A gente se perdeu. De novo. Apoiei Nina pelas coxas e ela subiu em mim, agarrando minha cintura com suas pernas. Agarrei ela pela nuca, a apoiando na parede e enfiando minha língua na sua boca. Aquela boca... aqueles lábios tão macios, tão cheios, tão bonitos. Eu queria sentir eles de novo, queria eles pra mim, fazer ela me chupar até eu esquecer meu nome.
Desci pros seus ombros, sentindo seu cheiro inebriante. Era quase como uma droga. Ter ela era viciante, me fazia esquecer os princípios, as certezas, até as verdade, só pra ter aquele corpo no meu por alguns minutos. Ela virava minha cabeça e eu já tava começando a aceitar que não tinha muito o que eu fazer a respeito. Ela era a Nina e eu o William, nós dois éramos assim. Ela era o meu sonho e o meu pior pesadelo. Eu queria tanto foder ela e nem conseguia mais esconder essa porra.
Peguei ela no colo, virando em direção ao sofá, onde eu a joguei sob as almofadas brancas. Tirei minha camisa e larguei ela em algum lugar que eu nem me liguei em ver onde. Subi sobre ela, buscando aqueles lábios de novo enquanto Nina descia suas unhas pelos meus ombros. Com força... Aquela puta ai me deixar inteiro marcado e, porra, eu não tava nem ai. Mordi sua boca na mesma intensidade das unhadas que ela me dava e acabei ganhando um tapa no pescoço. Parei, olhando pra ela em advertência.
— O próximo eu devolvo. — Sussurrei, encostando minha boca no ouvido dela, enquanto dava um apertão na sua cintura. — Cachorra.
Ela deu um gritinho, se agarrando que nem uma boneca no meu pescoço, mordendo a região bem acima da minha clavícula. Caralho, eu tava com muito tesão. Meu pau chegava a doer, forçando o tecido da calça que eu usava. Eu precisava de pressão, de contato, de pele, precisava dela. Passei o braço pela sua cintura e a puxei comigo, sentando e colocando a Nina por cima de mim. Subi o vestido dela inteiro num movimento só, dando um tapa na sua bunda. Só o esfregar dela por cima me deu um negócio por dentro.
...mas ai ela só melhorou. Os dedos ágeis daquele inferno de mulher puxaram a cordinha da calça que eu usava, puxando ela pra baixo junto com a cueca, só o suficiente pro meu pau saltar pra fora. Ela apertou ele com as duas mãos, focando no movimento que fazia e, apesar dos espasmos que tava me dando, o prazer não me deixou alheio. Ainda não, pelo menos. Subi meus olhos pro seu rosto. A bochechas rosas, a boca entreaberta, os olhos escuros focados... Tão linda.
Subi uma das mãos para o rosto dela, que pulou no lugar, parando o que tava fazendo e me devolvendo o olhar. Surpresa. Ela estava surpresa.
— Por que tá me olhando assim? — Perguntou, dando um risinho sem graça.
— Tu pode me olhar e eu não posso? — Devolvi a pergunta, dando um tapa na sua bunda. Apertei aquela carne gostosa com força, enfiando meu rosto no vão entre seu ombro e seu pescoço, exalando seu perfume de novo.
— Eu ia dizer que... — Começou, mas parou quando sentiu eu enganchando meus dedos na sua calcinha. Ela ia se levantar pra me ajudar a tirar a peça, mas eu segurei ela no segura. — Como tu vai tirar?
Eu não tava de brincadeira. Tava duro, com tesão e pressa, não dava pra ficar pensando em detalhes, né caralho? Dei um puxão dos dois lados da calcinha, sentindo o tecido de algodão ceder imediatamente entre os meus dedos com um som seco.
— Não! — Ela murmurou, dando um tapão no meu ombro. — Eu vou ficar sem, porra.
— O objetivo é esse, cacete. — Retruquei.
— E amanhã eu uso o que na minha buceta? Sua camisa de marca? Porque eu po... — Ela tava falando demais, pensando demais em coisas pequenas, viajando. Então, eu fiz a única coisa que sabia que ia fazer ela voltar pra Terra. Deslizei dois dedos pra dentro dela, o que foi muito, muito fácil porque ela já tava pronta... muito pronta pra mim. Claro que parou o falatório na mesma hora. Nina fechou os olhos e ergueu a coluna, respirando profundamente, enquanto se empurrava nos meus dedos. Aproximei meu rosto do dela, beijando sua mandíbula.
— Barbás... — Ela murmurou com a voz manhosa, levantando o quadril de novo e posicionando meu pau na sua entrada.
— Hã? — Perguntei, me sentindo zonzo, enquanto me agarrava nela como uma boia salva vidas. Eu só queria entrar nela de uma vez, me afundar e ficar quentinho lá dentro. Meu pau tava implorando por isso.
— Diz que você me quer, de verdade. — Sussurrou num tom mandão e eu nem sequer abri os olhos. Porra, numa hora dessas? — Amanhã, se você vier com papo de que foi erro, de que foi sem querer... — Sua voz parecia a de alguém que tinha corrido uma maratona toda. Dava pra perceber o esforço fodido que ela tava fazendo pra travar o quadril e simplesmente não se deixar escorregar pelo meu pau. — Eu vou quebrar teu piru.
Agarrei a cintura dela e fiz força com meu quadril pra cima. Ela já tava na posição certinha, foi tão natural entrar nela de uma vez só... tão gostoso, tão certo... eu quis gritar. A sensação deliciosa me tomou por um momento e eu fiquei em silêncio, só sentindo ela se apertar ao meu redor. Quente, firme, apertado...
— Eu não vou. — Murmurei.
— Então diz... — Insistiu ela, com as mãos no meu rosto, passando as unhas pela minha barba.
— Tu sabe que eu quero. — Disse, porque essa era simplesmente a verdade. Foi fácil dizer, apesar de ter sido um baque no meu orgulho. Deixei ela ter aquela verdade vinda de mim naquele momento. — Tu não consegue ver?
Ela suspirou feliz, com um sorrisinho no rosto e se inclinou sobre mim pra sussurrar no meu ouvido.
— Cachorro. — Ela me devolveu o xingamento e me arrancou um sorriso na marra. Ela era engraçada, irmão... e gostosa. Minha mente ia viajando e eu sabia que aquela noite ia ser longa, enquanto segurava sua cintura com força pra começar a bombar dentro dela.
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Coração em Guerra
Romantikㅤㅤ"Sou a morte, o diabo, o capeta, a careta que te assombra quando fecha o olho. Sou seu colete à prova de balas, seu ouvido à prova de falas... Eu vou tomar nosso mundo de volta." Djonga ㅤㅤㅤHá 5 anos ela foi acusada de trair o homem a quem ela amav...
