Capítulo cento e sessenta e nove: Continuação.

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Entrei no meu quarto e fechei a porta, ignorando os gritos agoniados e desesperados de Claire, que implorava pra sair do lugar onde estava

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Entrei no meu quarto e fechei a porta, ignorando os gritos agoniados e desesperados de Claire, que implorava pra sair do lugar onde estava.
Trancada, com pedaços de uma pessoa morta ao seu lado.
Que brevemente começaria a apodrecer e se decompor.
Mas, trancada ali e em desespero total, sua sanidade mental vai diminuir ainda mais, oque a deixará facilmente manipulável e fraca.
E era isso que eu queria.
entrei na minha suíte e tirei a roupa.
Começando pela grande máscara de pássaro e depois meu sobretudo preto que agora estava manchado de sangue e minha roupa social preta que eu usava por baixo do sobretudo e por fim, a cueca.
Ficando totalmente nu.
Liguei o chuveiro, e a água quente e relaxante tomou meu corpo por inteiro.
Molhando meus cabelos e meu rosto.
Eu já não ouvia mais os gritos de Claire por causa do banheiro fechado e o som da água caindo.
Então eu estava tranquilo ali.
Peguei meu shampoo de chá verde e ervas doces e lavei meu cabelo que estava suado e grudando em minha testa.
Depois me lavei com um sabonete de frutas vermelhas, tanto no rosto quanto no corpo todo.
Coloquei minhas mãos na janela de vidro grande ali que dava uma ampla vista para a floresta, enquanto o vapor quente do banheiro subia.
Caralho... O Calor era o mesmo quando eu fodi Claire hoje à tarde...
Ela estava tão perfeita, nua e toda molhada...
Os tapas que eu dei em sua bunda ecoavam pelo banheiro, e a água só deixou ainda mais doloroso, me excitando a cada grito dela.
Então, me desliguei desses pensamentos perversos por um minuto e olhei pra baixo, logo era indisfarçável o quanto eu estava excitado.
Ansiando penetrá-la de novo, sentir o quanto ela é apertada e quente enquanto entro fundo nela.
E como já esperado, com o tesão me dominando por completo eu levei uma mão até meu pau duro e soltei um gemido grave, embaçando o vidro da janela.
Deixei a água quente descer sobre ele, oque só aumentou minha excitação.
Comecei movimentos de vai e vem, me aprofundando novamente nos meus pensamentos.
Me lembrei de hoje a noite mais cedo, quando ela finalmente deixou a timidez de lado e me surpreendeu.
Me jogando em sua cama, e sentando no meu colo sem calcinha.
Porra, eu poderia ter fodido ela ali mesmo...
Gemi um pouco mais alto dessa vez, e me encostei na parede sentindo a água correr por todo meu corpo deliciosamente.
Mas meu prazer foi interrompido por um barulho de vidro quebrando.
Cacete...
- Que caralho.
Parei oque estava fazendo e terminei meu banho rapidamente, desliguei o chuveiro e me vesti com meu roupão preto, saindo da suíte.
Que merda de barulho foi esse?
Só pode ser ela.
Fui até meu quarto de tortura, e me encostei na porta, sem abri-la.
- Que porra você quebrou?
Perguntei com o tom de voz irritado.
- Rafael! P-Porfavor, me deixa sair daqui!
Respondeu ela com a voz falhada de tanto chorar.
- Já comeu oque mandei você comer?
Perguntei em tom duvidoso.
- E-Eu não quero comer isso!! e n-não posso ser forçada!!
Disse ela em um início de desespero, começando a chorar novamente.
- Ótimo, quando comer me chame e você pode sair daí. Mas não demore... amanhã o cheiro disso não vai estar nada bom.
Sorri de forma sarcástica, enquanto Claire começava a chorar ainda mais alto e a implorar para sair dali.
Batendo na porta, tentando me convencer de alguma forma.
- N-não! P-porfavor me deixa sair!
Gritou ela, dando mais tapas na porta para que eu a tirasse do quarto.
Mas não vou voltar atrás com meu plano.
- Quando comer me avise. Ah, e não adianta tentar me enganar... Tem câmeras por todo lado aí dentro.
Falei enquanto dava um laço no meu roupão.
- Porquê...? Porquê você diz que me ama sendo que me m-machuca tanto?...
Ela disse em tom decepcionado, com o choro falhando aos poucos, e sumindo em meio à sua voz rouca e triste
- Já conversei com você sobre isso, meu bem. Boa noite.
Falei uma última vez, saindo dali e voltando pro meu quarto.
Ela continuou gritando, implorando misericórdia, mas eu estava pouco me fodendo.
Entrei em meu quarto e abri meu guarda roupa, peguei uma camiseta de algodão cinza escura e um short preto de dormir em um tecido fino e confortável.
Liguei a tv, disposto a silenciar os gritos desesperados de Claire e coloquei uma série.
Que também, eu estava à um tempo querendo assistir.
E Ela é bem famosa.
Peguei na pequena mesa de vidro do meu quarto uma garrafa de whisky e um copo curvo e minúsculo, que era próprio pra isso.
Enchi o copo, já que ele não era grande, e me sentei na minha cama.
A série se iniciou e eu fiquei ali, apreciando meu whisky delicioso e confortavelmente sentado, entre meus cobertores pesados e macios.
Os gritos da minha pequena garota pareciam cessar devagar, e logo um silêncio tomou a casa, tirando o som da TV.
Eu queria dar atenção à série, mas tudo que eu conseguia pensar era no dia de amanhã.
No que poderei fazer quando Claire tiver mentalmente quebrada, insenta de sentimentos, fria, morta por dentro por um tempo...
É só eu manipular sua mente frágil e ela fará tudo que eu mandar.
Como um robô.
Ou uma cachorrinha adestrada.
Bom, tudo que eu quero é que Claire deixe de ser uma inútil fraca e medrosa e mate de vez as outras putas que faltam.
As vadias da escola que a espancam e fodem com a vida dela.
E ela estando traumatizada e prestes a surtar amanhã já me ajuda a concluir esse plano.
Uh, certo. Isso já é bom.
Mas pensando bem, Claire é extremamente ciumenta e possessiva, garota alguma pode respirar perto de mim e ela já derrama sangue no chão...
Porra! Isso!
Preciso fazer com que aquelas vadias deem em cima de mim, aí Claire vai enlouquecer e matá-las. Finalmente.
Mas isso não vai ser difícil, já que ela mesma me disse que as garotas estavam fazendo piadinhas sobre me roubar dela.
Talvez eu deva trazê-las até aqui, e armar algo.
Oque importa é Claire sujar suas mãos do sangue imundo delas.
Mas enquanto planejo isso, não posso deixar minha loirinha longe da escola, ou vão desconfiar e provávelmente indo atrás dela, chegarão até mim já que somos namorados.
Então ela precisa ir pra aula pela manhã.
E como ela não estará mentalmente estável, preciso fazer isso amanhã mesmo.
Caralho, como não pensei nisso antes?
É tão fácil quanto beber um copo d'água.
Dei uma leve risada de comemoração, enquanto guardava meu copo já vazio na cabeceira da cama.
Então, logo me deitei, esperando ansioso a manhã chegar para meu plano entrar em ação.

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