capítulo cento e trinta e oito: Pay assassins to eliminate

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Eu estava deitado com Claire, a abraçando e ouvindo tudo oque ela dizia, em desespero e em lágrimas

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Eu estava deitado com Claire, a abraçando e ouvindo tudo oque ela dizia, em desespero e em lágrimas.
Ela chorava e gritava, dizendo o quanto seus sentimentos a machucavam, dizendo que o amor e o ódio por mim tomavam seu coração...
Como eu pensei desde quando a vi pela primeira vez, essa garota é intensa, é um mar profundo que ninguém conseguiu mergulhar.
Mas pelo visto, eu consegui.
E toquei no lado mais sombrio de seu coração e alma, a fazendo se apaixonar loucamente por mim.
Claire agora estava em minhas mãos, não havia mais volta, e mesmo quando ela sequer pensa em fugir, eu dou um jeito de trazê-la de volta para meus braços.
Eu a manipulo, seguro em seu queixo com brutalidade a fazendo olhar em meus olhos, até que ela entenda que está no fundo de um poço frio e escuro.
Iludo sua mentalidade frágil de garotinha apaixonada, doce e gentil. Fazendo com que ela pense o impossivel: que seu amor é recíproco.
Conto mentiras entrando em sua mente fazendo ela cair na minha armadilha mortal, dizendo à ela que a amo tanto, a ponto de demonstrar e não falar.
Vejo suas bochechas corarem enquanto ela acredita nas minhas palavras, e ela me abraça pedindo perdão, caindo na minha lábia e se auto-culpando por algo que ela nem fez.
Esse, esse é meu plano.
Destruir seu psicológico até que ela fique louca, eu me canse dela e a mate. Finalmente.
E eu estou quase chegando lá...
Porém, tenho que ficar de olho nela e mesmo que eu saiba exatamente como manipulá-la, preciso ficar alerta.
Depois do tal " pesadelo" que ela teve, não sei como caralho isso aconteceu, mas ela me disse exatamente todas as minhas intenções com ela, disse que era só uma boneca, que sabia que eu não a amava...
Eu estava atônito na hora, nao sabia oque dizer e procurava loucamente por uma maneira de convencê-la do contrário.
Mas, parece que já estou conseguindo.
Pensei enquanto a puxava para um beijo, depois de tê-la ouvido dizer que me amava e odiava ao mesmo tempo.
Que amava meu toque quando eu a acariciava, e que odiava quando eu a torturava.
Mas eu a beijei, beijei de uma forma quente e mórbida, e era tão hipnotizante...
Seus lábios eram doces e macios, e beijar os mesmos era a melhor sensação de todas que já senti.
Depois que paramos o beijo, ofegantes. Eu levei uma mão até seu rosto macio e corado, acariciando o mesmo.
- V-Você... hoje de manhã... havia dito que me amava...
Disse ela, baixinho e envergonhada.
Sim, disse. E era mentira, docinho. Só falei aquilo pra te prender a mim novamente.
Pensei, mas é claro que falei outra coisa, qualquer merda, só menti de novo pra que ela não se afastasse de mim.
Aí eu perderia meu brinquedinho favorito.
- Sim, não só disse. Como também já provei... não é, gatinha?
Falei sarcástico, rindo mentalmente da minha própria mentira , apertando sua bochecha.
Pude vê-la corar como um pimentão, e admito, aquilo era fofo e me atraía.
Não no sentido de amor, claro. Gosto quando ela fica assim enquanto é comida com força por mim.
- sobre isso... bom, v-você me ama mesmo? D-de verdade?
Perguntou ela, levantando a cabeça e olhando em meus olhos.
Com os seus tão escuros, mas agora... brilhavam.
Suas íris pareciam um céu estrelado, talvez ela tenha gostado de ouvir essa frase pequena e tosca.
" Eu te amo " Ugh... Qual o sentido dessa porra? Eu sequer ligava pra isso e muito menos estava interessado em saber sobre.
Mas, preciso continuar prendendo ela abaixo de meus pés, até que eu canse.
E também, se eu quiser que ela se submeta de vez como antes terei que mentir.
E muito.
- Sim.
Respirei fundo, dando um sorriso seco e beijei sua testa.
Ela então suspirou de alívio e alegria, e deu um sorriso doce e apaixonado.
Caindo no meu plano.
E então rapidamente, eu já havia feito com que ela esquecesse o pesadelo que teve, a fazendo acreditar em mim.
- Isso...m-me deixa tão feliz...
Disse ela, enquanto chorava, mas de felicidade. Me abraçando fortemente, colocando seu rosto em meu peito.
Levei uma mão até o cabelo dela, acariciando.
- que bom, então se você me ama mesmo, vai entender que meu toque outrora vai te fazer bem, e outrora vai te machucar, porque eu Sou asism. Não há como voltar no meu passado e reverter isso, entendeu? Eu sou um psicopata, um assassino, um canibal incurável.
Falei baixo em tom grave, perto do ouvido dela.
Ela havia dito que me odiava porque eu cuidava dela, mas a machucava também, então ao menos isso sobre mim ela teria que entender.
Pra não ficar choramingando feito uma criança o tempo todo, como fez há pouco.
Mas então ela levantou seu rosto pra me olhar.
- isso tudo bem, nada mais me dói tanto, m-mas se você é um psicopata... psicopatas n-não podem amar...
Disse ela, engolindo em seco, voltando a ficar triste.
Fiquei puto com aquilo, com essa porrada de perguntas e incertezas, mas me esforcei pra mentir ainda mais, ela tem que ficar comigo até eu enjoar dela, e então irei matá-la.
Esse é meu plano, e não é agora que vou perdê-la.
- Uh meu bem... não é só por isso que não posso amar Você, te amo e pronto.  Entendeu?
Falei dando um fim naquele papo chato pra cacete a fazendo calar a boca, e ela me olhou com um sorriso inexplicável no rosto, estava corada e seus olhos brilhavam, essa era a reação dela ao ouvir um eu te amo.
Mas, não sabe ela que é falso.
Ri por dentro imaginando o dia em que vou me cansar dela, vou arrasta-la até minha sala de tortura e dizer o quanto ela foi burra, vou dizer que menti mais que o próprio diabo, que ela viveu tudo, menos a realidade.
E então, olhando para seu rosto triste e decepcionado, depois de ter tirado tudo dela, pais, amigos, inocência, sanidade...
Vou matá-la.
- S-Sim... a-ah! Me desculpe quando apontei aquela arma pra você, porfavor! Eu estava cega por aquele pesadelo!!
Disse ela, arrependida por um dos poucos momentos de sanidade intacta que ela teve, e era isso que eu queria.
Aos meus pés, rendida, e se culpando por coisas que ela fez, mesmo certa.
- Sobre isso, ainda vou pensar. Você poderia ter me matado, sabia? Poderia ter tirado a vida do homem que tanto ama você...
Falei, com sarcasmo e sem pena de me vitimizar, e ela então se sentou na cama, olhando pra mim.
- M-me perdoa porfavor!!! E-Eu... n-não...
Antes que ela pudesse terminar, levei um dedo até seus lábios e a mandei ficar calada.
- Shhh... Tudo bem, perdoo você. Mas vou pensar em uma boa punição depois.
Falei olhando seu rosto angelical expressando medo e arrependimento, e eu já me imaginava torturando Claire novamente, fazendo seu sangue correr.
E então, ela apenas assentiu.
- Pode fazer oque q-quiser...
Ela disse, e me abraçou forte, deitada sob meu peito.
Acariciei sua coxa em cima de mim, e dei nela um rápido selinho.
- Descansa, a noite vamos sair.
Falei, enquanto ela apenas assentiu, fechando os olhos.
Ela estava quase dormindo.
E eu, bom, como ele estava sem sono peguei meu celular e vi algumas coisas aleatórias.
Estava lendo alguns notíciarios e uma notificação de mensagem iluminou a tela do meu celular.
Abri a mesma, era Acerá.
Talvez ela tenha respondido a última mensagem que eu enviei, depois que desmaiei ela é Dylan e os deixei em casa.

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