CÓPIA E PLÁGIO É CRIME!!!
DIREITOS AUTORAIS RESERVADOS!
Uma garota com tendências suicidas
cruza o caminho de um
Assassino em série.
Oque pode dar errado?
TUDO.
Rafael foi diágnosticado com psicopatia aos treze anos de idade,
e entendeu o motiv...
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O frio leve da manhã batia em meu rosto, enquanto eu olhava pela janela daquele lindo carro. Vendo as árvores altas, as grandes florestas que haviam em Nova Jersey, e aquele extenso mar azul. Olhei para o meu lado, e novamente eu estava com aquele homem tão lindo comigo, suas mãos no volante, ele dirigia calmamente enquanto seus olhos estavam voltados para a estrada, com o asfalto molhado da noite anterior, e o céu cinzento. Olhei para suas tatuagens, discretamente. Eram tão... lindas e me despertavam tanto interesse em saber mais sobre aquele sádico psicopata. Ele tinha uma no pescoço, escrita "Killer", uma no braço esquerdo escrita " Caio Harper ", e uma de um lindo lobo de olhos bicolores no braço direito. Ele era tão belo como um anjo, sua pele branca um pouco corada, fazia com que suas veias ficassem à mostra, e ele também tinha covinhas ao lado das bochechas, oque era visível à cada sorriso perverso dele. As roupas que ele usava só destacava o quão ele era charmoso e perfeito. Ele me tortura, me ameaça e faz coisas horríveis eu sei, mas tenho que admitir que a beleza dele é incomparável. Fiquei alguns minutos um pouco boba o olhando, e logo ele me olhou também. Virei pra direção contrária tentando disfarçar e senti meu rosto esquentar. Senti seu olhar sob mim por um tempo, e logo ele voltou a dirigir com mais atenção. Céus... oque eu estava pensando? - Tem alguém na sua casa agora? Ele perguntou, enquanto vi que estávamos cada vez mais próximo d onde eu morava. Ainda sem olhá-lo, neguei com a cabeça. - Não, ninguém. Falei e ele assentiu. - Perfeito. preciso falar com você, Claire. Rafael disse e então senti meu corpo estremecer. Meu Deus, oque seria? Seu tom de voz era tão sério e tão maligno, eu já sabia oque me aguardava, mas, mesmo assim perguntei. Coloquei minhas mãos entre minhas coxas para esquentá-las, eu estava com muito frio. E oque eu usava era apenas um vestido vermelho curto rodado, com um perceptível decote nos seios. - Sobre... S-sobre oque É? Perguntei, gaguejando já me imaginando sendo preensada na parede por ele, enquanto sou perfurada por seu canivete afiado, sentindo meu sangue escorrer e o desmaio se aproximar. Ele então não havia dito nada, apenas me olhou nos olhos rapidamente, e estacionou o carro. Havíamos chegado em minha casa. Fôra tão rápido... Respirei fundo, enquanto o via descer do carro. Logo estaríamos sozinhos, e só Deus sabe à que tipo de tortura serei submetida. Rafael Blacktide era tão mau e perverso, mas quando andamos em seu carro ele abre a porta pra mim, e segura em minha mão. O toque dele... tão firme e quente. Era tudo que eu queria sentir nesse frio tão congelante. CLAIRE! VOCÊ É LOUCA! ELE É UM ASSASSINO! minha mente palpitou em alerta, mas eu neguei. Se ele é um assassino, que ele me mate. Logo ele abriu a porta, e estendeu sua mão pra mim, me olhando com aqueles perversos olhos azuis. Coloquei minha mão sob a dele mais uma vez, e senti o calor da pele dele, era tão confortante, tão bom... Ele fechou a porta do carro, e logo andamos até a frente da minha casa. De mãos dadas, com meus dedos gelados entrelaçados nos dele. - Sente frio? Ele perguntou com sua voz grave e autoritária, me olhando fixamente daquele modo que me deixava trêmula. Assenti que sim, e soltei da mão dele pra abrir a porta da frente. Rodei a chave, a abrindo e entrei junto com ele. E mais uma vez, a casa estava vazia. Eu estava muito feliz por isso, finalmente, paz. Subi as escadas até meu quarto, junto com Rafael. Bom, desde o dia em que o vi pela primeira vez, meus pais haviam saido de casa e não me mandaram nenhuma mensagem. Com certeza já foram viajar. Abri a porta do meu quarto e entrei com ele. - R-Rafael... Vou tomar banho, e me trocar. Falei, enquanto entrelaçava meus dedos nos outros, um pouco nervosa por estar à sos com ele, ainda mais sabendo que ele queria "Conversar" comigo. - Quando voltar conversamos então. Ele disse, com aquela voz tão linda e profunda, enquanto me olhava. Rafael me olhava nos olhos cada vez que falava comigo, e aquilo me deixava muito envergonhada. Assenti, e peguei minha toalha rosa clara, quase na cor salmão, e fui até a suíte. Ele então se sentou em minha cama, de braços cruzados. Fechei a porta, e liguei o chuveiro. Lavei meu cabelo e tomei meu banho normalmente, sem demorar muito, assim que terminei, desliguei o chuveiro e ainda nua, fiquei de frente ao espelho e passei um hidratante em meu rosto, um gloss e blush, e penteei meus cabelos molhados. Me enrolei na toalha, e liguei meu secador, secando cada mecha de meus longos cabelos loiros. Assim que ele se secou, ficando totalmente em um liso escorrido, desliguei o mesmo e sai da suíte. Rafael logo me olhou, analisando cada detalhe de meu corpo, e arqueou a sobrancelha. - Vai se trocar? Ele perguntou, sem entender. E logo me toquei, o meu uniforme.. sim, ele estava manchado de sangue, do dia em que fui torturada... Eu teria que comprar outro. Então, pra entrar na escola eu precisava colocar uma blusa qualquer. -Sim. mas meu uniforme, você sabe... Falei enquanto pensava no que fazer, e o vi se levantar e se aproximar de mim. - Sei, precisa de dinheiro pra comprar outro? Ele falou enquanto ficava frente à frente comigo, abaixando a cabeça um pouco pra me olhar. Mas neguei, não, eu tinha dinheiro, isso nunca me faltaria... -N-Não é necessário... Falei, e então me virei pra ir até meu guarda roupa, pegar alguma blusa e ele me puxou pelo cabelo com força, e me preensou na parede de costas pra ele, senti a dor de meus fios serem quase arrancados, e meu rosto encostou na parede. Senti o corpo de Rafael contra o meu, pude sentir também o calor dele, sua fúria, seu Sádismo. Ele me preensou na parede e ficou com seu rosto entre meu pescoço e ouvido, senti sua respiração e estremeci. - Então você pensa que pode me enganar putinha? Ele disse com sua voz grave e arrepiante em meu ouvido, estremeci ainda mais, enquanto sentia seu toque em meu cabelo e o corpo dele colado á mim, rendida, ali de costas. Eu não entendia... estava confusa. Porque enganar? Meu coração palpitou na hora, e engoli em seco. - E-Eu não entendo... Falei e antes que eu pudesse terminar, Rafael pegou minhas duas mãos e as prendeu pra trás brutalmente, as apertando com sua mão grande e forte, e com a outra ele levantou meu pescoço. Eu estava totalmente imobilizada por aquele assassino louco por sangue e pela dor alheia, e então o ouvi rir, aquela risada demoníaca e grave que me deixava com medo e terror. - É engraçado ver você se fazer de desentendida. Quem você pensa que eu sou Caralho? Ele falou alterado enquanto me apertava ainda mais, seu toque foi de confortante à doloroso. Neguei com cabeça, sem entender absolutamente nada. Eu estava nervosa... Ele então me puxou contra ele e falou em meu ouvido. - Me diga, Claire, com quem você estava ontem a noite antes de sair comigo? Não minta pra mim, loirinha, ou vou te punir da pior forma possível. Ele disse em tom ameaçador enquanto uma de suas mãos me sufocava e a outra prendia as minhas pra trás. AH NÃO!! Ethan... Será que ele havia descoberto que eu estava com meu amigo ontem à noite? Não pode ser! Me senti arrepiar e as lágrimas inundaram meus olhos, eu não queria dizer à ele que eu estava com Ethan... com certeza ele não fará coisa boa! - N-Na praia... Falei, gaguejando de nervosismo, e ele então apertou ainda mais meu pescoço. Tentei respirar, agoniada, sem ter oque fazer. - MAS COM QUEM PORRA??? Gritou ele, alterado, com aquela voz grave expressando sua fúria. Me vi sem saída, sem ter oque fazer e tão perdida quanto meus pensamentos. Mas bom, ao menos ele ainda não havia visto Ethan, e isso me deixava um pouco menos preocupada, mas mesmo assim, se eu mentisse provavelmente seria muito pior, já que Rafael Blacktide é um perverso psicopata. E eu já havia pensado no que fazer. - Me responde cacete! Ele exclamou ficando ainda mais impaciente e puxando com força meu cabelo pra trás. Dei um gemido de dor, eu vou dizer a verdade, é melhor do que arriscar mentir! E me oferecer pra que ele faça oque quiser comigo e não machuque meu doce melhor amigo.