Aquele simples "deixo" aumentou ainda mais a pressão em cima da minha rola, cara, coisa que eu nem acreditava ser possível. Também nem sabia como eu tava conseguindo controlar a vontade de gritar e assim tentar escoar, um pouco que fosse, o tesão pra algum lugar.
Me abaixei em frente da cama, puxei ele mais pra perto e grudei minha boca na dele. Ele meio que se sentou na cama e foi passando as pernas pelas minhas costas de um jeito meio atrapalhado, agarrei ele pela bunda e o levantei no colo. Ele era levinho, mas tomei cuidado ao abaixar a bermuda até o ponto em que as pernas dele se dobravam para que ele se mantivesse firme no meu colo, para não correr o risco de derrubá-lo. Eu precisava sentir aquela bunda nas minhas mãos, sem porra de tecido, bermuda, calça ou o caralho que fosse.
Quando o tesão simplesmente ficou impossível de aguentar, joguei ele na cama e o virei de costas de uma só vez. E lá tava ela, parceiro, redondinha, só com a bermuda no limite, como se destacasse o volume que fazia e eu me ajoelhei de frente com a cama e afundei minhas duas mãos como se tivesse dando uns tapões; o som ecoou forte.
Ele gemeu baixinho.
Eu queria ouvir melhor, mas já era um começo.
Mordi um lado da bunda, depois o outro — porque eu queria fazer uma espécie de ritual. Tá ligado quando você tem uma coisa tão boa na sua frente que você pode aproveitar, mas fica meio assim de ir com tudo com medo de acabar rápido? Eu tava exatamente assim.
Eu só podia esperar que aquele moleque quisesse continuar comigo.
Só podia esperar.
Então, enfiei minha cara lá dentro mesmo e já fui recebido com uma piscada ao entorno da minha língua. Como recompensa, dei mais um tapão na bunda dele. Enquanto eu me acabava naquele cuzinho, ele afundou a cara na cama e só pude ouvir uns gemidos abafados, mas aquilo não ia ficar assim. Mas não ia mesmo. Eu não ia ter aquele moleque daquele jeito pra mim pra não poder ouvir ele gemer.
Assim que encontrei abertura, melei meu dedo com o lubrificante que eu tinha comprado e enfiei lá dentro bem devagarzinho e ele se retraiu, tentando puxar os quadris pra longe, mas eu o trouxe de volta.
— Só relaxar, meu moleque — pedi, colocando meu dedo de novo. Ele gemeu. Fui enfiando e enfiando, sentindo ele apertar meu dedo de uma ponta a outra, até chegar no talo. Meus dedos eram grossos, eu sabia, mas isso seria bom pra acostumar ele melhor pro que viria depois.
Passei mais lubrificante e conforme eu encontrava mais abertura, mais rápido eu fui enfiando, dando uns tapas aqui e ali, fazendo ele gemer cada vez mais alto. Aquilo tava me deixando louco, cara, e quando eu percebi, eu tava era com dois dedos lá dentro.
Me levantei de uma vez e o virei com tudo, enquanto eu tirava a porra da bermuda e deixava minha rola estralando contra a cara dele, ainda deitado sobre a cama.
Ele ficou encarando meu pau por alguns segundos, numa expressão que não dava pra medir e obedeceu na hora, quando eu falei:
— Chupa.
No começo, ele conseguiu colocar só a cabeça, mas ali era a boca, rapaz, então eu me senti mais tranquilo em forçar caminho, empurrando mais. Ele quase engasgou, mas quando tentou afastar, segurei a nuca dele.
— Relaxa. Não foge.
Eu precisava sentir aquela boca no meu pau por mais um tempo.
Pra dar um tempo pra ele respirar, eu o deixei se afastar. Ele tomou fôlego, passou a mão nos lábios e sorriu, mano... sorriu de um jeito tão safado que quase não parecia o Gabriel. Dei mais um beijo nele e puxei o moleque pra perto, batendo com o pau umas três vezes de cada lado do rosto dele... e ele gostou, caralho, tava na cara dele que ele tinha gostado.
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Declínio
Mystery / Thriller"Eu queria devorar esse moleque. Me sentia plenamente capaz de passar a noite inteira traçando ele, até meu pau esfolar. Meu peito tava agoniado. Em parte, eu queria respeitar ele, cuidar do moleque porque ele merecia demais essa atenção. E, em par...
