CÓPIA E PLÁGIO É CRIME!!!
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS!
Uma garota com tendências suicidas
cruza o caminho de um
Assassino em série.
Oque pode dar errado?
TUDO.
Rafael foi diágnosticado com psicopatia aos treze anos de idade,
e entendeu o motiv...
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
Depois de trazer Claire pra casa, eu a arrastei até minha sala de tortura também, enquanto ela estava desacordada. Não foi difícil sequestrá-la, assim como não foi da primeira vez também. Eu estava puto pra porra, não tanto por causa dela, mas por causa do desgraçado do Ethan, ele a beijou sem que ela pudesse reagir. Claire estava visivelmente nervosa e incomodada, então a culpa foi mais dele. Não que ela não fosse culpada também, claro. Então a arrastei até minha sala de tortura, e tirei dela seu lindo vestido preto, colocando uma lingerie que eu havia comprado na volta de quando a sequestrei, enquanto ela estava desacordada em meu carro. Era branca, com alguns toques finos em renda e transparência, uma saia minúscula por cima da calcinha, meias transparentes com rendas que iam bem acima dos joelhos, e um sutiã sem bojo, que era apenas um tecido fino e transparente. assim que eu vi, tive a certeza de que ficaria perfeita em Claire. Já que ela tinha um corpo criado por anjos. E então, enquanto eu a vestia com a lingerie, pensamentos insanos e diabólicos vieram em minha mente. Já que o filho da puta do Ethan gosta de Claire... então porque não mostrar pra ele da forma mais cruel que ela me pertence ? Então guardei essa ideia, e pensei em várias maneiras de fazer isso. E uma delas, foi a melhor. Possuir Claire na frente dele, com força e brutalidade, quero ver seus olhos tristes, as lágrimas caindo, e a expressão de dor e tristeza o consumindo, por saber que a garota que ele tanto ama, jamais estaria em seus braços. Tudo isso enquanto a fodo com força, a enforcando, gemendo em seu ouvido, enquanto esse lixo do caralho chora e chora, amarrado á minha cadeira de tortura, desejando morrer à ver tal cena. Isso seria perfeito pra porra. Então terminei de trocar Claire, colocando nela o sutiã que tinha uma aparência de biquíni, porém branco e transparente, e as meias brancas. Ela estava tão perfeita, tão gostosa... Mas não era agora que eu faria algo, então a peguei no colo, e sussurrei em seu ouvido. - Você é minha, e vai entender isso de uma vez por todas, da pior forma. Falei enquanto beijava suas bochechas, e caminhava para minha sala de tortura. Ethan ainda não havia acordado, perfeito. Eu poderia me divertir com ele até acordá-lo, vou machucar esse desgraçado e fazer seu sangue escorrer. Então, coloquei Claire sentada na poltrona preta que ficava de frente ao meu setup, e amarrei seu pescoço com uma coleira, a prendendo em um gancho que ficava na parede. Depois amarrei suas mãos pra trás com uma corda, e fui até o desgraçado do amigo dela. O amordacei, e peguei meu canivete que estava em cima do meu setup, me abaixei e fiz nele alguns cortes fundos para que ele sentisse dor mesmo inconsciente. E Era isso que eu queria... fazer esse filho da puta sofrer. Mas pra mim, isso ainda era pouco. Eu queria abrir esse desgraçado como um animal de caça e arrancar seus órgãos pra fora, mas... eu tenho uma ideia melhor, muito melhor. Então sai de minha sala de tortura a fechando, e fui até o andar de baixo, trancar a casa pra que ninguém me atrapalhe. Ou terei que fazer mais sujeira. Tranquei a porta da frente e a dos fundos, e então, assim que conferi tudo, subi novamente para tomar um pouco de whisky. Fui até a mesa da sala, e me servi com um gole, num copo de dose pequeno. Eu precisava ficar sóbrio sempre, tinha que estar em estado de alerta a todo momento, já que estou sendo procurado por toda parte. Mas tomei um pouco de álcool só pra esquentar um pouco o estômago. E também porque eu gostava pra caralho. Deixei o copo na mesa, e me sentei no sofá, descansando um pouco. Respirei fundo, pensando em como Claire ficou tão sã de uma hora pra outra, e também no quanto eu estava fodido se ela decidisse ficar contra mim de vez. Isso me deixava atônito e confuso, já que ela estava na minha mão, sequer aparentava querer fugir, e então, por causa de um pesadelo... seus olhos se abriram rapidamente. Mas bom, eu já tinha um plano em mente, como eu já havia planejado... Claire fará tudo oque eu mandar e será minha novamente, ou o amiguinho dela vai sofrer ainda mais. E, como ela se importa com o filho da puta, vai se submeter à mim, e eu vou cumprir minha parte do acordo, o "Livrando". E pronto, ela pertencerá à mim novamente. Não tem como dar errado. Eu pensava enquanto olhava para o mar azul e frio, pela minha parede de vidro, e via a noite começar a surgir. Peguei novamente o copo, e o enchi. Tomando mais um gole de whisky, relaxando um pouco. e então o silêncio aconchegante da minha casa foi quebrado. Ouvi barulho de coisas caindo, no corredor da minha sala de tortura. Porra... ou ela ou o desgraçado acordaram. Melhor ainda. Peguei minha pistola, que estava em cima do sofá da sala e deixei o copo na mesa novamente me levantando do sofá, indo até minha sala de tortura. Me encostei no canto da parede para espiar pela fresta, e pude ouvir sussurros desesperados, mas a porta trancada abraçava tudo. E a única coisa que eu via pelo minúsculo buraco da porta, era Claire tentando alcançar meu canivete sujo de sangue com os pés, já que estava com os braços e pescoço amarrados. Estava chorando, nervosa, louca pra ajudar o amiguinho, o filho da puta desgraçado que acha que pode sair beijando uma garota que já tem dono. Ele estava acordado, havia conseguido tirar a mordaça, mas meio tonto e sem muita consciência. Então, abri a porta e fui rapidamente em direção à ele, apontando minha arma em sua cabeça. Claire me olhou desesperadamente, estava nervosa e aparentava se sentir arrependida por ter me desafiado hoje mais cedo. Ótimo, é isso que eu quero dela. Que ela implore meu perdão e misericórdia, venha correndo para os meus braços de novo e se ajoelhe ao meu dispor. Como a cachorrinha que é. -Tenta a sorte, e eu estouro os miolos desse desgraçado AGORA. Falei a olhando nos olhos, com a perversidade queimando minha íris. - D-Desculpa!! Porfavor, vamos conversar! Pode me punir no lugar dele!! Só o deixe ir, porfavor!! Eu faço qualquer coisa! Implorou ela, chorando rios e rios, seus olhos estavam tristes e cansados, e ela acabou de confirmar que daria qualquer coisa para ter o amigo vivo. Ahh Claire, Claire... deve estar pensando que eu só estou me vingando do que aconteceu hoje de manhã... Ela deve achar que eu não sei que Ethan a beijou, acha que eu sou ingênuo como ela. Pois ela errou. eu só não sei, como também vi, mas não vou revelar isso agora. Primeiro, eu quero manipular sua mente frágil novamente, ameaçando seu amigo e a fazendo implorar pelo meu perdão e misericórdia, como ela já está fazendo agora. Depois, eu vejo oque vou fazer à ele, mas adianto que tenho muitos planos em mente. -n-não! Não faz isso!! Gritou o desgraçado temendo a segurança da garota que ama, com aquela voz sem graça e nada grave, era irritante pra caralho. Ugh ... que cara chato. - CALA A BOCA PORRA! Ordenei o olhando com furor, com um dedo no gatilho. Claire então me olhou com medo e apreensão, ela tremia e seu rosto estava molhado de tantas lágrimas. - Aqui nessa porra quem manda sou eu, eu decido quem vive e quem morre. Agora calem o cacete da boca. Ordenei já puto com os dois, mas me virei para Claire, e a olhei por inteira. Sua expressão de medo, submissão e temor... ela estava caindo nos meus braços novamente. E é isso que eu quero. Já estava puto pra cacete, achando que a perderia, a minha vítima mais intrigante, tão gostosa e perfeita, que chato seria não ter mais ela pra me divertir.. - Você foi extremamente rude comigo hoje, e como pode ver, eu não gostei muito da sua atitude... Falei, com minha voz grave e rouca enquanto não tirava os olhos dela, pude ver suas pernas estremecerem. -Porfavor m-me desculpa!!!... f-faça oque quiser e desejar comigo! Só não m-machuque Ethan...! Implorou novamente, apertando os olhos de tanto nervosismo, enquanto aguardava minha resposta.