camisa social preta, e tirei minhas luvas de látex, as colocando no bolso do meu sobretudo.
Eu precisava ir buscar Meredith na clínica e não posso ter uma mancha de sangue sequer.
Me olhei no espelho, finalmente limpo.
E ainda muito satisfeito depois de matar aquele filho da puta que tentou me passar a perna.
Dinheiro não é importante pra mim e nunca me falta, a única coisa que fiquei puto foi por ter sido desafiado por um vendedor de merda.
Mas agora ele já deve estar chegando no inferno.
Arrumei meu cabelo com as mãos, colocando os fios no lugar e logo sai dali.
Atravessei a rua e ao invés de ir pro carro, fui direto para o pet shop para buscar Meredith.
Entrei pela porta ao lado, e andei pelos corredores.
Vi muitas coleiras e brinquedos, então peguei uma cesta pequena e decidi comprar algumas coisas pra ela.
Já que em Nova York, saímos tão às pressas que mal tivemos tempo.
peguei uma coleira rosa brilhante que tinha um pequeno sino na frente, e duas pelúcias.
Uma em forma de peixe e a outra uma bolinha para distraí-la.
Fui até o caixa e coloquei a cesta no balcão.
- Boa noite, vim buscar meredith.
Falei pra atendente que estava ali.
- Meredith... Ok! Ela já está pronta à alguns minutos, vou buscá-la para o senhor.
Assenti enquanto esperava ali.
Senhor... me sinto tão velho...
Ou será que já estou?
Mas foda-se, eu tenho uma aparência boa e é isso que importa.
Pensei enquanto pegava um pacote de ração mediano e um sachê de sardinha, os colocando no balcão também.
Logo, a mulher voltou com Meredith nos braços.
Porra... Eu nunca vi tamanha fofura em uma gatinha tão nova.
Seu pelo branco agora estava ainda mais claro e brilhante, aparentava estar sedoso e as funcionárias da clínica colocaram uma pedra brilhante em formato de coração em sua testa, e um laço rosa em sua cabeça.
- Uau, que fofa. Olá meu amor, papai veio te buscar.
Falei, quando a mulher me entregou ela.
Acariciei sua barriguinha cheia e macia, logo ouvi seu ronronado.
- Ela é uma gatinha muito preguiçosa, os meninos tiveram que segurá-la para pentear o pelo dela, já que ela só ficava deitada. Você tem uma bela adormecida.
Disse ela, dando risada.
Eu sei que essa gata adora dormir, mas não imaginava que chegaria nesse ponto.
- Caramba... Bom, eu a vi quando viajei pra outra cidade, ela estava em uma condição terrível e estavam prestes a sacrificá-la, então a salvei e adotei pra minha namorada, ela nunca teve uma gatinha e era o sonho dela, hoje as duas são grudadas.
Falei, tirando a parte de quando matei o desgraçado que iria machucá-la
- Nossa... é tão triste saber que ela enfrentou tudo isso, ainda bem que está feliz agora e com ótimos tutores... aqui nós resgatamos bichinhos de rua, eles recebem os devidos cuidados e são colocados pra adoção.
Disse ela, passando os itens que estavam no meu cesto.
- Isso é ótimo, parabéns à vocês que tiveram essa atitude.
Falei enquanto acariciava meredith novamente.
- Eu agradeço! Inclusive, estamos aceitando doações. Seja dinheiro, ou até mesmo ração e cobertores... Sua compra deu duzentos e dez e noventa, vai ser cartão ou dinheiro?
perguntou ela.
Então, segurei a gatinha em um braço só, com cuidado é claro. Enquanto com a outra eu pegava meu dinheiro que estava no bolso.
-Vai ser no dinheiro.
Coloquei as notas no balcão, e ela conferiu o valor, me entregando o restante.
- Aqui seu troco senhor.
Mas o coloquei de volta ao balcão, e peguei minha sacola.
- É uma doação pra ajudar vocês a cuidarem desses anjinhos, não posso adotar por agora porque já tenho essa fofinha aqui e um husky, mas vou ajudar financeiramente.
A mulher então arregalou os olhos, incrédula.
- S-Sério? Mas aqui tem muito dinheiro! São três mil! Terá ração e vacina o ano todo!
Disse ela, surpresa. E eu apenas assenti.
- Sim é sério, ficarei grato se aceitar a minha doação.
A mulher então sorriu alegremente
- Então muito obrigada, senhor! Tenha uma ótima noite !
Desejou ela e eu assenti.
- Igualmente.
Eu poderia ser o diabo em pessoa.
Mas jamais machucaria um animal inocente.
Humanos são nojentos e sujos, animais não.
Então, com a pequena em meus braços e as coisas que comprei pra ela, sai da clínica e fui para meu carro, no estacionamento.
Meu opala brilhava com sua pintura perfeita à luz da lua, aquele carro era tudo pra mim.
Fui até minha porta, e a abri entrando no mesmo.
Saindo do frio da noite e da brisa gelada.
Olhei pro lado, e vi que Claire estava acordada, olhando pelo vídro do carro a linda e nublada noite.
Coloquei a sacola no painel do carro, e me aproximei um pouco da minha garota, tão calada e pensativa, com Meredith em meu colo.
- Meu bem?
Levei minha mão até seu rosto, o virando devagar para mim.
Ela então me olhou rapidamente e pareceu se assustar um pouco.
- A-Ah... você já está aqui...
Ela disse com uma voz suave, mas assustada.
-Uhum, porque o susto?
Falei, acariciando seu rosto e colocando uma mecha de seus lindos cabelos pra trás da orelha.
- N-Não ouvi a porta abrir...
Ela disse e olhou para Meredith.
Seus olhos lindos e escuros finalmente ganharam um pouco de brilho quando ela viu sua gatinha enfeitada com um laço e uma pedrinha cor de rosa no pelo.
- Oh! Que fofa!
Ela exclamou em tom surpreso e animado, tirando a gata do meu colo, que miou e ronronou feliz por ver sua dona e cuidadora.
- Também achei, então meu bem...  não vamos mais pra casa da Acerá, tenho uma coisa importante pra te mostrar e tem que ser hoje, eu não posso aplicar mais sedativo nela, se não ela vai morrer e não vai ter graça.
Falei enquanto ligava o carro, saindo do estacionamento e adentrando a estrada, ansioso imaginando a minha garota sujando suas mãos de sangue mais uma vez.
Sim, eu planejei uma surpresinha pra minha Claire.
Ela então arregalou os olhos e me olhou assustada.
- Ela??? Ela quem???
Perguntou Claire, visivelmente preocupada e nervosa.
Dei uma leve risada e levei uma mão até sua coxa farta e macia, a apertando.
- Logo você vai saber, não precisa ter pressa...e quanto o choque de mais cedo, melhorou?
Perguntei, mudando de assunto pra não estragar a surpresa que eu havia planejado.
Ela não quer saber no que eu trabalho? Então ela saberá.
E ainda irá presenciar.
participar também...
Mal posso esperar.
Claire então aparentoi pensar um pouco e abriu seus lábios devagar  pra dizer algo, mas engoliu em seco e se encolheu no banco onde estava sentada.
- E-Estou... bem.
Disse ela, olhando pela janela do carro abraçando Meredith enquanto íamos para fora da cidade, em direção à minha casa.
- Uhm, que bom.
Respondi me atentando ao asfalto, e logo adentrei a trilha de floresta pura que dava até minha casa.
A lua estava iluminando as árvores de uma forma realmente bela, e Claire admirava tudo pela janela, com a luz noturna refletindo em seus olhos.
Então, sem demorar muito já que o parque não era longe de casa, havíamos chegado e eu parei em frente à minha casa.
- Desce com ela, eu vou pegar as sacolas e seu bichinho de pelúcia.
Ela então assentiu e segurou a gatinha em seus braços.
E eu peguei as sacolas do painel e sai do carro, dei a volta e abri a porta pra ela descer.
Claire saiu de dentro do mesmo e foi em direção à porta, caminhando sob a grama verde e levemente molhada pela chuva fraca que teve hoje à tarde.
Abri a porta, e nós subimos as escadas.
- quer descer? Mamãe vai te colocar no sofá.
Disse minha doce garota, se abaixando pra colocar a gatinha dela no sofá.
Coloquei as sacolas que eu estava carregando na mesa pequena de vidro da sala, e assim que meredith alcançou o sofá, puxei Claire e a peguei no colo.
Pude ver seu lindo vestido subir um pouco, e ela se assustou com minha atitude rápida e imprevisível.
-Ah... Rafael...
Ela sussurrou e encostou sua cabeça em meu peito.
A segurei com mais força contra mim,  e a olhei por inteira.
- Já disse o quanto você está perfeita essa noite?
Sussurrei baixo de volta, próximo de seu ouvido e com o ar quente de meus lábios tocando seu pescoço.
Pude ver novamente suas lindas e fofas bochechas adquirirem um tom quente e rosado.
- S-Sim... eu fico tão feliz quando você diz isso...
Disse ela, se aconchegado mais em mim.
DDei uma risada leve e grave, e a carreguei no colo pro quarto.
- só falei a verdade, meu bem. Você é irresistível...
Me inclinei, a colocando na cama e depois segurei seu rosto fofo e macio com uma de minhas  mãos, e beijei seu rosto todo.
Pude ver ela sorrir ansiosamente e alegre.
- Você é tão fofa quando fica assim, rosadinha...
E eu não falo só das bochechas dela.
Quase dei risada daquela piada interna, mas me contive e acariciei seus cabelos longos e loiros, e em seguida fui até a gaveta da cabeceira da minha cama.
Ali eu havia guardado a fantasia de coelhinha de Claire, limpa e bem cheirosa desde a última vez que foi usada.
Uma pena que vai se sujar novamente
De puro sangue.
Coloquei a roupa ao lado dela e fiquei de frente para que ela pudesse me olhar.
- Coloque sua fantasia e me siga, se comporte e faça só oque eu mandar.
Falei em um tom bruto e sério, enquanto pegava da minha outra gaveta luvas de látex limpas e as vestia.
- T-Tudo bem... Mas porque a fantasia?
Perguntou ela, em um tom confuso.
- Me lembro de quando você me disse que queria saber em quê trabalho...
Me encostei na parede, enquanto observava ela se levantar e começar a se trocar.
- S-Sim...
Claire então assentiu e levantou seu vestido, revelando sua calcinha de antes, de renda rosa e delicada, e colocou as meias sensuais transparentes.
Depois ela tirou o vestido por completo, e vestiu o body preto brilhante e justo com um rabinho de coelha atrás, e logo ela tirou seu sutiã e o colocou na cama.
Tão gostosa...
Desde que a vi com essa fantasia, coloquei em minha cabeça que eu iria foder ela dessa maneira.
E eu vou.
- Então, chegou a hora. Você vai descobrir, presenciar e é claro: participar. Vem, vamos. Sua máscara está no quarto ao lado.
Segurei sua mão macia e a fiz me seguir até meu quarto de tortura, ansioso pra vê-la agir.

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