Capítulo cento e onze: apostando minha alma.

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"Então eu estava, dançando com o diabo, fora de controle

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"Então eu estava, dançando com o diabo, fora de controle. Quase cheguei ao céu, você não sabe o quanto eu estive perto. Brincando com o inimigo, apostando minha alma...
É tão difícil dizer não, quando se está dançando com o diabo. "

AVISO DE HOT🔞

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Eu não podia acreditar no que eu estava fazendo...
Ele... havia começado a passar seu membro duro em meu rosto devagar, sua expressão era de excitação e eu só conseguia olhar a perversão em seus olhos azuis tão malignos.
- Abre a boca e engole tudo como uma boa putinha.
Ouvi ele dizer com aquela voz que me arrepiada inteira, eu estava de pernas bambas... ele iria tirar minha virgindade.
Eu sabia que algum dia de minha inútil existência isso aconteceria, mas com um psicopata...
Isso eu jamais esperava.
Mas agora eu era dele, e estava obedecendo.
Abri os lábios devagar, e coloquei a língua para fora sem desviar meus olhos dos dele.
Eu nunca havia feito isso em minha vida, mas eu já havia ouvido as pessoas falarem disso e também vi vídeos anos atrás...
Rafael então colocou em minha boca, e eu o envolvi no calor dos meus lábios.
Céus... Eu estava tão envergonhada!
Mas ao mesmo tempo, eu sentia minhas partes ficando cada vez mais molhadas, e eu ansiava sentir seu membro dentro de mim.
Eu queria não olhá-lo, ja que estava fazendo algo tão íntimo, mas não  conseguia.
Manter contato fixo com ele me excitava ainda mais.
E então, aquilo começou.
Eu o chupei sentindo ele em minha boca, suas mãos seguravam meus cabelos longos, enquanto eu estava ajoelhada na cama com as mãos amarradas pra trás, e os pés também.
Mas eu não me importava, sentir aquilo era tudo que eu precisava.
Era tão prazeroso, era diferente de tudo que já experimentei.
Tentei engolir toda aquela grande extensão, mas acabei me engasgando.
O tirei de meus lábios todo molhado, e vi Rafael dar um sorriso safado.
- Eu mandei você parar?
Perguntou ele, me olhando nos olhos.
-N-Nã...
Antes que eu terminasse de falar, ele colocou novamente seu membro em minha boca, puxando meus cabelos com força e fazendo com que eu engolisse seu membro ainda mais.
Eu estava engasgando várias vezes, mas ele não tinha pena alguma de mim, e continuava fodendo minha garganta com brutalidade.
Eu estremecia como nunca com seu toque e com oque ele estava fazendo comigo, mas eu gostava.
Até que ele tirou seu membro de minha boca, e deu um tapa em meu rosto, apertando minhas bochechas com força logo em seguida.
- Agora vou foder você por trás, sua safada.
Disse ele, soltando as mãos do meu rosto.
Pude sentir o mesmo esquentar, por conta do tapa e dos apertos.
Mas eu não podia negar... eu amava aquilo.
Eu era acostumada com a dor, e amava o toque dele.
Então os dois juntos... era perfeito.
Gostar de sentir dor? Oh, sim. Talvez eu esteja louca...
Mas eu desejo que isso continue!
Rafael então me virou com brutalidade na cama, me deixando de quatro, e me deu ainda mais tapas em minhas nádegas.
Gemi novamente sentindo-as arder, e então ele apertou a mesma e passou seu membro em minhas partes devagar.
Pude sentir que estava o molhando todo, sentir seu pau em minhas partes molhadas era a melhor sensação que eu poderia sentir.
Ele então apertou minha bunda e penetrou um pouco.
Gritei de dor, e lágrimas começaram a cair dos meus olhos.
No começo estava bom, mas agora... que dor é essa?
-P-PARA!! P-PORFAVOR!!
implorei, enquanto sentia minhas partes doerem, eu apertava os olhos de tanta dor, parecia que havia uma faca entrando em mim.
Mas então, eu pude ouvir sua risada grave e maligna.
- Porra... você é mesmo virgem.
Ele exclamou com um gemido grave.
- E-Eu te disse... mas por favor!! P-para! Está doendo muito!
Implorei com lágrimas nos olhos, e então ele puxou a coleira em meu pescoço com força.
- Que pena, gatinha. Mas você quis isso. Agora não vou parar enquanto não te foder toda.
Disse ele com aquela voz maligna que me fazia arrepiar inteira.
Estremeci sentindo-o pulsar dentro de mim, mas eu não conseguia dizer nada, pois ele estava me enforcando com a coleira.
E então, ele empurrou minha cabeça contra o travesseiro, apertando minha nádega, e penetrou mais e mais.
Gritei de dor e agonia, estava doendo tanto... aquilo era pior do que me cortar!
Apertei os lençóis da cama, e gemi por conta do ardor em minhas partes, e então ele tirou seu pau, mas logo o colocou novamente, me fazendo sentir aquela dor aos poucos.
- Cacete... tão apertada.
Sussurrou Ele enquanto começava movimentos de vai e vem, seguidos de mais tapas e apertos fortes em minha bunda.
Eu gritava de dor, e puxava meus cabelos para tentar amenizar a dor que eu estava sentindo, enquanto ele se movimentava lá dentro e me dava tapas, e vez ou outra me enforcava com a coleira.
Eu estava enlouquecendo de tanta dor, e também mordia o travesseiro, mas logo, aquela sensação se tornou tão repentina que comecei a me acostumar, e me concentrei mais em ver e sentir oque ele estava fazendo, e logo, toda essa dor se transformou em tesão, e ele continuou até que eu começasse a gemer por prazer e não por dor ou agonia.
- Agora tá gostando vadiazinha? Safada do caralho.
Comecei a sentir um calor imenso, e senti minhas partes ficando cada vez mais molhadas, um arrepio diferente me percorreu junto com uma sensação indescritível de prazer, e então eu revirei os olhos e gemi alto, me sentindo alcançar o céu, ou... o inferno.
- Caralho Claire, Isso. Goza no meu pau minha putinha...
Exclamou ele com aquela voz maligna e maliciosa, e então senti meu corpo ficar totalmente cansado, e cai sob a cama sem forças e entre suspiros pesados.
Rafael então tirou seu membro de dentro de mim, e se deitou na cama.
O olhei com os olhos ainda cheios de lágrimas, provavelmente meu rímel estava todo borrado, e minhas bochechas vermelhas.
Logo vi que seu membro estava com sangue... provavelmente o sangue da minha inocência.
- Vem logo, anda.
Antes que eu pensasse em mais algo, fui puxada com força pela coleira como uma cachorrinha, e ele me colocou de lado, levantando minhas coxas.
Rafael então levou uma não até meu pescoço, mas ele não o apertou, então olhei pra baixo.
Ele estava segurando uma faca aparentemente bem afiada apontando para o mesmo.
- M-Mas porque...
Antes que eu terminasse oque iria dizer, ele passou a mesma devagar em meu pescoço, fazendo um pequeno corte, mas que doía muito.
Gemi de dor, e ele logo colocou seu pau dentro de mim novamente.
Senti o mesmo entrando com força, e me molhei ainda mais lá embaixo enquanto seu membro duro me fodia toda, e então ele começou os movimentos de vai e vem brutos e firmes.
Gemi de prazer, e ele encostou seu rosto em meu pescoço, mordendo e beijando o mesmo.
- Me diz Claire, quem é minha putinha obediente? Uhm?
Perguntou ele enquanto continuava daquela forma que enlouquecia, tirando e colocando seu membro em minhas partes, e então eu assenti várias vezes.
-S-sou eu...
Reclamei entre gemidos, enquanto ele continuava.
Eu havia perdido minha doce inocência naquele momento.
Eu agora era outra, minha alma já não pertencia mais à mim.
Ele à havia tomado.
Mas eu consenti.

Entre Amor E MortesOnde histórias criam vida. Descubra agora