capitulo dezenove: Encontrá-la.

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A noite fria e chuvosa completava tudo oque eu sentia

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A noite fria e chuvosa completava tudo oque eu sentia.
Enquanto via aquela garota se levantar devagar após um surto de raiva e tristeza, dando um grito que ecoou pela rua vazia e fria, e mesmo ainda muito machucada, seguia seu caminho, pela rua principal do centro de nova Jersey.
E eu, fiquei ali parado. A olhando por um tempo, com a arma na mão.
Enquanto a chuva caia cada vez mais, me deixando totalmente molhado.
Fiquei paralisado por um tempo sem tirar meus olhos dela, até ela virar uma esquina próxima.
Caralho...
- Eu vou voltar, me aguarde... Loirinha filha da puta.
Sussurei baixo pra mim mesmo com a água da chuva caindo sob meu rosto, quando sai daquele estranho transe. Ficando puto ao me recordar do que houve há alguns minutos atrás.
Da ingratidão dela, do quanto ela me desafiou tomando minha própria arma das minhas mãos...
Desgraçada.
E ainda disse que ia me denunciar...
É isso que dá ajudar as pessoas.
Eu nunca ajudo ninguém, e quando ajudo, só me fodo.
Mas ela vai ver... Eu vou encontrá-la novamente, e vou dar oque ela merece.
Cacete... Ela deve pensar que sou bonzinho, só pode.
mas isso não vai ficar dessa forma.
Morrer seria bom demais pra ela, e ela mesma me disse isso, me deixando louco de tão intrigado ao ouvir uma fala tão incomum vindo de uma garota tão perfeita como ela.
E é óbvio que não dei oque ela queria, não mesmo, ela me interessou... Me interessou muito.
E eu quero ela viva pra poder foder com ela parte por parte.
Quero fazer aquela garota pagar com a língua pela ingratidão que teve, e por ter me desafiado.
Fora que ela disse que iria me denunciar se eu não a matasse...
Por isso então eu devo ficar de olho nela.
Já que a qualquer momento, ela pode me denunciar e ferrar com tudo.
Ter deixado ela escapar foi um erro, caralho, eu deveria ter pelo menos apagado ela.
Guardei a arma em meu bolso e sai o mais rápido possível dali, logo encontrariam aqueles corpos e eu não queria estar lá.
Não mesmo.
Entrei no carro, que estava estacionado do outro lado da rua, e rapidamente o liguei, sem demora. Dando a partida enquanto secava ao menos um pouco do meu rosto com a mão. Passando a mão sob o mesmo.
Suspirei fundo enquanto olhava para a rua escura e fria novamente, ainda com aquela desgraçada em minha mente, porra...
Como caralhos eu fiquei assim apenas a vendo uma vez?
E como pode uma garota tão angelical assim existir? Parece até uma miragem.
Uma porra de um sonho.
Aqueles cabelos loiros e longos... Aquele olhar de tristeza e de doçura... E eu sei que é cedo pra pensar nisso, mas puta garota gostosa.
Mas quer saber? que se foda. Eu vou tentar desviar meus pensamentos dela, ao menos por hoje.
Ou não vou conseguir dormir.
Uh... Maldita hora em que resolvi tomar sorvete. E eu odeio doces.
Dirigi em alta velocidade pela chuva, naquela noite perfeita para cometer mais assassinatos e sujar ainda mais minhas mãos de sangue, porém, ainda indeciso
Indeciso sobre oque fazer com aquela garota.
Ela pode me denunciar a qualquer momento só pra me deixar irritado,e acabar com tudo.
É óbvio, ela quer morrer e sabe que se me irritar, suas chances aumentam.
Mas ai está, eu não vou matar essa garota agora... Não mesmo.
Me interessei por ela, Não vou mentir.
Ela é uma presa interessante e satisfatória de se estudar.
Então, eu juro, juro que vou encontrar essa putinha. Não vou matá-la ainda, mas vou dar oque ela merece... E até mais que isso.
Como eu mesmo disse, vou foder com a vida dela.
Não me interessa se sua vida já está fodida ou não, isso pouco me importa.
Uh... Só que pra isso tenho que achá-la primeiro.
Mas onde ela pode estar?
Essa pergunta martelava em minha mente, mas de um certo modo, eu sabia que a encontraria novamente.
E eu vou.
Mas bom, depois de dirigir por muito tempo pela estrada molhada, adentrei a floresta fazendo uma curva sinuosa e brusca, e vi minha casa.
Estacionei o carro ali mesmo e desci, fechando a porta ,e ainda louco com oque acabara de acontecer, fiquei parado, de frente à minha porta, a olhando por alguns instantes.
Cacete, essa garota realmente me deixou mais doente do que já sou.
E eu nem sabia que isso era possível.
Passei a mão pelo rosto, tirando um pouco da água da chuva e secando mais uma vez meu rosto, e abri a porta da frente, entrando pela mesma logo em seguida.
Eu estava completamente encharcado.
Uh... Preciso de um banho.
Um banho bem quente pra tentar esquecer aquela safada. Isso sim.
Suspirei fundo enquanto tirava minha corrente de prata de meu pescoço, e desabotuava minha calça, pronto pra vestir meu roupão e subir para a suíte.
E então eu me lembrei, caralho... Tenho Redroom hoje.
E então, Olhei no meu relógio preto de parede, que estava na sala e vi as horas.
Já estava quase pra começar.
Faltavam apenas algumas horas para minha live de tortura.
Então, andei pela casa, indo até a porta da minha tão famosa red room, e decidi ver como estava no momento os pais de Colle.
me encostei na porta do mesmo para tentar ouvir algum gemido, voz ou grunhido deles... Mas nada pode ser ouvido, eles ainda devem estar desmaiados devido às fortes pancadas que receberam.
Isso... perfeito, eu vou acordá-los com tortura.
Do mesmo jeito que fizeram comigo uma vez.
Sorri de canto de maneira perversa e fria, imaginando como vou sair desse quarto daqui algumas horas.
Uh... Satisfeito, como sempre.
Sujo do sangue de mais vítimas, cheio de dinheiro na conta e insano pra caralho.
Era isso que eu queria, óbvio.
Mas por agora, eu precisava de um banho, e de relaxar um pouco.
Aproveitei os as poucas horas que eu tinha sobrando pra ir até a suite e tomar um bom banho quente, mesmo que depois eu vá me sujar de novo, mas que se foda. Eu tomo outro banho.
Eu preciso relaxar a mente. Mesmo que por alguns segundos.
Então andei pelo corredor do andar de cima e fui até meu quarto grande e extenso, todo em tons escuros, assim como a casa toda.
Eu sempre fui um grande amante de cores escuras, ainda mais da cor preta. Tanto nas roupas quanto na decoração da minha casa.
Além de ser uma cor prática, ainda é fácil de limpar.
E vou manter tudo assim. Nesse tom.
Abri a porta da suíte, entrando na mesma e logo em seguida a fechei atrás de mim, e comecei a tirar minha calça, a desabotuando, me desnudando por completo subindo meu suéter preto até tirá-lo todo, e logo nada mais me cobria. Eu estava pronto para um banho quente e relaxante, enquanto tinha a vista da floresta fria e cheia de névoa, da parede de vidro da minha suíte.
Liguei o chuveiro, deixando a água quente e relaxante correr devagar, calma e suave, vendo o vapor quase invisível subir aos poucos.
E entrei ali, sentindo a água me tomar por inteiro, descendo por todo o meu corpo, passeando sob meu abdômen me deixando completamente molhado.
Suspirei fundo, o vapor do chuveiro e dos meus lábios embaçando o vidro da suíte, e me encostei na parede enquanto a água caía.
Caralho... Onde vou achar aquela garota...
Eu deveria ao menos ter perguntado o nome dela...
Será que a sorveteria não tem algum comprovante ou qualquer coisa assim do que ela consumiu? Assim, eu a acharia fácil.
Puta merda, oque eu vou fazer...
Ela não sai da minha mente.
Tenho redroom daqui a pouco, e eu poderia estar pensando agora nas mais doentias formas de tortura, no que eu poderia fazer, em como poderia fazer.
Mas eu só penso nela.
Porra...
- Eu vou te pegar, loirinha desgraçada. Juro que vou. Você tá tão fodida que não tem nem noção do quanto... Cacete.
Naquele mesmo momento no qual eu pensava em como achar aquela desaforadinha, me lembrei do momento em que ela tropeçou e caiu em cima de mim.
Eu a agarrei forte, a apertando firme e impedindo que ela caísse, oque fez aqueles seios enormes e macios dela, se encontrarem com meu corpo, em um perfeito toque.
Além de perfeita, com uma aparência doce e angelical, ela era gostosa pra caralho.
Uh... Que garota... Porra...
E aquela hora em que me encontrei novamente com ela, naquela chuva, enquanto ela me implorava pra morrer...
Aquilo me deixou intrigado como nunca me senti antes, como pode uma garota assim ansiar pela morte? Oque estava acontecendo com ela? E porquê tanto desespero?
E falando nisso, agora me lembro um pouco mais de seu rosto, com mais detalhes e mais vividez.
Ela estava com um olho roxo e machucado, e também tinha algumas marcas no rosto, pareciam... Uh... Agressão.
Ela parecia frágil e apavorada, um anjo agoniado pra voltar pro céu, com medo do mundo onde seus pés pisam.
Totalmente o meu contrário, e foi isso que me fascinou.
Eu nunca vi nenhuma garota assim, com uma aura tão pura e tão clara.
E ainda mais saber que ela, por ironia do destino, se encontrou com o próprio diabo em pessoa... Isso é estranho e interessante ao mesmo tempo.
Enquanto eu tenho coragem pra tirar vidas, ela se pôs a me desafiar pra tentar tirar a própria, tomando a arma da minha mão.
Isso me intrigou, mas me deixou puto ao mesmo tempo. Odeio ser desafiado.
Mas eu não podia matá-la, era exatamente oque ela queria, que graça iria ter fazer aquilo? Ainda mais com uma garota como ela, que me atraiu tanto.
Então ameacei o cara que estava com ela, porquê ela quer morrer, mas ele... Eu tinha certeza absoluta que não.
Apertei firme suas bochechas e sussurrei em seu ouvido de forma ríspida e bruta, dizendo o quão fodida ela estaria se continuasse me provocando, mostrando que posso acabar com ela sem atacá-la, que posso machucar o amiguinho dela ao invés dela mesma. E ai, ela me pediu desculpas, temendo pela vida do amigo é claro, e perguntou se eu estava com raiva por ela ter derrubado o sorvete em mim.
Uh, loirinha... Óbvio que não é isso.
Você me desafiou, isso que me deixou puto.
Mas calma, meu bem. Eu vou resolver isso logo logo... Vou te achar, e quando achar, vou te pegar e não vou ser bonzinho. Não mesmo...
Pensei, enquanto tomava banho, e a água caia sob meu corpo.
Me lembrei ainda mais dos detalhes daquele momento, em que estávamos ali, na chuva... E me recordei dos meus olhos descendo pelo corpo dela.
Aquela chuva a molhando toda... Deixou o vestido praticamente transparente, já que era branco, além de bem colado, marcando todo o mesmo.
Caralho, eu vou pegar ela. Filha da puta...
Olhei pra baixo, e logo pude ver que eu estava duro como uma pedra, a água escorrendo por todo o meu pau, que latejava de tanto tesão ao pensar naquela putinha peituda.
- Uh garota... Eu vou te achar até no inferno, pode ter certeza... Eu vou te pegar.
Levei uma mão até meu pau duro que pulsava ansiando prazer, e comecei a me saciar ali mesmo, com a água correndo por todo meu corpo, enquanto pensava naquela... Uh...
Deliciosa...
A água descia por todo meu pau, enquanto eu fazia movimentos lentos, mas firmes de sobe e desce, me sentindo ficar mais duro ainda, enquanto lembrava dela com aquele vestido... Porra.
Curtinho e transparente, todo molhado...
Seu olhar de medo e submissão foi o meu ápice pra ter o desejo de querer encontrá-la novamente.
Ela disse que eu poderia fazer oque eu quisesse com ela, contanto que a matasse.
Essa putinha gosta da dor, pelo pouquíssimo que vi.
E é isso que eu sempre quis...
Alguém que se submetesse ao meu insaciável desejo por sexo selvagem e doentio, será que ela é essa pessoa?
Eu posso apostar que sim,mas ainda preciso da total certeza...
Continuei me saciando, enquanto eu tentava imaginar como deveria ser seu corpo sem roupa alguma, cacete...
-Uhm...
Gemi um pouco mais alto dessa vez, enquanto a sensibilidade me dominava de pouco a pouco, me fazendo pulsar mais, ansioso pra gozar.
- Caralho...
Sussurrei entre gemidos enquanto eu só conseguia reprisá-la em minha mente, seu corpo, seu olhar, tudo nela era perfeito.
Sua pele era bem clara, e ao minimo toque, a vermelhidão já aparecia.
Oque me fez imaginar espancando brutalmente aquela bunda gostosa que ela tem, a fazendo gritar e chorar, implorando minha piedade, implorando por pena.
Era assim que eu queria ver ela.
Pagando por todo o desaforo que ela fez.
E se submetendo a mim sendo minha putinha particular.
- Uhh... Vou gozar... Cacete...
Fiz dos movimentos ainda mais fortes e brutos, ficando ainda mais duro enquanto a sensibilidade total começava a se apossar de mim, e perto do prazer total, eu já não conseguia controlar meus gemidos, que saiam cada vez mais graves e incontroláveis.
Puta merda, ela deve ter uma bucetinha tão gostosa... Uh...
De uma coisa eu sei... Deve ser tão rosada quanto o rosto dela...
- Uhh.... Porra. Sua filha da puta.
Gemi mais alto entrando no ápice total ao pensar no que mais me excitava, enquanto sentia meu pau pulsar firme, e meu leite quente escorria entre meus dedos e em meu abdômen, me fazendo suspirar pesado ali, imaginando mais nada a não ser ela.
Eu só vi essa garota uma vez na vida, como caralhos isso é possível?
- É melhor rezar pra que eu não consiga pegar você, porque se eu te pegar... Eu acabo com você putinha.
Falei baixo e grave pra mim mesmo ainda entre suspiros pesados.
Mas eu vou encontrá-la novamente... Tenho total certeza que vou.
Mas ali, sozinho naquela suite quente, tudo oque eu queria era mais, mais e mais.
Quero me saciar novamente, isso pra mim não foi nada.
Eu poderia ficar ali mais um pouco e bater mais duas ou três pra aquela desgraçadinha, mas infelizmente, tenho red room logo logo, e eu preciso ir.
Desliguei o chuveiro depois de me lavar todo novamente após ter me saciado, puto por não poder me saciar mais, e fui até meu roupão.
Me sequei por completo e o vesti, indo até o espelho.
Sequei meu cabelo com uma toalha e depois o penteei, o deixando pra trás, e então pra manter passei um pouco de gel.
Me olhei no espelho, meus olhos expressavam de forma nada disfarçada o quanto eu estava excitado, ansioso por mais.
Porém, eu não poderia.
Não agora...
Depois da redroom, quem sabe.
Porquê no momento, tenho que fazer meu trabalho.
Sai da suite e fui até meu quarto abrindo meu guarda roupa, me sequei novamente
e me troquei de roupa, usando a mesma que todos os meus espectadores estavam acostumados a ver.
Aquela camisa social preta, calça e sapatos sociais do mesmo tom, sobretudo preto, e aquela máscara de médico da peste negra.
E com aquele traje, eu era conhecido como
' Macabre Lord'.
O assassino, ou justiceiro, mais conhecido de toda darkweb.
Movido pelo dinheiro e pelo prazer de ceifar vidas.
Ajeitei meu sobretudo, depois de ter colocado a máscara de pássaro, e logo ouvi meu celular despertar.
00:00 live.
Uh... Hora de começar a diversão.
Fui até a minha penteadeira e dei duas pequenas borrifadas de perfume em meu pescoço, bem ao lado da minha tatuagem.
O perfume era masculino, obviamente, mas com um cheiro forte e chamativo.
O aliado perfeito pra anunciar a minha grandiosa presença.
E então, pronto pra começar, sai do meu quarto e andei pelo corredor até a porta do quarto vermelho e abri a mesma devagar, olhando pelas brechas para ver se os pais do garoto tinham acordado.
Vi seus corpos estirados ao chão frio e sujo do mesmo, da mesma forma que antes e já deduzi que eles ainda não haviam despertado.
Como eu disse, isso era bom. Pois eu iria despertá-los com tortura.
Que é oque eu mais aprecio fazer.
Ver o desespero e a agonia de pessoas que nem acordadas estão, tentando entender de onde vem a dor que se inicia, enquanto o medo e o sofrimento tomam conta... Muito satisfatório, satisfatório pra caralho.
Abri a porta, e abaixei um pouco pra passar pela porta que era um pouco menor que as outras, e também porque ter 1,85 de altura dificultava algumas coisas.
Me abaixei, ficando bem perto dos corpos dos mesmos, e os peguei pelos pés. Arrastando aqueles inúteis pelo chão até chegar no centro do quarto.
E esse quarto, não era o mesmo em que eu dormia, e sim um lugar especial onde eu fazia minhas lives de tortura e outras coisas mais, digo que aqui é como meu coração, o coração de um psicopata.
Ali no centro havia uma grande maca de ferro, uma cadeira de madeira e algumas cordas, para conter as vítimas.
Uma grande mesa com alicates, tesouras, cerras, facas e objetos usados em minhas torturas.
À frente da cadeira, havia uma outra mesa onde ficava meu monitor de computador e todo o set de iluminação, para que cada corte, cada sofrimento que a vítima passasse, fosse bem mostrado aos meus espectadores. Detalhe por detalhe.
Decidi começar pelo homem, o pai do garoto.
E o coloquei na cadeira, amarrando seus pulsos nos braços da mesma e em seguida amarrei também a mãe dele, na maca de ferro.
Apertei bem as cordas, para ter a total certeza de que eles não poderiam se mover, de maneira que prendesse o sangue em suas veias.
Perfeito, essa noite seria mais uma das mil de imenso prazer e sangue derramado.
Vi os braços de ambos ficarem cada vez mais vermelhos, o sangue era impedido de correr pois aquela corda apertava a pele de forma firme e bruta.
E então, vendo os dois ali, amarrados e totalmente à mercê da dor que lhes seria causada, ajeitei meu sobretudo e fui até meu monitor, o ligando e entrando na deep web.
Criei a sala virtual fechada, e logo os convites para participar da minha live lotaram.
Ofereci uma certa quantia de participação, deixando meu número do banco é claro, e logo ouço meu celular vibrar.
Uh, isso... Mais dinheiro na minha conta.
Agora, minha noite só estava começando.
Aceitei os convites de todos que pagaram para entrar e me posicionei de frente à câmera do computador.
Mascarado, vestido pra matar e trazer entretenimento aos meus espectadores.
- Olá meus sanguinários, Vamos nos deliciar com mais uma tortura? Hoje a noite vai render.
Falei, com minha voz grave e clara.
Logo apareceram vários comentários no chat ao vivo, todos dos doentes assim como eu, ansiosos querendo me ver em ação novamente.
- E porquê eu digo isso? Bom, porquê para hoje temos aqui esse homem, e aquela mulher. E adianto uma coisa... Eles merecem sofrer. Que tipo de tortura vocês dariam à alguém que machuca o próprio filho? Me digam.
Perguntei, em tom sarcástico enquanto observava os comentários surgirem cada vez mais.
Todos com propostas de torturas diferentes.
Algumas ofereciam grana pra cortar os braço, outras queriam que eu desmembrasse aos poucos.
Sorri de canto, ao ver a proposta de quantia mais alta.
Perfeito.
- Vocês tem ótimas sugestões, mas uh... pelo que vi aqui, me foi oferecido dois mil dólares para desmembrar o homem. E é com muito entusiasmo que digo que tal proposta foi aceita.
Falei, sorrindo perversamente por de trás da máscara de pássaro.
Mais uma perfeita noite de tortura e dinheiro estava começando, aquilo me deixava em êxtase.
A única coisa que estava estragando aquele momento, era minha mente me lembrando daquela garota.
Filha da puta... Mas eu vou achar ela.
E quando eu encontrar aquela safada de cabelos loiros, vou mostrar bem de perto como é o verdadeiro inferno.
Ela acha a vida dela ruim? Pois, ela vai descobrir que pode piorar... E muito.

Entre Amor E MortesOnde histórias criam vida. Descubra agora