CÓPIA E PLÁGIO É CRIME!!!
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS!
Uma garota com tendências suicidas
cruza o caminho de um
Assassino em série.
Oque pode dar errado?
TUDO.
Rafael foi diágnosticado com psicopatia aos treze anos de idade,
e entendeu o motiv...
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Finalmente cheguei em minha casa depois de longos minutos no trânsito de nova Jersey. A vadia chamada lolla estava em meu carro, desacordada. Ela pensou que teria um final feliz comigo... pobrezinha. Ninguém jamais conseguiu isso. Sorri de canto, estacionando o carro em frente à minha casa e desci do mesmo, pisando na grama verde escura em frente à minha casa, no meio da floresta. Uma ótima localização pra casa de um serial killer. Pensei. Então, abri a porta de trás do carro, e peguei a vadia no colo, abrindo a porta da minha casa e subindo as escadas diretamente. A deixei no chão da sala, enquanto procurava por um facão grande que eu usava na hora de desmembrar partes médias do corpo, e o vi em cima do balcão da cozinha. O peguei, e arrastei a garota pelos pés até minha sala de tortura. Pensei em Claire, e no que ela havia me dito quando jantamos ontem à noite. Ela sabe que tenho condições acima de boas, que tenho dinheiro pra caralho, mas não sabe de onde tiro todas as enormes quantias que tenho... Bem, e eu quero torturá-la ainda mais e foder com o psicológico dela até que seu cérebro se devore sozinho aos poucos em desespero total. Talvez, essas informações me ajudem à fazer algo útil. Mais facilmente falando, à matar dois coelhos numa cajadada só. Meu olhar vazio e malicioso se fixou nas minhas ferramentas de tortura e no meu setup, brilhando com luzes vermelhas. Sorri perversamente, enquanto uma ideia fodidamente boa começava a transparecer. Peguei a garota e a amarrei em minha cadeira de tortura firmemente, pude ver suas veias ficando aparente em sua pele devido à força em que eu a amarrei. Peguei minha mesa de aço, que eu usava mais Pra cortar e separar minhas carnes, mas apenas coloquei algumas ferramentas em cima da mesma. Um facão, um Machado, uma faca, um alicate, uma agulha e uma linha, e um serrote. Todos bem afiados e bem amolados, prontos pra uso. Deixei meu setup ligado, apliquei na garota mais um sedativo pra que ela ficasse desacordada por mais tempo e sai da minha sala, fechando a porta. Fui para o meu quarto e peguei uma camiseta preta sem estampa alguma, uma calça preta e um tênis all star preto também. Faz um bom tempo que não uso uma roupa tão casual assim. Principalmente uma que mostre os braços. Pois preciso esconder ao máximo minhas tatuagens. Mas só vou buscar Claire na escola, então acho que não há problema. Deixei tudo na cama e tomei um banho rápido. Lavei o cabelo para mantê-lo sempre arrumado e brilhoso, depois me lavei normalmente e desliguei o chuveiro. Aquele vapor quente da água, me fazia lembrar do calor dela. Do calor da minha garota... Do quanto ela é perfeita e irresistível... Logo, não pude evitar pensar no que aconteceu hoje pela manhã, caralho... Aquele boquete... Claire me deixa louco. E então, antes que eu pudesse sequer me conter, me senti ficar ainda mais excitado. Droga, agora preciso usar algo pra esconder isso. Suspirei fundo, irritado, e abri o box do chuveiro saindo dali. Pentei o cabelo e passei a mão no mesmo, o bagunçando e logo vi que já estava pronto. Fui até o quarto e comecei a me vestir, enquanto pensava mais no que aconteceu hoje pela manhã... Claire me satisfez, mesmo estando atrasada para a aula, ela priorizou meu prazer e me saciou... Porra, é... talvez ela mereça um presentinho. Mas Nada que a deixe mimada, claro. Só para fazê-la me obedecer mais. Então depois de me vestir, peguei minhas chaves e desci as escadas indo para a porta da frente, e a tranquei. Vou aproveitar e comer algo também. Eu queria muito um peito humano agora, mas não tenho tempo pra preparar nada. Está quase na hora da minha loirinha sair da aula. Mas a noite farei algo especial... Abri a porta do carro e entrei no mesmo. O céu estava nublado, e uma fina e leve chuva começou a cair. E então, liguei o carro e acelerei em direção à cidade. Enwuanto dirigia olhei para o banco de trás e vi meu sobretudo. Ótimo, preciso esconder minhas tatuagens e também o quão excitado estou. Ou vou me foder muito. Sem muita demora, em meio à estrada fria e molhada da cidade, logo cheguei no meio principal onde haviam lojas, mercados, cafeterias... E a porra toda. Então, vi uma floricultura. Logo, pensei em um presente perfeito para Claire. Estacionei o carro, e desci do mesmo. Peguei meu sobretudo preto e o vesti. E então entrei na loja. O cheiro de flores frescas e lindas dominaram minhas narinas, e eu suspirei fundo enquanto sentia a fragrância das mesmas ao entrar no lugar. Margaridas, girassóis, orquídeas, lavandas... Damas-da-noite, cactos, tulipas... Rosas... Vermelhas como o sangue... As flores perfeitas para uma suicida. - Olá, Bom dia! Seja bem vindo à floricultura amor perfeito, oque deseja? Uma moça gentil e alegre me atendeu, e me aproximei dela. - Uh, Bom dia. Quero um buquê das rosas mais lindas que você tiver, pago quanto for preciso, e também quero escrever uma carta... é pra minha namorada. Falei, olhando pra ela que deu uma risada doce e espantosa, de uma maneira boa. - Oh, claro! Isso é tão romântico. Disse ela, enquanto pegava uma caixa média de madeira, com alguns papéis decorados. Papéis orgânicos com pétalas de flores , papéis antigos, papéis reciclados, papéis coloridos... uma variedade deles. - Fique à vontade pra escolher um desses papéis de carta. Disse ela. Pensei por um momento, e peguei um papel orgânico com pétalas de rosas mortas. Ela me entregou uma caneta, e pegou um bloco de notas pequeno. - Vou montar o seu buquê e logo estarei de volta! Disse ela, e eu assenti. Então posicionei a caneta entre meus dedos grandes, e pensei no que escrever. Não sou bom com essas coisas e tô pouco me fodendo pra isso, mas mimá-la vai me dar benefícios depois. Então apenas escrevi algo que já estava em minha mente.
"Vi essas rosas e lembrei de você, já que você é tão linda quanto elas. Te vejo depois da aula, meu bem. - Blacktide."
Claro que eu não colocaria meu nome e nem meu sobrenome verdadeiro, então assinei com meu sobrenome postiço que dei à mim mesmo em homenagem ao clã de foragidos da lei que eu fazia parte anos atrás. Então, logo a mulher voltou. Ela segurava um buquê grande em mãos, as rosas mais lindas que já vi. Vermelhas como o sangue, caule em verde escuro como musgo. Elas eram perfeitas... assim como a minha Claire. Sorri de canto imaginando a reação dela ao receber o buquê. Aposto que a íris dela vai ficar tão brilhante quanto toda a via láctea. - Aqui está, as mais lindas da estufa, plantadas com muito cuidado e dedicação. Disse ela, me mostrando as rosas. Assenti, e expliquei meu plano. - São realmente lindas. Mas eu não tô podendo levar as rosas agora, queria que vocês entregassem pra mim, eu pago qualquer taxa de deslocamento se preciso. Ela então assentiu. - Claro! Qual escola é e qual o nome e segundo nome dela? Ela perguntou e eu passei as informações necessárias. - Claire alisson, Study High School. Ela então arregalou os olhos em surpresa. - Oh, Eu conheço ela. Arqueei uma sobrancelha sem entender. - Sério? De onde? Perguntei, curioso. - Ah, Bem. O funcionário do quadro da tarde é amigo dela, ele fala dela o tempo todo. Cerrei os punhos disfarçadamente, enquanto a vontade de matar me dominava mais uma vez. Quem é esse filho da puta??? Então sorri gentilmente escondendo a minha loucura interior que começava a se manifestar. - Mesmo? E qual o nome dele? Perguntei, e ela deu de ombros. - deixa eu pensar... Eu mal falo com ele, então é difícil me lembrar... Ethan eu acho. É um garoto magro de cabelo castanho encaracolado, ele vem trabalhar todas as tardes de bicicleta... Disse Ela, e eu me senti ficar ainda mais puto. Eu tinha que tirar esse lixo imundo do meu caminho, e ele vai sofrer como nunca sofreu antes! Esse filho da puta vai ter oque merece. Ó se vai. Mas, contendo meu ódio obsessivo, apenas suspirei fundo e assenti. - Ah, então ele trabalha aqui? Bom saber. Falei, e escapei um olhar perverso e sádico. Mas por sorte ela não notou. - Certo, vou entregar as flores pra ela. O preço do buquê é de 670, e a entrega 30. Qual a forma de pagamento? Peguei algumas notas na minha carteira, as separando e entreguei à ela. - Dinheiro à vista. Coloquei as notas no balcão, e ela assentiu. - Okay, daqui à vinte minutos o buquê estará com sua amada. Obrigada pela preferência. Disse ela, e eu assenti. - Eu que agradeço... Então, peguei minhas chaves do bolso e sai da floricultura, indo até meu carro. Porra.... Esse cara está me dando nos nervos. Preciso acabar com ele o mais rápido possível. Mas preciso ser muito, muito cuidadoso. Já estou na tv, o presidente assinou uma ordem que permite minha execução no momento em que me encontrarem... Não posso ser descuidado, preciso matá-lo de uma forma rápida, dolorosa, agonizante... E limpar toda essa sujeira sem deixar uma sequer. Ou talvez eu arma outro plano... Abri a porta do carro e entrei, ligando o mesmo. Talvez eu tome algo agora pela manhã enquanto espero minha garota sair da escola. Enquanto isso, vou pensando em um plano perfeito para tirar esse inútil do meu caminho. Algo como... Um "Acidente." Talvez"?